Monthly Archives: março 2020

Conselho Mundial de Turismo volta a cobrar crédito para as empresas
   Mozart  Luna  │     27 de março de 2020   │     19:24  │  0

A presidente e CEO do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), Glória Guevara, cobrou dos governos celeridade na liberação de crédito para ajuda financeira do setor de turismo que até agora não foi beneficiada diretamente. Glória Guevara descreveu a atual situação de saúde causada pelo coronavírus como uma “crise sem precedentes” que afeta principalmente a indústria do turismo. A presidente ainda reiterou o apelo aos governos para que tomem medidas imediatas.

A representante do setor em nível mundial citou que a grande preocupação é com a manutenção dos trabalhadores do setor, com empréstimos com garantias e sem juros para empresas do segmento, bem como as PME; e eliminar ou adiar impostos, taxas e demandas financeiras para os próximos 12 meses.

Em participação no webinar convocado pela empresa mexicana Pe-tra Operadora, a CEO comentou que é essencial que o setor de Turismo da América Latina seja mobilizado e coordenado. Gloria ressaltou a importância de ter empréstimos que permitam liquidez para as empresas e acrescentou que o WTTC está conversando com o Banco Intramericano de Desenvolvimento para apoiar os países latino-americanos.

“Estamos em contato com as companhias aéreas, agências de viagens e com a Organização Mundial da Saúde, para buscar esclarecer quais serão os critérios perante casos de COVID-19 e lançar um plano de recuperação com o qual todos estejam alinhados”, antecipou.

Em análise feita pelo WTTC foram estudadas 90 crises de 2001 a 2018 e concluiu-se que o tempo mínimo de recuperação de uma crise causada por doenças ou surtos leva em torno de dez meses.

 

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Oportunistas: bancos sobem juros e dificultam crédito a empresários
   Mozart  Luna  │       │     13:48  │  0

 

Os bancos aumentaram os juros para financiamentos e estão dificultando o crédito os empresários, se aproveitando da grande crise econômica causada pela pandemia do coronavírus, principalmente pela determinação de fechamento de estabelecimentos.

Os bancos no Brasil, fecharam 2019 com uma grande lucratividade. A denuncia foi realizada pelos o presidente nacional da Associação Bares e Resturantes e Similares (Abrassel), Paulo Solmucci, em entrevista a rede CBN de rádio.

Paulo Solmucci disse ainda que o serviço de entrega em domicílio da alimentação, não está dando o resultado esperado. Ele alerta ainda para o desemprego e a falência de milhares de estabelecimentos, se não houver ajuda financeira.

A mesma denuncia sobre os bancos tem sido realizada pelo setor hoteleiro, que acusa os bancos de se unirem para aumentando os juros, impondo garantias de pagamento absurdas.

Nosso blog fez contato com um gerente de agência da CEF em Alagoas, para saber se havia alguma linha de crédito especial, para atender a urgência do momento de pandemia. A informação é até o momento não existe qualquer determinação oficial e os critérios continuam sendo os mesmo de antes da situação, ou seja, juros abusivos, garantias absurdas e carência reduzida. A ordem é se aproveitar da crise e sangrar o pescoço dos empresários, para tomar até a última gota de sangue, essa é a ordem dos banqueiros.

O dono de uma pousada na região metropolitana de Maceió, também se posicionou em nosso blog, dizendo que na atual situação não tem pequeno empresário com a “ficha limpa”, nos bancos. “Todos estão devendo e não sabem se vão continuar mantendo seus negócios”, disse ele.

“Precisamos de linhas de créditos para capital de giro, com carência de 10 messes e parcelas a prede de vista, além de juros justos”, disse ele. “Geramos emprego e renda, colocamos a economia para se movimentar, já os bancos, são instituição de parasitas, que só ganham em cima das especulações”, desabafou.

Segundo ele, até os bancos oficiais, mantidos com o dinheiro do povo, estão sendo administrado por quem quer mostrar alta lucratividade, para continua em seus cargos. “Não vamos aguentar mais 15 dias de quarenta compulsória. Vamos demitir, fechar nossos negócios e ir juntos com nossos colaboradores para suas ruas promover ato público contra os governos”, finalizou ele

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Atividade turística começa a volta a normalidade na China
   Mozart  Luna  │       │     7:05  │  1

Estamos apenas no início da chamada curva de subida da pandemia de coronavírus no Brasil, mas é necessário que os empresários do setor de turismo, já comecem a pensar em uma campanha estratégia, para manter o turista motivado para suas viagens, assim que a situação retorna a normalidade, período previsto, segundo estimativa do Ministério da Saúde, para setembro.

Uma delas é incentivar o turista a remarcar sua reservar para o segundo semestre. Essa iniciativa de marketing tem surtido efeito e o os cancelamentos com devolução do dinheiro diminuiu em 50%, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (Abih).

Acima de tudo os empresários devem realizar o planejamento financeiro e cobrar do Governo Federal e do Congresso Nacional a liberação de crédito com uma carência alongada, para capitalizar as empresas e assim não demitir os funcionários e manutenção dos estabelecimentos.

Um exemplo dos efeitos positivos de uma campanha de marketing com esse objetivo foi realizado na China que hoje, por incrível que parece apenas o retorno gradual das atividades turística com a abertura hoje da visitação da milenar Muralha da China e do aumento do número de vendas de passagens aéreas.

Segundo o portal Phocuswire, da Phocuswright, dados da empresa ADARA, especializada em informações de viagens, mostram que 58% das compras feitas nas últimas semanas são para viagens dentro de 15 dias. Em janeiro, esse índice era de apenas 38%.

Outra informação mostra que 38% das reservas são para viagens a negócios, contra 20% em janeiro. “Isso sugere que há uma demanda reprimida. As pessoas estão ávidas para voltar ao trabalho”, disse à publicação a CMO da ADARA, Carolyn Corda.

O Lazer é mais cauteloso. Mas a ideia que os chineses se sentem seguro o suficiente ou que suas empresas acreditem ser seguro para que eles viajem é um indicador de uma mudança de perspectiva aqui”.

Não seria surpresa, segundo ela, se esse padrão se repetir ao redor do mundo, à medida em que a pandemia desacelere. Primeiro vem a viagem a trabalho, depois as de lazer. A busca por voos também vem aumentando (29% em uma semana), uma indicação que as reservas devem continuar a crescer.

As buscas atingiram o patamar mais baixo em fevereiro (38% do total de janeiro) e chegaram em março a 55% das buscas do primeiro mês do ano.

Já as reservas para a China ou dentro da China estão em um volume igual a 30% do total de janeiro. As viagens para fora da China ainda não viram impacto positivo, pois há muitas restrições em países da Ásia e do Ocidente.

Será que esses padrões se repetirão em todo o mundo, especialmente em países de dimensão continental como Brasil e Estados Unidos, ou dentro da União Europeia? É cedo para saber, mas é bom ficar de olho na China.

Ilha da Madeira dá exemplo

Em Portugal, A Associação de Promoção da Madeira (AP-Madeira) lançou uma nova campanha de promoção através das redes sociais, que convida os turistas a continuarem a sonhar com o destino online e a visitarem a Madeira mais tarde, quando passar a pandemia de Covid-19.

“Stay home now. Dream online. Visit us later!” (“Fique em casa agora. Sonhe online. Visite-nos mais tarde”), é a mensagem da nova campanha da AP-Madeira, lançada para motivar os turistas a continuarem a pensar no destino e a visitarem a Madeira assim que a pandemia for controlada.

“O mar que nos inspira. É o mesmo que nos aproxima.  Por agora, navegue apenas online. Descubra as experiências, clique, sonhe. Há tanto para fazermos depois. Com mais emoção, com mais beleza, com mais natureza. Não deixe de sonhar, mas deixe-se ficar”, é uma das muitas mensagens que constam da nova campanha e que pretendem sensibilizar os turistas para a importância de ficarem em casa, neste momento de pandemia, convidando-os a visitarem o destino mais tarde.

 

 

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NOTA OFICIAL DO GRUPO AMARANTE – HOTÉIS SALINAS
   Mozart  Luna  │     26 de março de 2020   │     16:03  │  0

Um dos maiores grupos hoteleiros no Nordeste sediado em Alagoas, emitiu Nota Oficial comunicando a suspensão de suas atividades a partir do dia primeiro de abril. O grupo destaca que essa decisão tomada foi para colaborar com as autoridades de saúde, na contenção da propagação do coronavírus e em sintonia com as medidas baixada no decreto do Governo do Estado.

Abaixo Nota Oficial

“Ciente da sua responsabilidade para com colaboradores e hóspedes, o Grupo Amarante informa a suspensão das operações do Salinas Maragogi, Salinas Maceió e Japaratinga Lounge Resort por um período de 90 dias. Os empreendimentos permanecerão fechados de 1º de abril a 29 de junho de 2020.  

A medida tem como objetivo garantir a segurança de hóspedes, colaboradores e comunidade, devido à pandemia mundial causada pelo novo coronavírus (COVID-19). O prazo de fechamento foi determinado com muita responsabilidade, afim de evitar postergações das medidas, que causariam ainda mais inconvenientes. À medida foi tomada em consonância com as autoridades municipais e estaduais e seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Grupo Amarante está articulando junto às entidades representativas da indústria da hotelaria e do turismo medidas junto ao Governo Federal que venham a minimizar os impactos econômicos do fechamento de hotéis em todo o Brasil. Nosso compromisso sempre foi e continuará sendo o de oferecer as melhores experiências para famílias. Tantos as que se hospedam quanto as que trabalham conosco.

Maragogi, 26 de março de 2020.

Mário Vasconcellos

Diretor Presidente do Grupo Amarante”

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Operação resgata 15 mil brasileiros em outros países
   Mozart  Luna  │       │     10:00  │  0

Uma grande operação envolvendo operadoras e governo para repatriar cerca de 15 mil brasileiros que estavam foram do país em viagens. Os Ministérios do Turismo e das Relações Exteriores, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Embratur, 12 mil pessoas ainda aguardam retorno ao Brasil em 28 países, como Portugal, Argentina, Turquia, Austrália, África do Sul e México. Apenas em Portugal, existem 2,5 mil brasileiros aguardando a repatriação, sendo 1,8 mil viajantes por via aérea e 700 por cruzeiros.

A Braztoa, junto ao MTur, às embaixadas e às operadoras Domundo e Queensberry, atuou nos primeiros casos de repatriação durante a pandemia do Covid-19, que ocorreram no Irã entre fevereiro e março. Atualmente, há um trabalho reforçado em casos como o de Portugal, com grande atuação de CVC, e em locais do Peru, como Cusco e Lima. “Já faz um tempo que a Braztoa está mobilizada para identificar todos os passageiros dos seus associados que estão fora do País. Agora, a entidade está com um trabalho bem organizado, dividido em grupos que atuam em sub regiões como África, Europa, América Latina, priorizando resgatar os que estão em países com fronteiras e espaços aéreos fechados. Um esforço conjunto e bastante organizado para que se alcancem os melhores resultados”, esclarece a entidade ao Portal PANROTAS.

A viajante Rosemeire Benevides, de São Paulo, esteve entre os primeiros repatriados brasileiros que retornaram do Irã durante a pandemia. “Escapamos ilesos do país dos aiatolás graças aos esforços do diretor da operadora Domundo, André Salgado, que manteve o grupo informado de absolutamente tudo para que regressássemos com toda a segurança o mais breve possível, uma vez que a pandemia estava sendo decretada pelos governos. Agradeço também aos diplomatas dos consulados e embaixadas em Bangkok, Zurique e Teerã, e à Anvisa que nos tratou com todo o respeito e profissionalismo. Todos nós chegamos saudáveis e felizes. Hoje, mais do que nunca, reconheço e agradeço como é importante viajarmos com operadoras conceituadas, como a Domundo, que prezam não só pela alegria de seus clientes como “sonho de viagem”, mas pela segurança e tranquilidade. Não é a viagem mais barata, talvez nem a mais cara, mas para mim é a melhor”, relata.

A Braztoa, junto ao MTur, às embaixadas e às operadoras Domundo e Queensberry, atuou nos primeiros casos de repatriação durante a pandemia do Covid-19, que ocorreram no Irã entre fevereiro e março. Atualmente, há um trabalho reforçado em casos como o de Portugal, com grande atuação de CVC, e em locais do Peru, como Cusco e Lima. “Já faz um tempo que a Braztoa está mobilizada para identificar todos os passageiros dos seus associados que estão fora do País. Agora, a entidade está com um trabalho bem organizado, dividido em grupos que atuam em sub regiões como África, Europa, América Latina, priorizando resgatar os que estão em países com fronteiras e espaços aéreos fechados. Um esforço conjunto e bastante organizado para que se alcancem os melhores resultados”, esclarece a entidade ao Portal PANROTAS.

Por meio de nota, a CVC aponta que tem acompanhado de perto e atuado de forma ativa nas remarcações e embarques de passageiros para o retorno ao Brasil, independentemente do destino em que se encontram. Para o retorno dos passageiros de Portugal ao Brasil, a CVC fretou dois aviões, o primeiro já decolou na última segunda-feira (23) e o segundo retornou ao País ontem, terça-feira, dia 24. “Esse trabalho tem sido realizado em cooperação com as companhias parceiras e consulados, com o objetivo de atender nossos clientes com brevidade e segurança, considerando o cenário de reduções de voos internacionais e restrições de trânsito impostos por diversos governos ao redor do mundo”, comunicou a operadora, que trouxe ao País inclusive não-clientes que estavam no Exterior.

No Instagram, um vídeo ganhou ainda mais força nos últimos dia. Nele, é possível ver dezenas de brasileiros minutos em uma fila para embarcar em Lisboa de volta ao Brasil. Na publicação, que parece ser de um guia turístico, a operadora é aplaudida. “A CVC ajudando o povo brasileiro a ir para casa. Mesmo quem não era cliente CVC foi no voo. Todo mundo que estava na fila esperando, entrou”, comemorou o guia.

OBSTÁCULOS PARA A REPATRIAÇÃO
O Ministério do Turismo tem atuado junto à Braztoa e à CVC Corp para agilizar o processo de repatriação, que depende de uma série de adaptações legais, acordos com governos de outros países e contato com companhias aéreas e embaixadas. Para o secretário nacional de Integração Interinstitucional do MTur, Bob Santos, a maior dificuldade da operação é o colapso aéreo mundial. “Nunca na história do mundo moderno passamos por um colapso aéreo mundial de antecipação de voos. Todos os países estão na mesma situação, igual ou pior, mas estamos 24 horas no ar tentando equacionar essa questão”, ressalta.

Os fatores que dificultam a agilidade na repatriação de brasileiros são, principalmente, a dificuldade de companhias aéreas obterem a quantidade de passageiros exatos e de conseguirem endosso das demais empresas aéreas que não conseguem levantar voos de suas bases, como a Sky Airlines, no Chile, e a Avianca, na Colômbia; a dificuldade de conseguir autorização de partida de suas bases atuais, visto que muitos países fecharam seus espaços aéreos para voos comerciais; a dificuldade para obter autorizações nacionais e locais de pouso; o excesso de demandas em destinos turísticos, como Lisboa e Punta Cana; a demora das tratativas diplomáticas entre os países devido ao fuso horário e a dependência tanto da Anac do Brasil quanto de outros países em relação às tratativas de autorizações.

Além de muitos países exigirem o protocolo de quarentena para as tripulações, as companhias aéreas enfrentam grandes dificuldades por não haver hotéis e comércio em operação nos destinos. “Chegaremos ao ponto de não termos mais tripulações disponíveis a tempo. Antecipar voos é algo que requer um planejamento com segurança. Agora não é o momento de pensarmos em valores, mas na questão humana. Demorou-se alguns dias para criarmos foco e fluxo, mas o cenário é positivo. A prioridade agora é trazer os brasileiros para suas casas com saúde o quanto antes”, afirma Santos.

Visando organizar e agilizar a operação, o Ministério do Turismo e a Anac criaram um formulário on-line e individual para unificar as informações de brasileiros que estão fora do País e desejam retornar. Acesse o formulário on-line e individual aqui.

AS AÉREAS
Apenas o Grupo Latam Airlines foi responsável por repatriar, entre os dias 12 e 24 de março, mais de dez mil brasileiros provenientes de diversas partes do mundo em 59 voos especiais. Apenas ontem (24), a companhia operou pelo menos 15 novos voos especiais, incluindo Lima-São Paulo, Cusco- São Paulo, Punta Cana-São Paulo e Cidade do México-Santiago, entre outros.

“A Latam continua trabalhando com as autoridades de diferentes países para obter licenças operacionais extraordinárias para trazer de volta, em voos especiais, passageiros impedidos de voltar para suas casas devido à crise global de saúde causada pelo Coronavírus (COVID-19)”, afirmou o grupo.

 

á a Azul trabalhou em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores para garantir a realização de voos até o último sábado (21), trazendo clientes da companhia que estavam em Lisboa. A empresa disse ainda que está disposta a colaborar no retorno de brasileiros que estão em território português e que aguarda os próximos passos dessa operação por parte do Itamaraty.

A Abear (Associação Brasileira de Empresas Aéreas) deverá se pronunciar nas próximas horas.

 

 

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