Category Archives: Meio ambiente e turismo

Encontro Internacional dos Cafés Históricos da Europa
   Mozart  Luna  │     21 de abril de 2018   │     10:26  │  0

 

A Europa não produz café, mas possui os estabelecimentos mais charmosos onde é servido esse produto tão consumido em todo mundo. Para consolidar como esses lugares como atrativos turísticos estão ocorrendo em Portugal na cidade Coimbra o primeiro Encontro Internacional de Cafés Históricos da Europa, que começou no dia 20 e vai até hoje (21).

 

O Encontro ocorre paralelamente também a Casa da Escrita e no Café Santa Cruz, e que simultaneamente promoverá reuniões de trabalho onde serão discutidas formas de colaboração e intercâmbio. O Encontro proporcionará momentos de debate em ambiente de tertúlia sobre os cafés enquanto espaços do patrimônio cultural com lugar na história da Europa.

 

Representantes de Café como Les Deux Magots de Paris, o L’Ópera de Barcelona, o Kipos de Chania, o Central de Budapeste ou o Majestic do Porto estão presentes. Esses Cafés são considerados “testemunhas” culturais de décadas de convivência social, tertúlias artísticas e debates políticos.

 

Os Cafés europeus têm sido palco de histórias de romances, política e locais de gravações de produções cinematográficas. As histórias que acolhem, as tradições que preservaram e os desafios a que continuamente respondem, bem como conhecer a forma como se preparam para os permanentes desafios que lhes  levaram os proprietários de Cafés europeus a discutir a classificação desses estabelecimentos como patrimônio cultural do Velho Continente.

 

Pauta

 

Na pauta do Primeiro Encontro Internacional de Cafés Europeus estão temas: A importância dos Cafés na transformação da esfera pública; Os Cafés Históricos e as Redes de Patrimônio Cultural e Os Cafés Históricos como Patrimônio Turístico.

 

Os participantes do evento propõem a criação de uma Rede de Cafés Históricos da Europa, e o estabelecimento de uma Rota Européia dos Cafés Históricos e também incluir como novo Itinerário Cultural do Conselho da Europa e ainda o estabelecer do Dia Europeu do Café Histórico.

 

Participam também nas oficiais nacionais, representantes da Rotas dos Cafés com História de Portugal, Cafés Históricos de Espanha e diversos cafés europeus. Os Cafés Históricos como Patrimônio Cultural é uma iniciativa do Café Santa Cruz, co-organizada com a Associação dos Cafés com História de Portugal (ACH) e a Associação Européia dos Cafés Históricos (EHICA), integrada na 20.ª Semana Cultural da Universidade Coimbra e no Ano Europeu do Patrimônio Cultural.

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Hotel Quality Dunas do Marapé começa operar em julho desse ano
   Mozart  Luna  │     20 de abril de 2018   │     10:54  │  0

 

 

 

O Hotel Quality Dunas do Marapé deverá está em funcionamento em julho desse ano. Será o primeiro do LItoral Sul de grande porte com 100 confortáveis apartamentos.

O hotel está localizado no município de Jequiá da Praia e integrando o Complexo Dunas do Marapé.  O Quality Hotel Dunas de Marapé oferecerá ainda, uma ampla área de lazer. O empreendimento contará também com restaurante, serviços de praia, espaço kids e uma piscina na cobertura.

 

A diretoria da Atlântica se pronunciou dizendo que o hotel faz parte do Complexo Ecológico Dunas de Marapé, conhecido também como Pérola do Sul do Estado, por conta de suas belezas naturais.

O Litoral Sul de Alagoas possui praias lindíssimas e uma excelente rodovia de acesso, além de ser mais próximo de Maceió e do aeroporto Zumbi dos Palmares.

 

 A chegada também de um hotel com bandeira reconhecida internacionalmente como Quality será um marco e um novo capítulo no segmento de hospitalidade em Alagoas. Chegou a hora do Litoral Sul mostrar sua força.

 

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Alerta: um terço da maior barreira de corais morreu com alteração climática
   Mozart  Luna  │     19 de abril de 2018   │     17:05  │  0

O meio ambiente deu seu primeiro alerta para humanidade de que o planeta corre sérios risco climáticos, com a morte de um terço dos corais da Grande Barreira, localizada na Austrália. A informação foi dada através da revista Nature.

A Grande Barreira de Coral da Austrália, património mundial da UNESCO, sofreu um “colapso catastrófico” de corais durante uma vaga de calor em 2016, “uma ameaça à diversidade da vida marinha”.

De acordo com a publicação, um terço dos corais de superfície da Grande Barreira morreu em 2016 devido ao aumento das temperaturas. Património Mundial da UNESCO desde 1981, a Grande Barreira de Coral estende-se ao longo de cerca de 2.400 quilómetros, na costa Leste da Austrália, e é o maior complexo de recifes de coral do mundo.

Australia, Queensland, Great Barrier Reef, Ribbon Reefs, diver and reef sb10064627b-001

A morte destes corais causou mutação de radicais nas misturas de espécies em centenas de recifes individuais.  O estudo refere que os “recifes de coral representam menos de 1% do ambiente marinho da Terra, mas abrigam cerca de 25% da vida marinha”.

“A morte destes corais causou mudanças radicais na mistura de espécies em centenas de recifes individuais”, explicou à agência AFP um dos autores do estudo, Andrew Baird.

A mudança na mistura de espécies e a perda total de corais “tem um impacto sobre todas as criaturas que dependem dos corais para alimentação e habitat”, sublinhou o co-autor Terry Hughes.

Se os países não seguirem a orientação do acordo de Paris tomando medidas ambientais para evitar a elevação da temperatura entre 1,5 e 2 graus Celsius não só a Grande Barreira de Coral da Austrália como outras em todo mundo simplesmente vai desaparecer

The Great Barrier Reef, the world’s largest coral reef, lies in the Coral Sea off northeastern Australia. Near Queensland, Australia WTR094

O estudo apela à proteção dos corais sobreviventes, estimados em cerca de mil milhões, dependentes agora da “melhoria da qualidade da água e pela redução da poluição costeira”.

Se não se limitar a subida da temperatura entre 1,5 graus Celsius e dois graus Celsius – estabelecido no Acordo de Paris -, “a Grande Barreira de Coral corre mesmo o risco de desaparecer”, concluíram os cientistas.

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Afinidades culturais unem pessoas para viajar em grupos de turismo
   Mozart  Luna  │     18 de abril de 2018   │     18:06  │  0

Uma forma inovadora de viajar em grupo vem ganhando espaço no mercado de turismo. Esses grupos buscam juntar pessoas que possuem as mesmas afinidades culturais. Como, por exemplo, é do grupo de alagoanos que realiza todos os anos viagens para destinos diversos do mundo com o objetivo de conhecer a cultura dos povos dos vários continentes. A idéia é do Professor da Universidade Federal de Alagoas, Fábio Lins, que realiza esse projeto há sete anos em parceira com a empresa Transamérica Turismo.

Grupo fez uma homenagem ao CSA 

O projeto possui inclusive um portal culturaeviagem.wordpress.com, onde existe um diário de todas as viagens que realizaram. A iniciativa é sem fins lucrativos e tem o objetivo, segundo Fábio Lins, apenas de buscar unir pessoas que buscam conhecer os costumes, tradições e como se desenvolveram algumas civilizações.

Prédios históricos ainda da época romana 

Claro que também há momentos de lazer e descontração, mas o objetivo principal é colher informações sobre a forma de vida de cada nação seja no primeiro ou no terceiro mundo. A maioria dos participantes do grupo possui uma formação acadêmica especifica que vão desde integrantes da área de saúde, justiça e professores pesquisadores.

Buscar conhecimento é o alvo principal e por isso os roteiros são preparados e discutidos com todos. Segundo Fábio Lins o grupo está consolidado, tanto assim que 80% dos integrantes viajam todos os anos.

Ilhas Britânicas

Em seu “diário de viagens” postado no site do grupo Fábio Lins faz seu relato assim que chegou a Alagoas da última viagem do grupo: “Olá, meus amigos! Acabamos de retornar da Viagem Cultural Europa 2018 (VCE2018), sétima edição do projeto “viagem cultural”, que venho idealizando em parceria com a Transamérica Turismo desde 2012. No roteiro de 2018, nossos destinos foram as Ilhas Britânicas, destacando o imenso legado cultural de Inglaterra, País de Gales, Escócia, Irlanda do Norte e Irlanda.

Quando o roteiro da viagem cultural foi lançado, em julho do ano passado, apesar do sucesso das seis edições anteriores (oito, se contarmos também com as viagens culturais que realizamos ao Peru em 2014 e México em 2015), não se imaginava que a VCE2018 fosse tão bem recebida pelo público, tendo sido batido o recorde de vendas (somadas todas as edições das viagens culturais, mais de 600 pessoas já participaram).

Neste ano, nosso grupo tinha 130 pessoas, sendo a maioria formada por alagoanos e por pessoas que já haviam realizado alguma outra edição da viagem cultural (alguns, pela sétima vez consecutiva!).

Diante da grande quantidade de pessoas, um dos desafios deste ano foi garantir a qualidade. Neste sentido, a Transamérica Turismo se empenhou bastante com a questão da logística, tendo selecionado ótimos hotéis, levado diversos coordenadores, contratado guias locais preparados e dividido o grupo em três ônibus independentes, o que permitiu a realização de uma viagem com tranquilidade e eficiência.

LONDRES

Na capital inglesa, ficamos três dias, oportunidade em que foi realizado um tour cultural e outras atividades. Durante o tour, vimos a famosa troca da guarda, no Palácio de Buckingham.

O relato continua mostrando os diversos locais por onde o grupo passou, sempre se identificando a sua origem alagoana inclusive com as preferências dos times de futebol do Estado.

Para o empresário Marcel Monteiro, diretor da Transamérica Turismo esse tipo de iniciativa tem sido comum na atividade de viagens. Segundo ele as pessoas que possuem afinidades culturais se organizam e traçam seu roteiro, fugindo dos famosos “pacotes” turísticos que muitas vezes não é consenso em grupos que compram destinos e no transcorrer da viagem divergem com relação a opções de passeios nos locais para o qual viajam.

 

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Os segredos da Eslovênia, um país lindíssimo da Europa
   Mozart  Luna  │       │     8:15  │  0

 

 

A Eslovênia é um país lindíssimo e pouco divulgado como destino turístico na Europa, talvez por se tratar do único que faz parte da União Européia como uma nação ex-comunista. Sua história é riquíssima e data ainda do Império Romano, que dominou a região. Sua independência foi conquistada em 1991 e sua integração a U E se deu em 2004.

A Eslovênia é um país pequeno, mas com muito verde e muito organizado, fruto do regime comunista que imperou durante décadas. Está localizado entre os Alpes Julianos e o mar Adriático – da areia à neve vão apenas duas horas de carro de distância – que tem na sua capital, Liubliana, uma espécie de resumo perfeito de todas as qualidades e virtudes desta nação da ex-Jugoslávia. Fica exatamente a meio do território.

Sua população é pequena e não chega a 300 mil habitantes. Com muitas casas com arquitetura medieval bem preservada se assemelha a uma cidade saída de um conto de fadas, sendo seu castelo medieval o cartão postal de apresentação de sua beleza e simplicidade da arquitetura, as cores dos edifícios, as flores, o sentimento de aconchego e as dezenas de pontes sobre o rio Liublianica.

Com uma maneira de viver muita ligada à vida do campo a Eslovênia desde 2016 ostenta o título de Capital Verde da Europa. Um prêmio por tudo aquilo que tem feito em áreas como a poluição sonora, gestão de resíduos, gestão da água ou consumo de energia, mas também por aquilo que promete fazer nos próximos anos.

Fim dos carros

Um dos projetos em andamento na Eslovênia é o fim da circulação de veículos automotores 2050.  Atualmente a meta é reduzir as emissões até 80%, e de imediata os carros vão “desaparecer” do centro histórico.

Para que ninguém fique sem transportes espalharam bicicletas (de aluguer) um pouco por toda a cidade. Pode, contudo, uma cidade tão saudável transformar-se num destino sem vida? De forma alguma. Não faltam galerias e museus, gente jovem e uma vida noturna com muitos encantos. Curiosidade
Visitar

Parque Tivoli: o maior parque público da capital. Estende-se por quatro bairros e desde 1984 é paisagem protegida. Os observadores de aves vão gostar da visita.

Castelo de Liubliana: complexo arquitetônico acima da Baixa de Liubliana. Esta fortaleza medieval data do século XI e no século XIX foi estabelecimento prisional. No século passado tornou-se um dos locais mais visitados do país.

Ponte Tripla (Tromostovje): Bem no centro da cidade, sobre o rio Liublianica, junta as duas margens da área histórica. Nas muralhas existem cafés e bares para aproveitar a animada oferta noturna da capital da Eslovénia.

Ljubljana Jazz Festival: Acontece de 30 de junho a 2 de julho e junta alguns dos grandes nomes do jazz americano, europeu e asiático. Decorre no teatro Krizanke.
ljubljanajazz.si

 

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