Nordeste tem a preferência na volta do turismo, mas com medidas sanitárias
   Mozart  Luna  │     5 de abril de 2020   │     12:00  │  0

Uma enquete realizada pela  TRVL LAB – Laboratório de Inteligência de Negócios em Viagens, projeto da PANROTAS com a MAPIE, ouvindo 300 viajantes e 325 profissionais de turismo, aponta que o Nordeste (25%) será o destino nacional mais procurado e a Europa (7,9%) o internacional. Os Estados Unidos não aparecem na enquete, assim como a Ásia e África.

Os observadores acreditam que as atividades no turismo voltem progressivamente ao normal entre maio e junho, mas essa é uma perspectiva otimista, já que para as autoridades de saúde, o problema vai perdurar ainda por 120 dias, ou seja mais quatro meses.

Agosto seria um mês que provavelmente o mundo volta a normalidade, e assim mesmo com a presença do coronavírus convivendo com todos que já criaram imunidade a ele e contaminado quem ainda não teve. É cenário ainda nebuloso.

O turismo mudará

Na volta da atividade do turismo muito vai mudar, começando pela relação de trabalho com os colaboradores, que estão sofrendo agora as consequências de uma relação instável com os patrões. Esses profissionais do turismo devem se organizar para obter garantias e direitos que agora sentem falta.

O cuidado sanitário será também uma preocupação, principalmente no transporte de turistas entre regiões e países; além das medidas de fiscalização alimentar. Os serviços sanitários dos países vão exigir, além dos passaportes e outros itens, atestados de saúde dos passageiros, que deverá ter em mãos sua ficha médica.

Turistas vindos da China serão mais fiscalizados, já que é de lá que tem surgindo vírus devastadores. Embora os chineses sejam o maior número de turistas que viajam. Há comentários entre governos da Europa, que a relação entre os países com relação ao turismo deverá mudar radicalmente, com o controle sanitário rigoroso, mesmo dentro da Comunidade Europeia.

Os países e regiões emissoras de turistas será monitorados, para evitar a disseminação de doenças no mundo. Mesmo aqui no Brasil esse procedimento também deverá ser proposto para ser implantado.

 

 

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