Category Archives: Meio ambiente e turismo

Certificado Digital de Vacinação não será obrigatório, mas uma facilidade, explica ministro do turismo
   Mozart  Luna  │     12 de abril de 2021   │     20:06  │  0

 

A vacinação contra o covid-19 no Brasil avança e deve atingir os 20 milhões imunizados até o final deste mês de abril, uma notícia boa que tira o Brasil de uma situação desagradável em que se encontrava no cenário internacional, principalmente para quem deseja viajar para outras países, seja por lazer ou a trabalho.

E como a toda comunidade internacional vem se organizando para implantação de um Certificado Digital de Saúde o ministro do turismo, Gilso Neto, se adiantou para que os brasileiros possam contar com um certificado internacional de vacinação digital.

No início de abril, o titular da pasta, Gilson Machado Neto, se reuniu com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para que o aplicativo Conecte SUS possa fazer este papel, facilitando as viagens de brasileiros pelo mundo. A ideia é que o certificado fornecido por meio do app permita que as pessoas já imunizadas tenham um QR Code com dados sobre a vacinação, não apenas da Covid-19, mas todas as vacinas, inclusive a da Febre Amarela, que é exigida em diversos países.

O ministro, no entanto, foi mal interpretado e sofreu uma série de críticas em suas redes sociais. “Criaram uma narrativa, mas ela não procede. Assim como a vacina, a certificação também não é obrigatória, toma quem quiser”, esclareceu Machado, se dirigindo aos críticos que alegavam que o certificado seria uma espécie de segregação.

O ministro explicou que o fato de fornecer um certificado aos brasileiros, não significa que haverá algum tipo de exigência ou sansão por parte do governo federal para quem não tiver o documento. “Lembro que países como Panamá, Costa Rica, Colômbia e outros exigem o Certificado Internacional de vacina para a Febre Amarela. Certificado este, que é emitido pela Anvisa em uma carteirinha que já existe. O que queremos fazer é que o QR Code leve essa informação e seja aceito internacionalmente”, disse.

De acordo com Machado Neto, não há nenhum tipo de obrigatoriedade, tanto na vacina, como no certificado. Ele lembrou que o Conecte SUS é uma ferramenta lançada em 2019 e que a ideia é facilitar a atividade turística, uma vez que as exigências por vacinação já estão feitas pelos países e empreendimentos.

“Fizemos isso por um anseio do trade. Nossa ideia é que o Conecte SUS seja um instrumento para ajudar os brasileiros. Sobre a vacina, reiteramos que se vacina quem se quiser. Eu, particularmente, sou contra qualquer tipo de discriminação”, reiterou. “Já há lugares exigindo certificação, como Israel e Nova York, por exemplo. Então o que conversamos com o ministro da Saúde é que o app tenha esta validade”, finalizou.

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Barra de Santo Antônio: 100 dias de Governo
   Mozart  Luna  │       │     19:10  │  0

 

O governo da Prefeita Lívia Carla e vice Cleber Malta celebra os primeiros cem dias do mandato, data um marco tradicional para o primeiro balanço das realizações e desafios a serem superados. O foco foi nas ações administrativas para inovar, humanizar o serviço prestado à população e oferecer transparência às decisões de governo que serão alicerces para os próximos anos.

Os desafios surgidos com o atual cenário nacional ainda permitem a Barra de Santo Antônio planejar o seu crescimento com ações integradas que serão ampliadas nos próximos meses. Fizemos um rol de ações em todas as secretarias e órgãos públicos do município.

Saúde

Barra de Santo Antônio já tem 1.101 PESSOAS VACINADAS, realizamos vários cursos de capacitação para os nossos profissionais de saúde. Firmamos também parceria com o Hospital dos Olhos Santa Luzia e disponibilizamos pela PRIMEIRA VEZ o atendimento odontológico aos sábados.

Finanças

Durante esses 100 dias de muito trabalho, os salários dos servidores ativo e inativos foram PAGOS EM DIA. Além disso, herdamos dívidas de gestões anteriores e com muito esforço e planejamento, aos poucos, estamos conseguindo honrar com os débitos.

Educação

A prefeitura realizou pela PRIMEIRA VEZ o aulão preparatório para o ENEM com professores de diversas disciplinas. Inserimos também o programa BUSCA ATIVA e o nosso município (10 ° GERE) foi o PRIMEIRO a concluir a situação final do aluno no sistema educacenso e responder o questionário COVID-19 educacional em tempo hábil.

Obras e Infraestrutura

Havia muito trabalho a ser feito e em 100 dias de gestão realizamos a retirada de entulhos por todo município, restabelecemos a iluminação da cidade e realizamos uma série de avanços na lagoa localizada na Barra I.

Turismo

Tivemos a implantação do programa PRAIA LIMPA e a prefeitura firmou o fortalecimento da gestão ambiental voltadas à preservação ambiental, educação ambiental e temas correlatos.

Agricultura

Tivemos a reativação do programa do leite e o cadastro de feirante municipal.

Esportes

Fizemos a revitalização do campo de futebol Tadeuzão , localizado na Barra II, ilha da Crôa.

Assistência social

A prefeitura realizou a distribuição de 12 TONELADAS DE PEIXES E 6 MIL KITS durante o período de semana santa e iniciamos o cadastro do Programa Cria em nosso município.

Transportes

Realizamos durante esse período a RENOVAÇÃO E MANUTENÇÃO dos veículos, como foi o caso da motoniveladora que estava em desuso por 1 ano e disponibilizamos transporte para os alunos realizarem A PROVA DO ENEM.

Foram cem dias de muito trabalho, concentramos forças para solucionar os problemas mais graves que encontramos, começamos a buscar recursos e investimentos. Com metas cumpridas e em andamento.

“Política é esperança; e nós estamos aqui com a esperança da Barra poder avançar melhor.
Victor Hugo dizia: “Que nada segura a ideia a que chegou ao seu tempo”. Chegou a ideia, a proposta, da honestidade, da honradez, do desenvolvimento, da qualidade de vida, do futuro da Barra.” Frisou a Prefeita.

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Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco cobra rigor na instalação da barragem de mineradora
   Mozart  Luna  │       │     9:00  │  0

O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda declarou que são preocupantes as notícias que envolvem a instalação da barragem de rejeitos da Mineradora Vale Verde no Agreste (MVV) e que por ser de grande porte, necessita de acompanhamento com mais atenção e rigor por parte dos órgãos ambientais como Instituto do Meio Ambiente (IMA.

Anivaldo Miranda disse que até o momento o CBHSF não foi convidado para conhecer o projeto da barragem, embora ela esteja localizada na área da Bacia do São Francisco, onde existem vários rios e riachos temporários afluentes do Velho Chico.

O presidente do Comitê disse ainda que qualquer acidente na barragem, dependendo do tipo de resíduos que se acumula, pode comprometer todo abastecimento de água do Agreste e Baixo São Francisco, milhões de pessoas, tanto para Alagoas como Sergipe, fato que seria uma tragédia de proporções terríveis.  Anivaldo Miranda lembrou as tragédias em Minas Gerais, que causaram mortes e um grande prejuízo a toda economia, principalmente para a agricultura.

Anivaldo Miranda disse que estará colocando na pauta do Comitê o assunto e destacou a manifestação das comunidades rurais, do setor acadêmico científico, imprensa e das autoridades como vereadores e prefeitos, como importantíssimo para que todos fiquem sabendo das reais consequências para todos da instalação da Mineradora no Agreste. O presidente do CBHSF, agradeceu o papel da imprensa em não se calar e continuar fazendo questionamentos sobre tudo que envolve o funcionamento da Mineradora Vale Verde no Agreste.

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Mineradora coloca em risco agricultura no Agreste e desvaloriza propriedades rurais
   Mozart  Luna  │       │     6:53  │  0

 

As propriedades rurais localizadas próximas da barragem de rejeitos da Mineradora Vale Verde, em Craíbas, Agreste de Alagoas e a 135 quilômetros de Maceió, estão perdendo o valor venal devido ( ao medo que a expansão do lago de lama chamado de rejeito venha atingir)áreas agricultáveis.

A preocupação dos agricultores motivou a realização de uma reunião semana passada na Câmara de Vereadores entre diretores da empresa, os vereadores e o prefeito TeófiloPereira, onde muitas perguntas foram realizadas aos representantes da  MVV e poucas respostas foram dadas.

Diante de tantas dúvidas sobre o futuro, não só da qualidade de vida, do meio ambiente, mas principalmente da agricultura na região, que tantos empregos gera; buscamos ouvir um dos maiores especialistas em solo de Alagoas, que é o professor doutor Raimundo Nonato, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), que mapeou todas manchas de solo do Projeto do Canal do Sertão e coordenou o Zoneamento Ecológico e Econômico de Alagoas.

O professor de imediato foi taxativo em afirmar que as terras realmente perderão valor, porque tem sido um fato em todas regiões, onde Mineradoras se instalam. Raimundo Nonato disse que a região onde está sendo construída a barragem de rejeito, possui um cristalino (rocha), que não permite a infiltração dessa “lama mineral”, que tende a se expandir em suas margens, crescendo com o passar dos anos (de acumulação deste rejeito e  que num acidente pode inundar as terras a  jusante.

Segundo ainda o professor Nonato, esse material, quando em contato com o solo agrícola produtivo, causa sua esterilidade e que somente depois de 30 a 50 anos de muito trabalho de recuperação, poderá voltar a produzir e assim mesmo com monitoramento. “Portanto, onde essa lama chegar às terras se tornaram improdutivas”, alerta ele.

Poluição química e aérea

Outra situação levantada pelo especialista em solo é quanto ao processo de extração do cobre, que pode causar danos ainda maiores não só a agricultura, com também a vida animal e humana além da poluição aérea, através da emissão de gases tóxicos na atmosfera.

Segundo Nonato é preciso que todo processo seja seguro e dentro das normas ambientais exigidas.  Procuramos ouvir os diretores da MVV sobre que tipo de processo químico será utilizado na extração do cobre, mas a empresa evitou dizer que elemento químico será empregado, se resumindo a informar através denota que “os produtos químicos utilizados na extração do cobre não tornam o rejeito nocivo. Testes de caracterização foram realizados por laboratórios internacionalmente conhecidos, e o rejeito está classificado comoClasse II-B (Inerte e Não-Perigoso, conforme CONAMA). A Mineração ValeVerde do Brasil Ltda esclarece que encontra-se na fase final de implantação doProjeto Serrote, com previsão para o início de suas operações no segundo semestre de 2021.

Diante disso, até a presente data não houve lançamento de rejeitos na barragem, porém de acordo com as informações apresentadas no Relatório Técnico de Classificação de Resíduos Sólidos N°SG-0082-CR/08, realizado pelo Laboratório SGS GEOSOL, que avaliou parâmetros deCorrosividade, Reatividade e Toxicidade, foi constatado a partir das amostras de sondagem, que os resíduos da MVV  são classificados como Classe II B(Não Perigoso – Inerte), por não terem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água.Por fim, não apresentam características corrosivas e reativas”.

A empresa responde, mas não diz que tipo de produto químico será utilizado, o que deixa uma grande lacuna para avaliação dos danos que poderá causar ao solo, a atividade agrícola e principalmente a vida animal e humana.

Brutalidade

Os danos ambientais que serão causados na região já são grandes e a relação custo/benefício não justificaria tamanha agressão ao meio ambiente e a atividade de produção de alimentos, que sofrerá bastante, podendo vir gerar problemas sociais graves.

Segundo a própria MVV, para se obter 1.500 metros cúbicos de cobre é preciso arrancar da terra 100 mil metros cúbicos de material, ou seja1,5% de cobre. Uma brutalidade contra o planeta é cometida para ser retirar uma

pequena quantidade de minério, através de uma atividade extremamente agressiva, que não retribui proporcionalmente, já que não tantos postos de trabalho e ainda causará danos a uma das atividades mais importantes da região e gera emprego e renda, que é agricultura familiar.
Ameaça ao Canal do Sertão Para o professor Raimundo Nonato, que também foi gerente de operações do Canal do Sertão,  a atividade da MVV é extremamente agressiva e de pouco retorno para o desenvolvimento sócio econômico no Agreste e com certeza deverá prejudicar um outro grande projeto de produção alimentos e geração de emprego e renda que é o Canal do Sertão, quando chegar ao Agreste.

Segundo ele, é na região da grande Arapiraca que oCanal do Sertão viabiliza vários projetos de produção de alimentos em larga escala. Graças ao solo rico que existe e com uma diferencial que é da agricultura familiar, onde a riqueza é bem distribuída porque não existem latifúndios.

O sonho da chegada do Canal do Sertão à Grande Arapiraca, está sob a ameaça da atividade de mineração, que não gera empregos e só concentra riqueza nas mãos de alguns grupos.  Raimundo Nonato disse ainda que é preciso que haja um debate mais aprofundado da atividade de mineração no Agreste de Alagoas e fez um alerta para o perigo que existe na extração cobre, principalmente para toda cadeia do ecossistema e atingindo os microrganismos vivos.  Um assunto que ele só irá abordar em outra reportagem.

“O covid-19 é consequência de atividade de agressão ambiental, onde microrganismos interagem numa região da China. O mesmo pode ocorrer na exploração do cobre no Agreste, pois o cobre é um minério perigosíssimo para os microrganismos, que regem a vida no Planeta”, alerta ele.

Solicitamos a Mineradora Vale Verde esclarecimentos para as indagações abaixo enumeradas : 

1 – Que tipo de processo de coleta do mineral cobre será utilizado? Algum produto químico será aplicado como o mercúrio como no caso do ouro?  Os produtos químicos utilizados na concentração do cobre não tornam o rejeito nocivo.

MVV – Testes de caracterização foram realizados por laboratórios internacionalmente conhecidos, e o rejeito está classificado como Classe II-B (Inerte e Não-Perigoso, conforme CONAMA) Segue a posição oficial da empresa à sua pergunta:

A Mineração Vale Verde do Brasil Ltda esclarece que encontra-se na fase final de implantação do Projeto Serrote, com previsão para o início de suas operações no segundo semestre de 2021.

Diante disso, até a presente data não houve lançamento de rejeitos na barragem, porém de acordo com as informações apresentadas no Relatório Técnico de Classificação de Resíduos Sólidos N°SG-0082-CR/08, realizado pelo Laboratório SGS GEOSOL, que avaliou parâmetros deCorrosividade, Reatividade e Toxicidade, foi constatado a partir das amostras de sondagem, que os resíduos da MVV  são classificados como Classe II B(Não Perigoso – Inerte), por não terem nenhum de seus constituintes solubilizados à concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água.Por fim, não apresentam características corrosivas e reativas.

2- Quantos metros cúbicos de rocha será utilizado para retirar qto de cobre?

MVV – Em média, são lavrados aproximadamente 100 mil metros cúbicos por mês de rocha mineralizada, que resultam em produção entre1.500 e 2.000 metros cúbicos de concentrado de cobre mensalmente.

3- O rejeito seria composto de que tipo de material?

MVV- O material do rejeito será composto de material rochoso, predominantemente granítico, com granulometria menor que 0,3mm. 4- Qual a capacidade da barragem e quanto tempo ela será utilizada como local para deposito de rejeito?

MVV – A barragem da MVV é de solo compactado (aterro controlado). Tanto o material da barragem da MVV quanto o método construtivo atendem todos requisitos nacionais e internacionais de segurança de barragem. A barragem será utilizada para disposição controlada do rejeito durante aproximadamente 15 anos.

4- Depois de esgotada a mineração de cobre, oque será feito da barragem de rejeito?

MVV – As medidas estão contempladas no plano de fechamento de mina, que prevê medidas de incorporação ao meio ambiente como aplicação de solo orgânico, revegetação da área da barragem, drenagem  medidas.   6- Existem algum tipo de estudos ou plano de ação (evacuação)  no caso de transbordo expansão  com os mais altos padrões de segurança, obedecendo às diretrizes reconhecidas nacional e internacionalmente. Além disso, inspeções de campo, monitoramento24 horas/7 dias e auditorias externas ocorrem regularmente para garantir a segurança da mesma. Ainda assim, como a legislação em vigor obriga todas as empresas de mineração que operem uma barragem a possuírem um plano para atendimento a qualquer tipo de emergência. A MVV, em atendimento a esta legislação, elaborou e está implementando o PAEBM – Plano de Ação de Emergência de Barragem de Mineração, plano este apresentado aos órgãos reguladores, prefeituras e defesa civil. Periodicamente ocorrem visitas porta a porta a todas as famílias identificadas no cadastramento socioeconômico e materiais de comunicação estão sendo elaborados para que todos tenham informações suficientes e recebam orientações de segurança, conforme determina a legislação em vigor.

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Vídeo reportagem sobre o Palácio de Queluz, em Sintra, Portugal onde nasceu e morreu Pedro Primeiro
   Mozart  Luna  │     10 de abril de 2021   │     7:32  │  0

O Palácio de Queluz em SIntra, onde nasceu e morreu o proclamador da Independência e Primeiro Imperador do Brasil. O prédio histórico guarda muito da história do Brasil e de Portugal em seus salões e o maravilhoso jardim. Queluz é conhecido também como o Versalles português, porque é praticamente uma replica reduzida, mas lindíssimo. Nossa vídeo reportagem é acompanhada pelo guia de turismo, Pedro Cobrado, que dá uma verdadeira aula detalhada de história. Dividimos a reportagem em três capítulos. O primeiro vai ao ar hoje.

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