Anac divulga ranking das companhias aéreas que mais têm reclamações
   Mozart  Luna  │     8 de dezembro de 2019   │     6:00  │  0

 

Latam se destacou em satisfação, mas ficou entre as que mais teve reclamações

 

A divulgação das companhias aéreas que mais são denunciadas na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) constitui uma grande ferramenta de defesa do consumidor, que paga caro pelas passagens aéreas no Brasil e que são consideradas uma das mais caras no mundo.

Entretanto algumas tem se destacado pela serviço de excelência, como a Azul que ficou entra as quatro empresas aéreas brasileiras que mais transportaram passageiros no trimestre.

Azul teve o mais baixo número de reclamações 

Azul apresentou o menor número de reclamações para cada grupo de 100 mil passageiros pagos transportados no período, da ordem de 23,6. Em seguida, vieram Gol (26,9), Latam (36,0) e Avianca Brasil (1301,0), esta última sem operar nos últimos meses.

Entre as seis empresas aéreas estrangeiras que mais transportaram passageiros no período, a United apresentou o menor número de reclamações para cada grupo de 100 mil passageiros pagos transportados no trimestre, da ordem de 19,1. Em seguida, vieram Aerolíneas Argentinas (30,6), Air France (31,5), Copa (35,3), American Airlines (45,9) e Tap Air Portugal (114,4).
O relatório traz os temas e subtemas mais reclamados no período, o prazo médio de resposta das manifestações, os índices de solução e de satisfação dos consumidores e a quantidade de reclamações por empresa.

 

Sobre os temas mais reclamados, somadas as empresas aéreas brasileiras e as estrangeiras, aparecem alteração de voo pela empresa aérea (29,1% das reclamações), reembolso (19,4%) e oferta e compra da passagem e serviços (14,9%). No caso apenas das empresas brasileiras, os três temas mais reclamados foram alteração de voo (31,6%), reembolso (21,0%) e oferta e compra da passagem e serviços (14,8%).

A Avianca Brasil entrou em recuperação judicial em dezembro de 2018 e teve suas operações suspensas em maio de 2019. Durante esse período, a empresa precisou diminuir a quantidade de operações, o que gerou impacto significativo no atendimento aos passageiros da empresa e também no desempenho de todos os indicadores do setor no consumidor.gov.br.

 

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