Monthly Archives: outubro 2020

TAP garante rota para Maceió e normalidade no turismo só em 2021
   Mozart  Luna  │       │     6:13  │  0

 

As atividades normais do turismo em Portugal deverão ocorrer na Páscoa de 2021, é o que acha o presidente da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Pedro Costa Ferreira. Segundo ele, atualmente o setor luta pela sobrevivência.

Atualmente a segunda onda do covid-19, está sendo devastadora para o setor de saúde de Portugal, que está a beira de um pré-colapso e teme o aumento do número de morte e infectados, fase que o muitos países como o Brasil já passou.

Para ele as falências ainda não entraram no setor porque existe um espaço grande de diálogo com o governo a nível de apoios. Urgente é chegar a um acordo com a TAP para o reembolso da dívida de cerca de 25 milhões de euros. Algo que se estima que aconteça já este mês. Para o presidente da entidade, se faz urgente o reembolso da TAP para as operadoras de turismo.

Já a companhia aérea portuguesa TAP continua realizando planejamento para enfrentar a crise e utilizar com sabedoria, os recursos que o Governo Português tem destinado para sua recuperação.

As novas rotas continuam sendo mantidas, apesar do ministro das infraestruturas Pedro Nuno, já ter declarado que aquelas que estão dando prejuízo podem ser suspensas. Especificamente, com relação a rota Lisboa/Maceió, a TAP informou que até segunda ordem continuará sendo realizada semanalmente e algumas alternativas como fazer escalas no Nordeste foram descartadas momentaneamente.

Fusões

O presidente da APAVT disse que nos próximos meses deverá ocorrer fusões, convergências e até mesmo decretação de falência de empresas que não desejam mais ficar no mercado. Pedro Costa, faz uma projeção de que a crise vai perdurar de forma gradualmente reduzida até 2024, quando o mercado voltará a normalidade total.

Até lá o que se pede dos Governos é colaboração e ajuda para manter o setor ainda gerando empregos e injetando recursos em Portugal.

Novos cenários

Segundo ainda Pedro Costa os empresário devem se adaptar a nova realidade com novidades como Slow Tourism e os Small Groups. Será uma exigência dos protocolos de saúde. A sociedade ocidental passou a analisar os perigos que rondam lugares superlotados, ou simplesmente ambientes com muitas pessoas oriundas de diversos lugares do mundo, trazendo consigo uma carga viral muito grande de onde são.

Os grupos de turismo transportados em grandes ônibus, será um dos itens a serem analisados. O mercado vai ditar as novas regras, que atualmente diz que são os Small Groups ou Slow Tourism.

Os empresários que atual no mercado de turismo e também de hotelaria terão que criar facilidades para atrair o turismo, como baixo preços e crédito no faturamento, como se faz no Brasil onde se paga as diárias do hotel no cartão de crédito de forma parcelada.

E por último é preciso que a Europa padronize os protocolos para os turistas, evitando a grande confusão que existe atualmente.  Agora é espera que a vacine chegue logo, ou que a população naturalmente adquira a imunização, como já ocorre o Brasil.

 

 

 

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Piranhas: Sebrae vai retificar “estudo” sobre cadeia do turismo em Alagoas
   Mozart  Luna  │     30 de outubro de 2020   │     9:21  │  1

 

O presidente do Sebrae em Alagoas Vinicius Lages, informou que os dados apresentados no “Estudo da Cadeia do Turismo Alagoano”, lançado pelo órgão juntamente com o Maceió Convention e ABIH Alagoas serão retificados, porque não refletem a realidade com relação a região dos Cânions do São Francisco, precisamente ao município de Piranhas.

O “Estudo” foi apresentado em uma solenidade há 15 dias para o trade turístico, mas contestado por nós durante o evento, já que informava que Piranhas praticamente não tinha atividade turística. O “Estudo” coletado de dados de órgão público da Internet, muitos deles desatualizados,  que informava que Piranhas emprega apenas 82 pessoas na atividade de turismo e ABIH apenas três estabelecimentos hoteleiros.

Simplesmente o “Estudo” não reflete a realidade, mas mesmo assim não despertou nos elaboradores do trabalho, sequer o espírito crítico para se debruçar sobre os dados de  Piranhas e região; já que o municípios ostenta praticamente o terceiro lugar em destinação turística em Alagoas e é conhecida até mesmo por operadores de turismo de Portugal, que deverão visitar a região no inicio do próximo ano.

O assunto chegou também a ser pauta do pronunciamento do deputado estadual Inácio Loiola na Assembleia Legislativa, da Comissão Parlamentar de Turismo, que exigiu a retificação do “Estudo”, que ele classificou como “capenga e eivado de desinteresse e erros” por parte de quem elaborou.

O presidente da Sebrae foi um dos presentes que ficou surpreso com os dados já que ele mesmo declarou que conheceu a região e a realidade é outra. “O município tem uma grande atividade turísticas e precisamos retificar os dados e ontem, em uma reunião, decidimos que buscaremos coletar dados em outras fontes e se preciso até mesmo em campo”, disse ele solicitando que os empresários da região também colaborem enviando para o órgão dados sobre o número de funcionários que possuem, estabelecimento hoteleiros e até mesmo o fluxo médio de turistas naquele destino turístico.

“Estudo” apresenta falhas gritantes com relação a atividade turística em Piranhas.

Base permanente

Vinicius Lages disse ainda que o Estudo será permanente de atualizado para que sirva de base para pesquisa e verificação da atividade turística em Alagoas. “Vamos primar pela regionalização desses estudos”, disse ele.

Vale lembrar que esses dados são muito importantes para levar benefícios para o desenvolvimento do turismo na região, já que são também referência para destinação, por parte dos governos, recursos para obras de infraestrutura turística, linhas de crédito especial e divulgação em campanhas de marketing como a que está agendada para ser lançada na próxima terça-feira em Brasília pela Embratur e Ministério do Turismo.

Uma outra reunião do trade está agendada para ocorrer na próxima terça-feira, em Maceió, para montar o Observatório do Turismo em Alagoas e que terá também dados sobre a atividade, evento que precisar ter a representação dos empresários da região dos Cânions, e Vale do Mundaú que tem União dos Palmares como destino turístico, além da comissão parlamentar do turismo da Assembleia Legislativa.

 

 

 

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Pandemia na Europa pode levar aeroportos a falência
   Mozart  Luna  │     29 de outubro de 2020   │     9:19  │  1

 

O ACI Europe, que calculou recentemente que os aeroportos europeus perderam 1,273 milhões de passageiros até 27 de Setembro, avisou que a crise colocou em risco de insolvência nos próximos meses 193 aeroportos do continente.

A organização, que indica representar 500 aeroportos em 46 países europeus que concentram mais de 90% dos passageiros que voam de/para o continente, frisa que dessa forma estão em risco 277 mil postos de trabalho e uma contribuição para o PIB de 12,4 mil milhões de euros.

Se os Governos não avançarem com o necessário apoio será “o colapso de uma parte significativa dos sistema de transporte aéreo” frisa o ACI, que salienta que até Setembro os aeroportos europeus têm uma queda de passageiros em 73%, que só em Setembro tiveram um decréscimo de 172,5 milhões e que em meados de Outubro a quebra estava em 75%, atingindo 80% nomeadamente na União Europeia, Suíça e Reino Unido.

O ACI, porém, não resume o problema à pandemia, dizendo que muitas companhias de aviação reduziram a capacidade planeada para o Inverno porque as “severas restrições” às viagens internacionais degradaram “consideravelmente” as perspectivas para o sector.

A organização especifica que considera “crucial” que os governos avancem com apoios financeiros aos aeroportos em risco, que diz serem principalmente aeroportos regionais cuja falência aumentaria as desigualdades geográficas e a prejudicaria a coesão social.

Segundo o ACI esses aeroportos cortaram custos “até ao osso” e recorreram a financiamentos externos, com os quais a dívida aumentou em 16 mil milhões de euros só nos 20 maiores aeroportos europeus, equivalentes a 60% da sua receita num ano normal.

O director-geral do ACI Europe, Olivier Jankovec, citado na informação realça que a testagem dos passageiros seria melhor medida do que as quarentenas adoptadas por alguns países e frisa que actualmente todos os aeroportos estão a despender capital para se manterem em funcionamento, porque as receitas obtidas “estão longe de cobrirem os custos de operação, quanto mais os custos de capital”.

Olivier Jankovec, aliás, diz mesmo que a imposição de quarentenas aos viajantes em vez da sua testagem põe os aeroportos cada vez mais próximos da insolvência.

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Meio ambiente: Microsoft fornece combustível de aviação sustentável
   Mozart  Luna  │     28 de outubro de 2020   │     23:00  │  0

A Microsoft, trabalhando com a Alaska Airlines, começará a comprar combustível de aviação sustentável (SAF) para viagens de funcionários entre sua sede na área de Seattle e Los Angeles, San Francisco e San Jose, Califórnia. As rotas são as três mais comumente voadas por funcionários da o gigante da tecnologia.

O foco crescente das companhias aéreas na sustentabilidade foi empurrado para segundo plano. É aqui que se espera que iniciativas ecológicas sobrevivam à pandemia.

Segundo o acordo, a Microsoft comprará créditos SAF do distribuidor da SAF com sede em Amsterdã, SkyNRG, que entregará o combustível ao sistema de abastecimento do aeroporto da Alaska Airlines. O combustível, que é derivado do óleo usado, é produzido no sul da Califórnia pela World Energy, com sede em Los Angeles. A SAF oferece uma redução de carbono de aproximadamente 75% em comparação com o combustível de jato tradicional à base de querosene.

O acordo SAF é o primeiro de seu tipo entre uma empresa americana e uma companhia aérea comercial, disseram as empresas.

“Esperamos que este modelo de combustível de aviação sustentável seja usado por outras empresas como forma de reduzir o impacto ambiental de suas viagens de negócios”, disse Judson Althoff, vice-presidente executivo de Negócios Comerciais Mundiais da Microsoft, em um comunicado.

A indústria aérea se comprometeu a reduzir as emissões em 50% dos níveis de 2005 até 2050. A IATA estima que a produção anual de SAF é atualmente de 13 milhões de galões, uma pequena fração dos aproximadamente 80 bilhões de galões por ano de combustível que as companhias aéreas usavam antes do Covid 19 pandemia.

A IATA gostaria de ver a produção aumentar para 1,8 bilhão de galões até 2025, a quantidade que ela diz seria um ponto de inflexão em que os preços caiam e as compras se tornariam uma bola de neve.

Fonte: tripseek.news

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