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Prefeitura prepara lei para fiscalizar alugueis por temporada e uso do Airbnb
   Mozart  Luna  │     24 de setembro de 2018   │     6:00  │  0

 

A procuradoria do município de Maceió está elaborando um projeto para ordenar a atividade de alugar imóveis por temporada, assim como encontrar uma forma de controlar que imóveis residências funcionem como hotéis através, da utilização de plataformas digitais como o Airbnb.

Segundo o secretário municipal de turismo, Jair Galvão, o disciplinamento dessa atividade vai coibir a evasão de receita e a competitividade desleal com o setor de hotelaria, que gera emprego e renda em Alagoas. O secretário comentou ainda outros problemas que ocorrem nos condomínios residenciais, gerados por essa atividade. Segundo ele a presença de pessoas estranhas, muitas vezes envolvidas com vários tipos e delitos e crimes, tem gerado medo.

O disciplinamento dessa atividade vai possibilitar também a fiscalização de quem está alugando imóveis residências por temporada, sem a devida identificação, já que atualmente, na maioria, basta o pagamento do aluguel. Muitas vezes são pessoas envolvidas com trafico de drogas, exploração sexual infantil e até quadrilhas de assaltantes a banco, que passam a conviver por uma temporada, em um imóvel residencial.

Em contrapartida o setor de hotelaria age com todo rigor exigindo do hospede a identificação completa, além de estar atenda sobre atitudes e comportamentos suspeitos de quem está se hospedando.

Sonegação fiscal

A prática de aluguel por temporada atualmente não tem qualquer fiscalização, principalmente no que toca ao recolhimento dos impostos devidos pela atividade comercial, que também é omitida da Receita Federal, que não é informada que o imóvel é usado para obtenção de receita, contanto apenas como um patrimônio do declarante. A proposta propõe que seja realizado, o cruzamento de informações com a Receita Federal, para que os proprietários de imóveis, que realizam essa atividade sejam notificados.

Segundo o secretário municipal de turismo, Jair Galvão, o projeto de fiscalização da atividade de aluguel por temporada e principalmente o uso de plataformas digitais, como o Airbnb será fiscalizado e existirá regras claras. “Isso é uma determinação do próprio prefeito Rui Palmeira”, finalizou.

 

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Atividade de aluguel por temporada não contribui com o fisco
   Mozart  Luna  │     1 de maio de 2018   │     18:00  │  0

 

 

 

A cada ano cresce a procurar por apartamentos por temporada em Maceió e esse número aumentou ainda mais graças ao aplicativo Airbnb que tem faturado bastante. Entretanto o crescimento dessa modalidade de hospedagem é tido com uma ameaça aos hotéis e principalmente a pousadas, que segundo relatos dos empresários estariam sendo as primeiras vítimas desse novo mercado de hospedagem.

O alerta foi dado pelo presidente da Associação Brasileira da Industria de Hotéis (ABIH), secção Alagoas, Milton Hênio, assim que tomou posso no cargo no inicio do ano. Segundo ele essa modalidade de hospedagem já abocanha 8% do mercado.

Segundo Milton Hênio quem aluga apartamento por temporada não gera emprego nem contribui com tributos pela atividade comercial que tem, além de prejudicar a atividade turística profissionalmente, já que não tem uma proposta de desenvolvimento para o setor. O presidente da ABIH em seu discurso de posse chamou a atenção das autoridades para evasão fiscal que essa atividade esta proporcionando e que é preciso regular esse comercio de hospedagem criando leis e fiscalizando.

Aibnb

Criado há nove anos o Airbnb alugou o seu primeiro quarto. Os números vêm crescendo e a startup está projetando superar a marca de US$ 3,5 bilhões em lucros até 2020. Sem gerar emprego e ainda ameaça quebrar vário hotéis e pousadas.

O segredo da vantagem competitiva do Airbnb reside no fato de que a empresa ser capaz de manter seus custos fixos reduzidos ao criar uma pilha de ações de bilhões de dólares em dinheiro de capital de risco.

Ações

Em setembro do ano passado, a Airbnb arrecadou US$ 555,5 milhões em uma nova rodada de investimentos. O negócio faz parte de um projeto da empresa para aliviar a pressão de abrir seu capital, uma vez que a empresa terá mais fundos para gastar em uma expansão no exterior.

Além do dinheiro que entra por meio de financiamentos, especialistas avaliam que as perdas anuais da Airbnb somaram menos de US$ 300 milhões ao longo de seus nove anos de história.

Se a empresa conseguir mesmo atingir seu objetivo, ela irá dar um salto à frente de outro serviço relacionado à economia compartilhada: o Uber, que em 2016 pode ter perdido US$ 3 bilhões.

Em Portugal paga-se imposto

 

 

A plataforma Airbnb divulgou esta semana os lucros que teve com o aluguer de apartamentos em Portugal em 2017: 250 milhões de euros. Segundo os números apresentados foram 2,62 milhões de visitantes oriundos de 150 países que optaram por estadias em alojamentos locais utilizando para isso a plataforma Airbnb.

Governo ganhou 3,8 milhões

 

A plataforma contribuiu com as autoridades de Lisboa com 3,8 milhões relativos a taxa turística em 2017. Isto é fruto de um acordo realizado em abril de 2016 com a Câmara Municipal de Lisboa para entregar o valor da taxa turística cobrada, em nome dos seus anfitriões, aos hóspedes. De lá para cá são quase seis milhões de euros entregues pela Airbnb relativos à taxa turística na capital portuguesa.

A  maioria dos hóspedes são da Europa mesmo, mas 350 mil vêm dos Estados Unidos. Os portugueses que disponibilizaram seus imóveis para a plataforma Airbnb ganhou em média U$S 4.500 ou seja cerca de 3.640 euros no câmbio atual, tendo alugado seu alojamento por 44 noites. Esses valores variam de acordo com a cidade.

Lisboa

Lisboa é a cidade que tem os valores mais altos e os donos de imóveis lucraram em média 7.685 euros e alugou o alojamento por 103 noites. A capital portuguesa acolheu 1,03 milhões de visitantes que optaram pela Airbnb.
No Porto, o ganho monetário cifrou-se em 5.743 euros e o número de noites de aluguer foi de 83. A Invicta recebeu 470 mil hóspedes.

A novidade atualmente na plataforma é que o Airbnb fornece ainda dados para Albufeira, Lagos e Portimão. Estas localidades algarvias apresentam valores de ganhos e de número de noites de estadia inferiores, fruto da sazonalidade da procura turística na região.

 

4,85 milhões de anúncios em 191 países

A plataforma Airbnb registrou 4,85 milhões de anúncios de oferta de alojamento em mais de 191 países. Os dados demonstram que os hóspedes optam pela Airbnb por desejar viver como um morador local (79%) e porque os alojamentos estão melhor localizados do que os hotéis (89%).
Dados Importantes
Mais de metade dos hóspedes que utilizam a Airbnb a nível global (53%) informaram ter gasto o dinheiro que economizaram usando a Airbnb em empresas locais.

 

Os dados apontam também que quase metade dos gastos dos hóspedes (44%) é efetuado nos bairros onde ficam alojados, espalhados pelas cidades e não apenas nas zonas de hotéis e turísticas.

Os donos dos imóveis usaram 43% dos rendimentos obtidos com o aluguer para pagar despesas correntes do lar. Para 6% dos anfitriões, os rendimentos obtidos através da Airbnb foram utilizados para criarem um novo negócio.

Como surgiu

Decidiram tirar três colchões de ar do armário, inflá-los e cobrar pelo espaço, uma vez que muitos hotéis a cidade estavam lotados por causa de um festival de design.

Eles chamaram o projeto de Air Bed & Breakfast em homenagem aos colchões de ar e um café da manhã de torradas Pop Tarts.

O que era para ser uma forma de esticar o dinheiro até o fim do mês se transformou, 8 anos depois, em uma ideia de US$ 25 bilhões.

Foi assim que Brian Chesky, formado em design industrial, e Joe Gebbia, seu colega de faculdade, criaram o Airbnb em San Francisco em agosto de 2008. Alguns meses depois, Nathan Blecharczyk, engenheiro, se juntou ao grupo.

Atrás de um sonho

Com uma ideia de negócios na mão, muita disposição e nenhum dinheiro no bolso foram atrás de investidores e formas de financiar a startup. Chegaram a vender caixas de cereal personalizadas, inclusive para campanhas presidenciais. Por fim, entraram na incubadora Y Combinator, em San Francisco.

No início foi difícil fazer o serviço crescer. Ao investigar porque os apartamentos de Nova York não estavam sendo alugados, os sócios perceberam que a qualidade das fotos era muito ruim.

Então foram pessoalmente para a cidade e bateram de porta em porta para tirar fotos mais bonitas dos apartamentos. Na semana seguinte, dobraram o faturamento da cidade para US$ 400 por semana.

Hoje, o serviço permite alugar mais de 2 milhões de propriedades, de quartos a casas na árvore, e mais de 1.400 castelos em 34.000 cidades de 190 países.

Mais de 60 milhões já se hospedaram com o Airbnb desde seu lançamento, que já fez promoções com quartos na Torre Eiffel, em um aquário de tubarões, além do quarto de Ariana Huffington e da casa da famosa cozinheira Julia Child.

 

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