Governo debate com empresário possibilidade de medidas restritivas
   2 de março de 2021   │     19:13  │  0

 

O crescente número de casos de covid em Alagoas, assim como em outros estados brasileiros tem levando aos governos estaduais a tomarem medidas restritivas para conter a pandemia.

Com esse objetivo foi realizado mais um fórum de alinhamento das ações de combate à Covid-19 no estado, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, recebeu nesta terça-feira (2), ao lado do secretário-chefe do Gabinete Civil, Fábio Farias e do secretário da Saúde, Alexandre Ayres, representantes do setor produtivo alagoano e da Prefeitura de Maceió. O encontro aconteceu no Palácio República dos Palmares com objetivo de ouvir a demanda dos segmentos e manter diálogo próximo entre as áreas pública e privada.

Vale lembrar que os principais polos de turismo de Alagoas como Maragogi, Maceió e Piranhas têm apresentado aumentos consideráveis do número de casos de covid, segundo pesquisa do Instituto de Geografia Pesquisa e Meio Ambiente da Ufal.

“Temos agido, reconhecidamente em todo o Brasil, com racionalidade e equilíbrio entre a preservação da vida e da atividade econômica, sobretudo, sob a ótica da geração de emprego e renda para o nosso povo. Graças ao trabalho conduzido pelo governador Renan Filho, Alagoas tem se destacado como um dos poucos estados do país a manter diálogo direto entre o poder público e o setor produtivo e é muito importante que a população saiba que estamos atentos à demanda de todo segmento”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito.

 

A reunião contou com a participação de representantes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Alagoas (Abrasel/AL), da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas (ABIH/AL), da Federação do Comércio de Alagoas (Fecomércio/AL) e da Associação Comercial de Maceió, e teve caráter  não deliberativo, ou seja, nenhum nova medida em relação ao Plano de Distanciamento Social Controlado foi definida.

“É necessário que neste momento não marginalizemos nenhum segmento diante da sociedade, mas, sim, que cobremos aqueles empreendimentos e também todo cidadão que não esteja cumprindo as regras sanitárias e de distanciamento social. A consciência coletiva continua sendo indispensável”, conclui o secretário.

 

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