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Passagem aérea será mais barata com a Lei do Turismo
   Mozart  Luna  │     8 de setembro de 2018   │     9:21  │  0

 

Os céus do Brasil poderão ficar mais coloridos, com a chegada de aviões de dezenas de companhias aéreas de outros países, que vão oferecer voos doméstico a preços bem abaixo dos cobrados pelas companhias nacionais, que monopolizam a exploração comercial, um verdadeiro desrespeito ao consumidor brasileiro. Entretanto essa realidade pode mudar, basta apenas que os parlamentares votem a nova Lei do Turismo, denominada “céus abertos”, que está travada há dois anos no Congresso Nacional.

A nova Lei do Turismo abre um leque infinito para o desenvolvimento do turismo no Brasil, uma das atividades que mais geram emprego e renda no país. Bastou a informação chegar a uma das maiores companhias aéreas do mundo, a Air Ásia, que logo os executivos da empresa procuraram mais informações junto a Agência Nacional de Turismo (ANAC).

“Foi só comentarmos que o governo brasileiro vinha se movimentando neste sentido, de abrir o capital das companhias aéreas para o capital estrangeiro, que a maior low cost da Ásia manifestou interesse em atuar no mercado brasileiro”, declarou o superintendente de Acompanhamento de Serviços Aéreos da Anac, Ricardo Catanant. Trata-se da Air Asia.
O Brasil é um País com mais de 200 milhões de habitantes e esta entre as 20 maiores economia do mundo, além de ser o maior país da América Latina, e mesmo passando por uma forte crise economia, originada de complicações políticas resolvíveis a curto prazo, o país e um potencial economia mundial com muitas riquezas que vão desde petróleo, ouro e minérios nobres, além de ter um destaque do agronegócio no mundo como o maior produtor de proteína do planeta.

A nova lei do turismo ainda não foi votada porque, existem alguns pontos polêmicos a serem esclarecidos para que os parlamentares cheguem a um entendimento. O principal ponto é a transformação da Embratur (Empresa Brasileira de Turismo) em uma instituição eminentemente técnica e sem ingerência política. Este fato tem gerado descontentamento daqueles parlamentares que adoram sugar o erário público com nomeações de apadrinhados. Esse tem sido o principal entrave para votação projeto “Céus Abertos”, que vai possibilitar a vinda das companhias aéreas interacionais para atuar no Brasil em voos domésticos.

As companhias interessadas

Uma das que confirmaram sua chegada das Iow costs que já está pronta. Além de Norwegian Air e a Avian Argentina (filial da Avianca), que devem estrear em breve as operações de baixo custo no País, e a Flybondi, também argentina, estar próxima de fazer o mesmo, uma conhecida aérea de baixo custo asiática já revelou que tem interesse em atuar em território nacional: a Air Asia.

A Air Asia foi eleita a melhor companhia de baixo custo do mundo pelo Skytrax em julho deste ano, a empresa tem um desejo antigo de voar ao País. De acordo com o superintendente de Acompanhamento de Serviços Aéreos da Anac, Ricardo Catanant, a possibilidade foi manifestada pela companhia malaia durante a 10ª edição do Evento de Negociação de Serviços Aéreos (Ican), em dezembro de 2017.
A gigante Air Asia confirmou que sua atuação no Brasil seguirá o mesmo padrão operacional em outros países asiáticos com suas subsidiárias: Air Ásia Índia, Thai Air Asia X, Air Asia Indonésia são alguns exemplos. Isso permitiria ainda que a aérea asiática realizasse voos domésticos de baixo custo, já que estaria sediada no Brasil.
Norwegain Air
O mesmo objetivo e compromisso foi assumido pela Norwegian Air caso o Brasil aprove a abertura das companhias aéreas ao capital estrangeiro, a diretora de Comunicação e Relações Públicas da transportadora, Charlotte Holmbergh Jacobsson, já adiantou que a empresa também considera abrir uma filial brasileira.

A diretora de Comunicação e Relações Públicas da Norwegian, Charlotte Holmbergh Jacobsson, afirmou que a empresa considera operar trechos domésticos no Brasil caso o País aprove a abertura das companhias aéreas ao capital estrangeiro. A empresa anunciou sua intenção durante reunião com o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, em Estocolmo.

Ceará sai na frente

A Norwegian Air quinta maior empresa de passagens de baixo custo no mundo e a primeira delas a obter autorização da Anac para operar no Brasil, ainda estuda qual será a primeira rota a ser implementada. A disputa está entre Rio de Janeiro e São Paulo, mas o Ceará iniciou uma ofensiva para atrair a Norwegian para Fortaleza, que nos últimos três anos e meio registrou um salto de oito para 48 rotas internacionais operadas semanalmente, inclusive da Gol, Air France/Joon e KLM. Entretanto o governo cearense enfrenta um grande problema que é a violência galopante no Estado, que possui uma das cidades mais violentas o Brasil e o trafico de drogas com uma guerra de facções criminosas em andamento.
O Governo cearense, entretanto, acena com benefícios entre eles está o investimento de US$ 500 mil por rota implementada nos três primeiros anos, para promoção e atração de passageiros. O Ceará ainda isenta do ICMS o querosene da aviação, assim como todos os fornecedores e o reabastecimento das aeronaves com produtos alimentícios. “Temos trabalhado fortemente para transformar Fortaleza num hub do norte da América do Sul”, afirmou Pinho, que também destacou o clima e os atrativos naturais do destino – como o Parque Nacional de Jericoacoara – como diferenciais competitivos do Estado.

Alagoas tem que ir à luta

O governo de Alagoas tem também que ir à luta, trabalhando o marketing internacional como destino, principalmente na Europa e consolidado o estado como destino, já que é o mais vendido pela maior operadora da América Latina, a CVC Turismo. O estado possui uma diversidade de cenários e roteiros considerado completo pelos técnicos em turismo. Reunindo desde lagoas, praias lindíssimas, dunas e piscinas naturais, além do turismo cultural a Penedo, Marechal Deodoro e o maravilhoso Cânions do São Francisco.

O aeroporto internacional Zumbi dos Palmares deverá conquista a categoria Delta (D) para voos internacionais recebendo aeronaves de grande porte ainda este ano, mas será preciso investimento como a instalação de restaurantes, mais lanchonetes e linhas de transporte coletivo vip para turista, com ar condicionado, além de hotel de passagem.

 

Ministro Lummertz
Para o ministro do turismo, Vinicius Lummertz a entrada das empresas com tarifas de baixo custo é fundamental para c desenvolver o turismo em um País de dimensões continentais sem tantas opções de locomoção como o Brasil. “Estou cada vez mais certo de que, em um país com dimensões continentais como o nosso, temos de ter mais empresas operando. Mais concorrência significa passagens mais baratas para o consumidor e um Turismo mais aquecido”, completou. Ele considera fundamental que o Congresso Nacional permita a abertura total das companhias aéreas ao mercado internacional. Com a medida, empresas estrangeiras poderão voar no mercado doméstico se abrirem uma filial em território brasileiro.

Segundo o MTur, enquanto Argentina e Colômbia têm nove e oito companhias aéreas operando as rotas domésticas, respectivamente, no Brasil quatro empresas concentram mais de 99% do mercado.

 

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Portugal é o terceiro país mais seguro do mundo e por isso atrai turistas
   Mozart  Luna  │     24 de julho de 2018   │     18:22  │  0

Portugal é o terceiro país mais seguro do mundo segundo o Índice de Paz Global (IPG) e os números provam isso com a redução em 37% da criminalidade violenta em dez anos e vem caindo a cada ano. Essa ação de governo consolida o país como um excelente destino turístico no mundo.

De acordo com os dados já registados pelas forças e pelos serviços de segurança sobre o primeiro semestre de 2018, os crimes violentos voltaram a registar uma diminuição significativa, na casa dos dois dígitos. No ano passado os crimes violentos já tinham diminuído 8,7%, colocando Portugal como  o terceiro país mais seguro do mundo, segundo o Índice de Paz Global, divulgado no mês passado.

As estatísticas do IPG, já confirmadas apontavam para uma descida de 9,7%. Apesar de os dados ainda estarem a ser sujeitos a comparações e validações, a avaliação das polícias aponta para um reforço dessa tendência de descida a atingir os 10% nos primeiros seis meses deste ano, comparativamente com igual período de 2017.

Nesta redução destacam-se os crimes de roubo na via pública e roubo por esticão – cerca de 12% -, precisamente aquele tipo de crimes com maior impacto na percepção de segurança das pessoas. É uma criminalidade que atinge especialmente os grupos mais vulneráveis da sociedade, como os idosos.

Policiamento ostensivo e visível

As autoridades policiais destacam que um fator que contribuiu decisivamente para esta descida é uma maior presença policial nas ruas, principalmente nas grandes cidades, com mais visibilidade nas zonas de maior afluxo turístico.

Em 2017 esta criminalidade também tinha diminuído, como menos 644 casos (-9,9%) de roubos na via pública e menos 373 (-8,7%) de assaltos com esticão.

Caixas eletrônicos (ATM)

Os arrombamentos a caixa eletrônicos (ATM) têm se mantido baixo e em maio não houve nenhum registros. De janeiro a junho desse ano foram registrados apenas 12 arrombamentos a caixa eletrônico, sendo que em maio não houve nenhum caso de assalto aos ATMS.

Destes, só num caso os assaltantes terão conseguido levar o dinheiro. Comparando com os primeiros seis meses de 2017, houve uma diminuição de 65 casos. Só em maio de 2017 houve 22 roubos a estes terminais automáticos.

No ano passado este crime teve um aumento de 73,5%, o que levou às autoridades, no âmbito do Sistema de Segurança Interna e da Procuradoria-Geral da República, a promover algumas medidas para reforçar o trabalho conjunto das polícias.

Por outro lado, a Polícia Judiciária deteve vários suspeitos e desmantelou grupos criminosos que se dedicavam a estes assaltos. Vale destacar que em praticamente todos os casos haviam brasileiros envolvidos com os criminosos, como o ocorrido no final de 2017 em Sintra, onde três brasileiros foram presos com um argentino, depois de trocarem tiros com a policia portuguesa. Os três foram estão presos até hoje.

O DN pediu à PJ dados sobre os resultados operacionais, mas ainda não foram facultados.  Uma das caixas ATM explodida no ano passado estava situada no prédio onde reside o ministro da Administração Interna, na Estrada da Luz, em Lisboa. Eduardo Cabrita promoveu um encontro entre os responsáveis das polícias e das entidades bancárias, obrigando estas últimas a tomar várias medidas para prevenir estes crimes, como a tintagem das notas.

Criminalidade geral desce

Para IPG a criminalidade geral – esta reporta aos crimes participados pelas vítimas e aos que decorrem da proatividade policial (mais fiscalizações, por exemplo) -, a tendência assinala uma manutenção dos valores do ano passado.

Até 1 de junho a descida foi muito ligeira (-0,7%), não sendo esperadas pelos analistas de segurança interna alterações significativas, quando todos os dados até ao final do mês de junto estiverem validados. Em 2017, as polícias registaram 341 950 crimes, correspondendo a um aumento de 3,3%.

 

Destaca-se nesta criminalidade uma descida nos crimes de furto nas suas diversas formas (em casas, lojas, carros, por exemplo). Esta curva descendente tem vindo a repetir-se desde 2012. No entanto, em 2017 houve um tipo de furto que aumentou: o de “oportunidade” sobre objetos não guardados.

Golpes na internet

Os crimes praticados através do comercial pela internet têm aumentado. Segundo o IPG surgem mais uma vez os crimes de burla, principalmente aqueles que têm por base plataformas informáticas relacionadas com compras online. Subiram 12%. No ano passado estes crimes tiveram um aumento de 47,9%.

Desmantelar quadrilhas

Se em relação à descida da criminalidade violenta, cujas estatísticas não dependem das queixas às polícias, o Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) não tem dúvidas em atribuí-la ao “trabalho das forças e serviços de segurança”, já quanto aos números da criminalidade geral participada há menos certezas.

“A diminuição da criminalidade violenta é cíclica, pois basta que a PJ desmantele e prenda dois ou três grupos criminosos para parar, como se viu no caso dos assaltos aos ATM. Portugal não é por tradição um país de crimes violentos. Associando isso à boa investigação que se faz dos gangues, vai contribuir para que sejam pouco expressivos e, quando aparecem, sejam rapidamente neutralizados”, salienta o presidente do OSCOT.

COLABOARAÇÃO DA TRIPSEEK.NEWS

 

 

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Novo ministro do Turismo toma posse sob desconfiança dos empresários nordestinos
   Mozart  Luna  │     12 de abril de 2018   │     22:20  │  0

 

 

 

O novo ministro do turismo, Vinicius Lummertz tomou posse está semana sob os olhares desconfiados de vários empresários do turismo de várias regiões do Brasil, devido a uma entrevista concedida a imprensa portuguesa durante a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), quando destacou apenas a região Sul.

Outro fato que desagradou a empresários do Nordeste, Centro Oeste e do Norte foi o destaque que se deu as fotos simplórias dos “atrativos” turístico sulistas, como as ruínas de Sete Missões e o Palácio de Vidro de Curitiba, no estande do Brasil. Fato observado e criticado até mesmo por empresário do setor de turismo europeu, que sabem da riqueza do Nordeste pela praias e das belezas naturais de Mato Grosso do Sul e da região amazônica.

As declarações do presidente da Embratur foram consideradas desastrosas e desencontradas, além de tendenciosa já que suas informações estão em desacordo com os números do Anuário do Turismo da Embratur. Os dados mostram que  turismo no Nordeste, Norte e Sudeste brasileiro, são cada vez mais os destinos mais procurados pelo mercado português, que preferem cidades como a Salvador, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e até o Pará no Norte do Brasil.

De acordo com o Anuário do Turismo publicado pela Embratur, São Paulo foi o destino por onde chegaram ao Brasil mais portugueses, com um total de 56,5 mil, seguido pelo Rio de Janeiro, com 44,4 mil.

Estes dois estados são os que possuem mais voos diretos de Portugal e de uma procura de lazer bem como de viagens profissionais e de negócios. Bahia está em terceiro lugar com 12,3 mil, Ceará com 9,2 mil, Pernambuco com 8,5 mil, Minas Gerais com 5,1 mil, Rio Grande do Norte com 4,5 mil, Distrito Federal com 3,3 mil, Pará com 1,4 mil.

A tendência foi de queda das chegadas de turistas portugueses ao Brasil, com um decréscimo de 7,6%, para 149,9 mil. Entretanto na contramão se verificar o aumento de turistas portugueses em  Pernambuco, que subiram 3,9% e  Pará com +35,4%.

Segundo ainda Anuário, Portugal foi o 10º emissor mundial e 5º europeu para o Brasil, tendo sido 13º em São Paulo, 8º no Rio de Janeiro, 2º na Bahia e em Pernambuco, 3º em Minas Gerais e no Rio grande do Norte e 4º no Ceará e no Distrito Federal.

Quem é ele

 

Vinicius Lummertz chegou a Embratur por indicação politica do PMDB par o cargo de presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo). Ele é formado em Ciências Políticas pela Universidade Americana de Paris e estava na Embratur desde junho de 2015.

Ele foi secretário de Turismo, Esporte e Cultura de Florianópolis e diretor nacional e estadual do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas) e também foi secretário de Estado do Planejamento e Relações Internacionais de Santa Catarina (2007-2010), além de ocupar o cargo de secretário Nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, de setembro de 2012 a maio de 2015.
Marta Rossi, uma das lideranças do turismo nacional, criadora da Feira Internacional de Turismo (FESTURIS) comemorou a posse de Lummertz. Segundo “ter um ministro oriundo da Região Sul é fundamental para a região como um todo”. Será?

 

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