Emprego: Falta mão-de-obra para restaurantes na Flórida
   16 de abril de 2021   │     7:13  │  0

A CEO da Florida Restaurant and Lodging Association (FRLA), Carol Dover, deu o alarme sobre uma escassez de mão de obra no setor de hospitalidade durante uma audiência do subcomitê de viagens e turismo do Senado na terça-feira, afirmando que os hotéis e restaurantes da Flórida estão “desesperados por trabalhadores”.

Durante seu depoimento, Dover disse aos membros do recém-formado Subcomitê de Turismo, Comércio e Promoção de Exportações do Senado dos Estados Unidos que, apesar de poder abrir e funcionar a 100% da capacidade, os operadores de hospitalidade da Flórida não conseguem preencher as vagas em aberto.

Relacionados: Hospedagem no sudeste dos EUA ultrapassando os níveis pré-pandêmicos A redução da mão de obra ocorreu apesar de um período de desemprego crescente, já que muitos hotéis e restaurantes foram forçados a demitir ou dispensar um número significativo de funcionários durante o auge da crise Covid-19. 

“Simplificando, estamos competindo com benefícios de desemprego estaduais e federais”, disse Dover. “Os trabalhadores nos dizem que ganham muito com o desemprego para voltar ao trabalho. Assim, as empresas são forçadas a limitar a capacidade e a encurtar suas horas de trabalho sem pessoal adequado para atender aos hóspedes.”

De acordo com a FRLA, que representa mais de 10.000 hotéis, restaurantes, parques temáticos e outras operadoras da Flórida, mais de 62% dos funcionários de hospitalidade do estado foram demitidos ou dispensados ​​devido à pandemia.

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Assentos intermediários vazios nos aviões reduz contaminação, diz pesquisa do CDC nos Estados Unidos
   15 de abril de 2021   │     15:27  │  0

Deixar os assentos intermediários da aeronave abertos reduz a exposição dos passageiros à Covid-19 em 23% a 57%, de acordo com um estudo do CDC divulgado na quarta-feira.

As descobertas foram feitas no momento em que a Delta Air Lines, a última companhia aérea dos EUA bloqueando assentos intermediários , se prepara para encerrar essa prática no final do mês.

No entanto, os autores enfatizam que o estudo traça o risco de exposição da Covid-19, não o risco de transmissão, e não considera o impacto do uso da máscara.

Relacionado: As companhias aéreas devem moderar suas afirmações de segurança da Covid

Relacionado: Estudo do Departamento de Defesa descobre pouco risco de propagação da Covid em aviões Para o estudo, pesquisadores do CDC e da Universidade Estadual de Kansas testaram aeronaves de corredor único usando uma seção de cinco fileiras da fuselagem de um Boeing 737. Eles testaram widebodies usando uma seção de 11 fileiras de uma maquete de cabine do Boeing 767. Os pesquisadores usaram frascos de spray para dispersar um vírus chamado bacteriófago MS2 como substituto do Covid-19.

Na primeira métrica, os autores analisaram o impacto da remoção de um passageiro no banco do meio de uma única fileira. Isso reduz o risco de exposição à Covid-19 para os panfletos restantes nessa linha em 23%, eles descobriram.

No segundo cenário, os pesquisadores consideraram o impacto da remoção de passageiros do assento intermediário em um avião de 120 assentos, no qual um, dois ou três passageiros estão infectados. Uma redução de 35% a 39,4% na exposição foi encontrada em comparação com quando o avião estava cheio.

Na abordagem final da pesquisa, os autores consideraram um agrupamento teórico de nove passageiros infectados entre três fileiras que tinham um total de 18 assentos. Quando um terço desses passageiros foi removido, incluindo três infectados, a exposição ao vírus foi reduzida em 57%.

Os autores reconheceram que o estudo tem limitações, inclusive não considerando o impacto das máscaras, o que deve reduzir o risco de exposição.

Mas as limitações são de ambos os lados. O estudo avaliou apenas aerossóis de vírus, não gotículas maiores. Uma vez que as exposições diminuem mais rapidamente com a distância para as gotas, deixar as cadeiras do meio abertas teria um efeito de proteção ainda maior para as exposições de gotas do que para os aerossóis.

As diretrizes atuais do CDC não recomendam viagens para pessoas que não foram vacinadas.

“O distanciamento físico de passageiros de avião, inclusive por meio de políticas como a vaga de assento intermediário, poderia fornecer reduções adicionais no risco de exposição [Covid-19]”, escreveram os autores.

Junto com Delta, Alaska, Southwest, JetBlue, Hawaiian e Frontier bloquearam pelo menos alguns lugares no início da pandemia.

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GOL otimista com a retomada da malha aérea e do turismo
     │     8:18  │  0

 

As companhias aéreas acompanham com grande expectativa a campanha de vacinação contra o covid 19 no Brasil, e a esperança é que no segundo semestre com a imunização de pelo menos 30% da população as atividades produtivas e principalmente do turismo possam retornar com segurança e certeza de que não haverá mais retrocessos, com relação a quarentenas.

Dentro desta perspectiva a com A Gol Linhas Aéreas, por exemplo, diz estar acompanhando de perto o andamento do Programa de Imunização do Ministério da Saúde como principal indicador para ajustar sua oferta. A companhia aérea aponta que é capaz de se adaptar imediatamente a uma alta na demanda provocada por um possível alívio na situação pandêmica.

O Ministério da Saúde tem contratado cerca de 500 milhões de doses de vacinas para a covid-19 e possui outras 140 milhões em negociação. Esses índices, de acordo com os cálculos publicados pela Gol, são o suficiente para a imunização dos grupos prioritários e acima de 60 anos, enquanto o restante da população deve receber a vacina no segundo semestre de 2021.

A expectativa é que a Gol prevê que o avanço bem-sucedido das vacinas por meio do Programa Nacional de Imunizações reativará a demanda nos segmentos de lazer e corporativo a partir de meados do segundo trimestre de 2021. “Durante os primeiros dez dias de abril, já houve uma redução no número de hospitalizações para pessoas de 70 anos ou mais, que atualmente são elegíveis para serem vacinadas”, comunica a Gol a seus investidores.

O que tem criado problemas quanto as expectativas positivas são os altos patamares de casos da doença no País, a empresa aérea continua considerando cenários de recuperação mais conservadores e, desta maneira, mantém iniciativas de redução de custos para preservar seu caixa. Desta maneira, a Gol prevê liquidez suficiente para administrar e financiar capital de fito, despesas e serviço da dívida nos próximos meses. A companha encerrou março com aproximadamente R$ 1,9 bilhão em liquidez total.

“Desde o início da pandemia, nota-se uma alta correlação entre a redução na curva de casos de covid-19 e a recuperação na demanda doméstica por viagens. A Gol testemunhou essas oscilações na demanda durante agosto e setembro do ano passado e rapidamente ajustou sua malha de acordo com o cenário de demanda durante aquele período. Os países europeus e os Estados Unidos também têm um calendário de vacinação mais adiantado em relação ao do Brasil, o que é um indicador de como poderá ser a retomada da demanda por viagens”, avalia a Gol, em comunicado a seus investidores.

“Nos Estados Unidos, em apenas dois meses do pico de baixa, o fluxo de passageiros se recuperou para mais de 60% do patamar de 2019. Da mesma maneira, na semana passada, o Brasil atingiu seu pico de casos em sua ‘segunda onda’, o tráfego de passageiros atingiu um mínimo de cerca de 35% em relação a igual período em 2019. Dessa forma, a companhia espera que à medida que a curva diária de novos casos da covid-19 comece a se inverter e com uma recuperação do PIB brasileiro, haverá aceleração nas buscas de passagens aéreas e no patamar de vendas da Gol”, conclui a aérea presidida por Paulo Kakinoff.

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Hotelaria: Brasil continua sendo um bom mercado para investimentos
   14 de abril de 2021   │     12:32  │  0

Vila Galé Alagoas com previsão de conclusão das obras para julho de 2020 com 508 apartamentos e vai gerar cerca de 600 postos de trabalho

O Brasil continua sendo um mercado para atividade turística bastante convidativo para investimentos na hotelaria e esta constatação foi realizada através de pesquisa realizada pela HotelInvest e o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), que finalizaram mais uma edição do Panorama da Hotelaria Brasileira de 2021.

O foco é identificar como os investimentos em hotelaria estão se comportando mais de um ano após o início da pandemia, o estudo descobriu que, na contramão do desempenho dos hotéis, que caiu mais de 50% em 2020, o volume de investimentos em novos negócios no País continua semelhante ao patamar pré-pandemia. “Um sinal de confiança dos investidores sobre o potencial de recuperação do setor em médio prazo”, diz Pedro Cypriano, da HotelInvest.

Os principais resultados do estudo da HotelInvest e do Fohb apontam que:

1 – Existem147 hotéis urbanos em desenvolvimento em 97 cidades do Brasil, com inauguração prevista até 2025 (queda de apenas 13% em comparação ao início de 2020). Durante a pandemia foram assinados 48 novos contratos.

2 – O total em investimentos chega a R$ 6,1 bilhões.

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3 – Do total de recursos, 27% estão destinados a hotéis sofisticados, com fortes marcas nacionais e internacionais, um sinal de que a hotelaria upscale aposta em um retorno forte na reta final da pandemia. Apesar dos chamados hotéis sofisticados representarem apenas 7% da oferta de UHs em desenvolvimento no país, em valores monetários eles somam R$ 1,65 bilhão ou 27% do montante total em investimento. “A oferta de luxo atual no Brasil é restrita, inferior à de diversos países latino-americanos. O expressivo investimento já em execução, com renomadas marcas nacionais e internacionais, aumentará a nossa atratividade e visibilidade como destino turístico”, ressalta Diogo Canteras, sócio-fundador da HotelInvest.

4 – De olho na força das marcas e no know how das redes, os contratos de franquias ganham força, e já representam quase um terço do pipeline total no País.

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5 – Os chamados condo-hotéis perdem participação como modelo de desenvolvimento, inclusive as ofertas públicas.

6 – Tendência em todo o mundo, os hotéis lifestyle ainda são poucos no pipeline (12%).

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POR REGIÃO
Entre a nova oferta (em UHs – unidades habitacionais), predominam os empreendimentos econômicos e midmarket (93%), de marcas tradicionais (88%), localizados nas regiões Sul e Sudeste (77%) e em cidades de pequeno a médio portes, com até 500 mil habitantes (65%).

Na edição anterior, o Panorama indicava 169 novos hotéis em desenvolvimento. Destes, 24 abriram em 2020, 46 projetos foram cancelados, porém 48 novos contratos foram assinados. “Já se esperava que o total de UHs em desenvolvimento no País caísse em razão da pandemia. No entanto, a queda foi baixa (-12,1%), atenuada pelos novos projetos confirmados. Um sinal claro de confiança dos investidores no potencial de recuperação do setor”, afirma Pedro Cypriano.

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REVPAR
Se os indicadores de novos projetos em desenvolvimento no Brasil são positivos, a realidade atual dos hotéis em operação é mais preocupante. Em 2020, o índice de RevPAR (Receita por apartamento disponível) caiu de 34%, em Vitória, a 71%, em São Paulo, dentre as cidades analisadas no Panorama. O Rio de Janeiro obteve os melhores resultados em ocupação (menor queda) e Revpar (maior índice). A cidade também tem uma expectativa baixíssima de novos hotéis: +0,9% de oferta, com apenas três hotéis.

“Os novos investimentos são excelentes para o País. Milhares de empregos e milhões em tributos serão gerados. Porém, em curto prazo as perspectivas são preocupantes. No primeiro trimestre de 2021, os hotéis continuaram em prejuízo operacional e as quedas de tarifa preocupam”, analisa o presidente-executivo do Fohb, Orlando de Souza.

Pedro Cypriano, da HotelInvest

Pedro Cypriano, da HotelInvest

PERSPECTIVAS
Até junho, a HotelInvest e o FOHB esperam meses muitos difíceis para a hotelaria, especialmente para os destinos de negócios. Vacinados os grupos de risco e o processo de imunização ganhando tração pelo país, a recuperação do setor deve se intensificar, porém apenas no segundo semestre. Nos Estados Unidos, país mais avançado no controle da pandemia, a ocupação já se aproxima a 85% do patamar pré-covid. “No último trimestre de 2020, vimos uma reação mais rápida dos mercados regionais e de lazer, o que deve voltar a se repetir. Na sequência, com mais vacinas à população, especialmente a abaixo de 60 anos, é possível que os saltos em ocupação sejam mais fortes também para os nossos hotéis corporativos”, salienta Cypriano.

“Em médio prazo, seguimos confiantes na recuperação total do setor e em um ambiente próspero para novos investimentos. Para tanto, estabilidade política, controle sanitário e uma agenda de reformas e de crescimento econômico são fundamentais”, finaliza Canteras.

Acesse o estudo completo em: https://hotelinvest.com.br/?p=4459

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Meio ambiente: Penedo vai implantar Plano Municipal de Coleta Seletiva
     │     9:25  │  0

 

A preocupação com o futuro das novas gerações deveria ser uma preocupação de todos gestores, principalmente aqueles que estão na base da Federação que são os municípios.

Contundo ainda conseguimos encontrar em Alagoas, prefeitos compromissados com a preservação do meio ambiente e entre eles está a administração do prefeito de Penedo, Ronaldo Lopes, que entende que a coleta seletiva de resíduos sólidos é fundamental para a preservação do meio ambiente e adoção da sustentabilidade nas cidades brasileiras.

O prefeito orientou a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH) da Prefeitura de Penedo implanta o Plano Municipal de Coleta Seletiva.

Para debater as questões ligadas ao tema, a SEMARH Penedo convida os gestores das secretarias municipais a compareceram ao auditório da biblioteca pertencente a  Sociedade de Cultura e Arte Popular de Penedo, localizada no Centro Histórico, às 8h30 dessa quinta-feira (15).

Sendo fundamental a integração de todos os setores da administração pública municipal, para a elaboração do plano.

Gestão de Resíduos Sólidos é tema de capacitação realizada pela SEMARH Penedo

A implantação dessa política pública ocorrerá em conjunto com outra ação da SEMARH Penedo, a criação de uma cooperativa formada por coletores de material reciclado.

De acordo com a SEMARH Penedo,  a coleta seletiva dos resíduos sólidos e sua destinação para reciclagem proporcionará uma economia significativa do montante de lixo enviado ao aterro sanitário localizado no município de Craíbas, gerando assim economia de recursos aos cofres públicos, além de contribuir com a preservação do meio ambiente.

Com Decom de Penedo

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