Alagoas terá produtos comercializados na Comunidade Europeia
   Mozart  Luna  │     31 de maio de 2019   │     0:08  │  0

 

A missão portuguesa visitou uma área do Canal do Sertão onde é cultivado coco irrigado e também feno. O objetivo é de avaliar as condições de solo e clima para o desenvolvimento de um projeto de plantio de uvas irrigada. A visita foi promovida pelo Governo do Estado, como apoio das Secretarias Estaduais de Desenvolvimento e Turismo, Agricultura e Cultura.

Reinaldo Falcão, representante da Secretaria de Agricultura, disse que o Governo do Estado pretende desenvolver vários projetos de produção de alimentos, aproveitando as águas do canal do Sertão. Um desses projetos seria a produção de uvas e frutas tropicais. A secretária de cultura, Melina Freitas, disse que aquele era um momento importante para Alagoas e principalmente para Piranhas e região. Segundo ela as oportunidades de desenvolvimento estão batendo à porta. Vamos trabalhar junto com o Governo do Estado para viabilizar o que for necessário para isso”, declarou Melina Freitas.

Nuno Mendonça, diretor executivo da empresa portuguesa Núcleo Inicial, empresa especializada no mercado internacional entre Europa, Canadá e Estados Unidos disse que o potencial de Alagoas é enorme e tudo que viu nestes cinco dias de visita a vários empreendimentos tem excelentes condições de sucesso no mercado comercial do primeiro mundo.

“Vocês têm produtos de forte aceitação no Mercado Comum Europeu. A água de coco, por exemplo, é um produto com excelente aceitação em toda Europa, assim como no Canadá. A cachaça é outro produto que tem consumidores em toda Europa e que vem crescente a cada ano”, declarou Nuno Mendonça.

“Quanto ao vinho, acredito que podemos trabalhar a produção de um vinho especial de boa qualidade e preço acessível a várias camadas da população”, disse ele, que já tem nas mãos dados relativos ao perfil do consumidor de vinho no Brasil. “Aos poucos os vinhos brasileiros vão conquistando seu espaço no mundo”, declarou o diretor da Núcleo Inicial, que opera no mercado internacional e no setor de comercio de vinho, tem um vasto currículo com marcas de sucesso.

Planejamento

O diretor executivo da Parque Tecnológico de Óbidos, Miguel Silvestre e Nuno Mendonça da Núcleo Inicial disseram que antes da missão retornar a Portugal, fará uma reunião de trabalha para pontear os produtos que serão objeto do desenvolvimento de projeto de negócios para implantação e operacionalização e se necessário com apoio financeiro de financiamento.

Na área do turismo, Miguel Silvestre, identifica a falta de campanhas sistemáticas de marketing do Brasil em Portugal, assim como é toda Europa, nos últimos anos. Para Nuno Mendonça é preciso se elaborar um projeto de divulgação dos destinos Brasil e mostrar que o país não é só o Rio de Janeiro, com o clima de violência que reina.

“É preciso mostra que existe um outro Brasil, com lugares lindos como Alagoas onde a segurança é uma prioridade e os turistas sentem-se seguros. Essa informação precisa chegar ao primeiro mundo, através de campanhas publicitárias”, enfatiza ele.

“O produto turismo pode e deveria ser vendido também em países como o Canadá, que possui um público consumidor interessando na América Latina. Portugal possui acordos que empresas luso/brasileiras poderiam se beneficiar”, aconselha ele.

Segundo ele Portugal está de braços abertos para receber empreendedores brasileiros que pode montar suas bases de negócios em Portugal.

A comitiva chega estará em Maragogi nesta sexta e sábado, depois de passar por Maceió, Penedo e Piranhas. “Estamos levando na mala, grandes oportunidades de negócios”, Nuno Mendonça.

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