Monthly Archives: dezembro 2017

Uma viagem à época da Monarquia no Brasil
   Mozart  Luna  │     24 de dezembro de 2017   │     2:06  │  1

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O Brasil é o único país da América Latina que tem uma família real com descendentes diretos da nobreza européia, com raízes nas dinastias mais importantes do Velho Mundo. A família real brasileiras possui laços de sangue com os reis e rainhas da França, Suécia, Espanha, Alemanha e Portugal.

Toda essa história está guardada em Petrópolis, também chamada Cidade Imperial, cravada a cerca de 840 metros de altitude, na região serrana do estado do Rio de Janeiro. Fundada em 1843, Petrópolis recebeu esse nome em homenagem ao seu grande protetor e frequentador, o imperador Dom Pedro II, que passou todos os 49 verões de seu reinado na cidade.

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O povoamento de Petrópolis  começou, em 1822 quando Pedro I, proclamador da Independência do Brasil, começou a usar a passagem pela  serra para chegar a Minas Gerais. Por ordem dele foram construídas instalações para pouso da tropa. Depois disso muitos buscaram na serra, o local ideal para morar, atraídos pelo clima bastante agradável diferente do Rio de Janeiro, principalmente durante o verão.

A temperatura média em Petrópolis é de 19º. A cidade tem uma população aproximadamente de 300 mil habitantes, com uma das maiores rendas per capita da região, assim como o melhor Índice de Desenvolvimento Humanos (IDH), caracterizando a cidade como aristocrática.

Volta da MonarquiaCOROA IMPERIAL

 

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A cidade Imperial, como é conhecida Petrópolis, possui atrativos turísticos diversificados como a rica história da família real brasileira. Príncipes, viscondes, marqueses e barões títulos, que ainda existem com os descendentes da família real brasileira. Também em Petrópolis temos a presença da cultura alemã, que disseminou a produção de cerveja artesanal. A cidade oferece ainda a prática de caminhada em trilhas na serra. Os alemães foram levados a Petrópolis pela Imperatriz Maria Leopoldina da Aústria e formavam uma companhia especial alemão para sua guarda pessoal, já que também descendia da dinastia germânica.

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Um dos principais atrativos é o Palácio Imperial, que possui um rico acervo da família real brasileira como móveis, vestimentas, jóias, documentos e a coroa


do Império brasileiro. Um local lindíssimo, que conta uma fase da história de nosso país. Pedro II era um monarca e chefe de estado que possuía um alto nível intelectual, sendo respeitado na Europa. O imperador brasileiro desenvolvia ações planejadas, para alavancar o Brasil, no rumo da pesquisa cientifica e elevação cultural da população.

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Pedro II foi um dos mandatários brasileiros que mais incentivou a educação, a cultura e o desenvolvimento, mas também foi vítima da oligarquia rural brasileira, que se revoltou contra a família real, por ter decretado o fim da escravidão no Brasil.

Conspiração

O Barão de Cotegipe chegou a dizer a princesa Isabel, que família real brasileira ia perder a coroa brasileira, para os republicanos, que se aproveitaram do momento político para inflamar o Exercito e assim proclamar a República, que deu às oligarquias rurais o poder, que ficou no Poder até o período de Getúlio Vargas.

A cidade Imperial guarda importantes documentos da família real brasileira e conta também com o Movimento que luta para que a Monarquia Constitucionalista volte ao Brasil .

O Imperador Pedro I era um defensor da Monarquia Constitucional. Os defensores da volta da Monarquia no Brasil argumentam que essa seria uma forma de trazer tranqüilidade política ao país e a volta do sistema parlamentarista de governo, proposta já defendida por vários senadores.

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Palácio da Quitandinha

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O Palácio da Quitandinha foi erguido em 1941 e é uma das atrações turísticas de Petrópolis, que já serviu de residência para o presidente Getulio Vargas, durante a Segundo Guerra Mundial. O prédio é suntuoso e aguarda a aprovação de um projeto no Congresso Nacional de liberação do funcionamento de cassinos no Brasil.

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O prédio guarda um pouco também de uma das páginas da história brasileira durante a Segunda Guerra, quando o presidente Franklin Delano Roosevelt esteve na cidade para ser reunir com o então presidente Getulio Vargas  para convencê-lo de entrar no grupo dos aliados contra os países do Eixo, (Alemanha e Japão).

Hoje serve apenas para realização de congressos e aberto a visitação pública. Funcionando também uma parte dele como hotel. Vale apena conhecer.

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Catedral de São Pedro de Alcântara.

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A catedral de São Pedro de Alcântara começou a ser construída em 1884 e só foi concluída 1925, se caracterizando pelo estilo seu neogótico, seguindo o estilo das catedrais francesas. Hoje a catedral guarda os restos mortais do imperador Dom Pedro II e da imperatriz Tereza Cristina e também da princesa Isabel e seu esposo do Conde d`Eu.

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O templo religioso é lindíssimo e não fica atrás das catedrais da Europa nos detalhes e riquezas arquitetônicas, além de uma reparação a família rea,l que ficou proibida de volta ao Brasil até 1920, por força de um decreto desumano.

PLACIO DE VIDRO

Palácio de Cristal  

O Palácio de Cristal foi inspirado no que existe em Londres, mas foi fabricado na França e trazido desmontado para o Brasil onde foi erguido em Petrópolis para se comemora o fim da escravidão no Brasil. O Palácio de Cristal foi abandonado pelos republicanos da época, que viam nele um monumento a libertação dos escravos.

Fábrica de cervejas

Em Petrópolis existe o tour da cerveja, onde os visitantes podem conhecer fabricas de cervejas bem conhecidas e também artesanais, que são feitas em casas de descendentes de alemães, que levaram para Cidade Imperial a tradição de fazer cervejas.

Casa de Santos Dumond

 

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Petrópolis é um lugar muito especial que várias personalidades brasileiras haviam escolhido como local para descansar e recarregar as s forças. Entre essa pessoas estavam Santos Dumont, considerado o pai da aviação  que tinha uma casa na cidade e que hoje foi transformada em local de visitação pública.

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Um réplica do 14 bis foi erguido em praça pública e é  uma das atrações da cidade.

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Um banho de verde no Jardim Botânico do Rio de Janeiro
   Mozart  Luna  │     22 de dezembro de 2017   │     5:50  │  1

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O Brasil possui uma flora riquíssima que pode ser observada, no maior e mais antigo jardim da América Latina. Trata-se do Jardim Botânico criado por D. João VI, em 1808, no Rio de Janeiro e que é aberto à visitação pública. Para conferir toda essa riqueza ambiental e turística, viajamos ao Rio de Janeiro, para visitar e registrar toda beleza existente no Jardim Botânico da cidade Maravilhosa.

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A história mostra que a ideia de criação do local foi de D. João, quando trouxe para o Brasil, uma comitiva de chineses para o cultivo de chás, que eram usados como remédios. O Jardim Botânico abrigava também na época uma fabrica de pólvoras.

 

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Museu do Meio Ambiente

Nossa visita começou pelo Museu do Meio Ambiente, que funciona no prédio principal na entrada do Jardim Botânico. O Museu se resume a poucas salas e uma delas é reservada para exposições, na parte superior. Entretanto a riqueza mesmo, esta nos jardins existentes em volta do prédio. O acesso é pago e o ingresso custa R$ 10,00.

O Jardim Botânico tem uma área de 54 hectares, onde existem cerca 6.500 espécies de plantas e árvores, algumas em extinção. Antes de entrar pelas ruas e trilhas do Jardim Botânico são necessárias alguns cuidados, como roupas leves e levar água mineral em garrafa, lanches e principalmente usar repelentes e não esqueça de levar um saquinho de lixo, porque lá não existe depósito. O local possui uma densa mata atlântica e o verde esta por toda parte, por isso a presença dos habitantes naturais do local, como o animais silvestres, insetos e repetis.

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Não se conhece o Jardim Botânico apenas em duas ou três horas. É um local para se passar uma manhã ou tarde inteira. Os cenários são usados para produção de books de casais que vão casar, ou por gestantes que usam o Jardim Botânico como cenário.

Monumentos

Dentro do Jardim Botânico existem monumentos como o busto do príncipe regente D. João VI, criador do local e também de museus como de arqueologia, além de biblioteca especializada em botânica com mais de 32 mil títulos e o maior herbário do Brasil, com cerca de 650 mil amostras desidratadas.

Cascatas e lagos

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O incrível é encontrar em pleno centro urbano do Rio de Janeiro, um local como Jardim Botânico que possui cascatas e lagos lindíssimo. Como a cascata Waterfall e o lago Frei Leandro. Dois lugares que merecem uma foto e uma parada para apreciar toda beleza da natureza. Recomendamos evitar ingerir água dos córregos e dos bebedouros. Não que a água esteja contaminada, mas porque ela não é tratada e como as nascentes são oriundas de lençóis freáticos da zona urbana do Rio, recomenda-se não ingeri-las.  Por isso não façam o que fiz. Tomei água de um chafariz e depois tive problemas intestinais sérios.

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O lago do Frei Leandro com suas vitórias régias e a cascatas caindo fazendo o barulho formando um conjunto perfeito, como numa sinfonia musical, que faz qualquer um esquecer os problemas e o estresse do dia a dia.

Plantas medicinais

Para quem é naturalista e sempre busca o tratamento de doenças, através da natureza existe no Jardim Botânico, um espaço dedicado às ervas e plantas medicinais. O local mostrar uma grande variedade de plantas que podem curar. O princípio é que o  homem veio da terra e da terra voltará e por isso os remédios da terra deveriam ser os  recomendados, por não trazer danos ao ser humanos, no processo de cura.

Flores e árvores

No Jardim Botânico existem também orquidários, bromeliáceos e diversos jardins que mostram a variedade da flora em outros países como México e Japão. Árvores centenárias de todas as partes do Brasil também estão presentes no Jardim Botânico. Algumas é preciso até quatro pessoas para abraçá-la.

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Cultura

A valorização da cultura brasileira possui um espaço no Jardim Botânico, com uma praça onde acontecem exposições e apresentações artísticas. Bem ao lado existem lanchonetes e um pequeno restaurante. Entretanto vai o alerta para os preços praticados. Estão bem além do realmente justo. Isto devido à grande presença de turistas estrangeiros, que lotam o Jardim Botânico. Uma fatia de torta, por exemplo, pode chegar a R$ 24,00.  Tirando esse pequenos detalhe tudo é maravilhoso. Vale a pena programar um passeio ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Informações

Horário de funcionamento todos os dias de 8 às 17 horas.

Localização: Rua Jardim Botânico. 1.008- Jardim Botânico.

Contato- (21)3874-1808.

WWW.jbrj.gov.br

 

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Os melhores hotéis para você ir em 2018
   Mozart  Luna  │     21 de dezembro de 2017   │     5:27  │  0

A paixão por viajar é um cuidado que devemos ter par evitar dissabores, porque ninguém quer sair do conforto de sua casa para se hospedar em um local onde não se pode dormir  bem ou tomar um banho revigorador depois da viagem ou de um dia de passeios. Por isso antes de comprar um pacote de viagem procure informações sobre o hotel em que vai ficar hospedado, já que não foi você que escolheu, mas que “estava no pacote”.

É muito importante que todos tenham esse cuidado, para quando chegar ao seu destino, tenha que fazer ligações para sua agencia ou operadora reclamando das condições do hotel. É bom tem em mãos também uma relação de outros hotéis próximos, para casos de emergências e ter que mudar.

Alguns ligam muito para o hotel em que vão ficar hospedados, mas para os mais “ligados” no assunto e que querem ter um local para descansar vai aqui uma dica de alguns dos melhores hotéis do mundo.

Maldives

Uma grande novidade para quem gosta do clima tropical é o Baglioni Resort Maldives, Dhaalu Atoll, Ilha Maagu, Maldivas, que só abre na primavera de 2018. Localizado na Ilha Maagu, que fica a 40 minutos de hidroavião de Malé, a capital das Maldivas, é um novo hotel que possui quatro restaurantes e um local de mergulho de classe mundial. As suas 96 casas de jardim, praia ou sobre a água foram projetadas com materiais sustentáveis. Os hóspedes podem andar nos barcos de madeira tradicionais «Dhoni» e viajar para a aldeia local para experienciar o modo de vida das Maldivas.

Paris

Outra grande dica vai para o Hotel Lutetia, Paris, França  que também abre na primavera de 2018. Esta antiga casa com 184 quartos, que pertenceu à família Boucicaut, pretende redefinir a Rive Gauche de Paris. O hotel recebeu o nome romano da cidade. Foi restaurado para voltar à sua antiga glória Art Nouveau, tendo os maiores quartos em Saint-Germain-des-Prés, tradicionalmente conhecida por suas opções de boutique hotéis. Desde o spa ao Aristide Jazz Bar, que recebeu muitas estrelas, os interiores receberam uma renovação supervisionada por Jean-Michel Wilmotte.

Escócia

Fingal Royal Yacht Britannia, Edimburgo, Escócia (abre na primavera de 2018)
O novo investimento do Royal Yacht Britannia ganha a forma de um hotel flutuante permanentemente ancorado frente ao restaurante The Shore, em Leith, Edimburgo. As suas 23 cabines foram desenhadas por Alan Pedley e Stephen Flanagan e têm os nomes dos faróis construídos pelo famoso engenheiro civil escocês Robert Stevenson. O hotel fica a poucos passos de dois restaurantes com estrelas Michelin.

Laos

Rosewood Luang Prabang, Laos (abre no inverno de 2018)
O primeiro «acampamento» de luxo da marca, com 22 tendas, moradias e suites, está situado numa área densamente arborizada, com rios e uma cascata. Fica localizado a dez minutos do local catalogado como Património Mundial pela UNESCO Luang Prabang, conhecido pelas suas 33 aldeias repletas de templos e mosteiros ricos em história e arquitetura. Bill Bensley projetou o hotel com elementos inspirados na tradição de Laos e com uma onda colonial francesa.

China

The Murray, Hong Kong, China (abre em janeiro de 2018)
O hotel de 336 quartos redesenhado pela Foster + Partners tem 25 andares e é um santuário urbano luxuoso que fica no distrito central de negócios de Hong Kong, no bem conhecido Cotton Tree Drive. Os destaques incluem um terraço panorâmico com vista para Hong Kong Park e uma série de restaurantes e bares exclusivos. O edifício dos anos 1970 enquadra-se no glamour dos novos hotéis que abrem na cidade.

Bahamas

Rosewood Baha Mar, Nassau, Bahamas (abre na primavera de 2018)
Situado na Praia Cable de Nassau, a propriedade Rosewood tem 23 quartos e cinco casas, e é um dos três principais hotéis que fazem parte do complexo turístico de Baha Mar. Os interiores projetados por Dianna Wong têm uma decoração colonial britânica. A propriedade tem vários restaurantes, incluindo «Commonwealth», com cozinha do Paquistão, Índia, África e Caraíbas.

México

Bishop’s Lodge, Santa Fé, Novo México, EUA (abre no verão de 2018)
Parte da cadeia Auberge Resorts, esta estância histórica, localizada nas Montanhas Sangre de Cristo, no Novo México, tem 317 hectares e centra-se em torno de uma capela com vários séculos. O lodge foi inaugurado em 1918 e passou por uma renovação de 75 milhões de dólares. Há 92 quartos e suites, e 12 residências, bem como três tendas para quem quer passar uma noite sob as estrelas.

Indonésia

Ayana Komodo Resort, Flores, Indonésia (abre no verão de 2018)
A ilha pouco explorada de Flores, a uma hora de avião de Bali, terá as atenções viradas para si quando a cadeia Ayana abrir a sua propriedade com 12 suítes e 189 quartos. Os arquitetos Wimberly, Allison, Tong & Goo decoraram os interiores do hotel em tons quentes de terra para combiná-los com o exterior; O lobby ficará no 11º andar e os quartos no nível da praia.

Dinamarca

Sanders, Copenhaga, Dinamarca (abriu em novembro de 2017)
Este boutique hotel é ideia do bailarino dinamarquês Alexander Kølpin e fica localizado numa rua silenciosa atrás do Royal Danish Theatre. A propriedade tem 54 quartos inspirados nas cabines de comboio e espaçosos apartamentos que se situam num prédio que era lugar da cultura da moda na década de 1970. Foi projetado por Lind + Almond e a sua decoração tem uma sensibilidade parisiense com inspiração colonial.

 

 

 

 

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Programa valoriza meio ambiente e turismo nos Cânions
   Mozart  Luna  │     19 de dezembro de 2017   │     12:21  │  0

Em Delmiro Gouveia um projeto inédito que objetiva despertar as crianças e adolescentes para importância da preservação ambiental e da atividade turística como geradora de emprego e renda vem sendo desenvolvido pela Prefeitura de Delmiro Gouveia, através da Secretaria Municipal de Turismo. O Projeto chama-se Cânions para os Delmirenses.

 

O Projeto foi iniciado em outubro deste ano, o Projeto Cânions para os Delmirenses chega à última edição contemplando cerca de 180 alunos da Escola Municipal José Correia dos Santos, localizada no povoado Sinimbu. Tem a da empresa MF TUR – Turismo e Navegação. O Projeto leva os alunos da rede municipal para passear de catamarã nos Cânions do Rio São Francisco.

O Projeto Cânions começou em outubro e chega ao final desse ano na última edição contemplando cerca de 180 alunos da Escola Municipal José Correia dos Santos, localizada no povoado Sinimbu.

O projeto é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Turismo, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e a empresa MF TUR – Turismo e Navegação. Alunos e servidores da Escola José Correia dos Santos participaram da última edição do projeto nesta quinta-feira (14), e conheceram as belezas naturais dos Cânions do Velho Chico no município e na região.

 

Durante o passeio, guias turísticos estiveram apresentando e contando a história de cada ponto de parada do passei. Além de conscientizar as crianças com a preservação do meio ambiente, e ressaltando a importância do turismo sustentável.

 

Nesta edição, cerca de 1.000 mil estudantes matriculados nas escolas públicas municipais foram contemplados com o passeio. A Secretaria Municipal de Educação disponibilizou os ônibus para o transporte, e também providenciaram junto aos gestores escolares, lanches e águas para serem distribuídos aos alunos e trabalhadores durante o passeio.

 

 

 

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O vinho mais caro do mundo é espanhol de 25 mil euros
   Mozart  Luna  │     18 de dezembro de 2017   │     11:05  │  0

 

 

O vinho mais caro do mundo é espanhol e custa 25 mil euros uma garrafa. Trata-se do AurumRed produzido na região espanhola de Cuenca e apenas chegam ao mercado 150 garrafas da série ouro.

O vinho é submetido a técnicas de ozono e produzido desde 2009 em Las Pedroñeras (Cuenca), a partir de 250 videiras centenárias das castas Cencibel ou Tempranillo (conhecidas como Aragonez ou Tinta Roriz), Cabernet Sauvignon e Sauvignon Blanc, o enólogo Hilário Garcia garante que o AurumRed “é um vinho único, diferente, emocional e com a garantia de que nunca estará avinagrado quando for aberto, mesmo ao fim de vários anos”.

O segredo parece estar no recurso ao ozono. “Comprovei que se podiam aplicar este tipo de técnicas, usadas para o tratamento de doenças ou em aplicações veterinárias, nas plantas e nas vinhas para controlar as pragas”, explica Hilário Garcia.

Da série ouro são produzidas apenas 300 garrafas a 25 mil euros cada, com Hilário Garcia a revelar que é o mercado a definir esse preço. Prova disso, indica o enólogo, é que nos EUA estão à venda por 45 mil dólares (mais de 38 mil euros).

Só metade daquela produção chega ao mercado, com as restantes 150 garrafas a serem guardadas. No caso da série prata, a produção é de 6000 garrafas a 1200 euros cada uma. Há garrafas de vinho que foram vendidas a preços mais altos, mas em leilão.

 

 

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