Monthly Archives: outubro 2019

Companhia aérea Emirates abre inscrição para contração para tripulação
   Mozart  Luna  │     29 de outubro de 2019   │     18:00  │  0

A Emirates está novamente à procura de candidatos para se juntarem tripulação. A companhia aérea oferece casa e mais de €2000 mensais isentos de imposto.

A companhia aérea, sediada no Dubai, vai realizar uma ação de recrutamento para tripulação de cabine no dia 31 de outubro no Lisbon Marriott Hotel, em Lisboa. Estas ações têm início marcado para as 9 horas da manhã. Os candidatos têm de levar currículo e uma fotografia sua.

A Emirates informa que procura candidatos femininos e masculinos para preencher as novas vagas, decorrentes do crescimento constante da companhia aérea, bem como das novas rotas anunciadas e do aumento do número de aviões.

A tripulação de cabine beneficia de uma série de vantagens que compõem o pacote salarial, desde um rendimento livre de impostos, uma casa moderna gratuita no Dubai para partilhar, transporte gratuito de ida e regresso para o trabalho, cuidados de saúde assegurados, além de descontos especiais em compras e atividades de lazer na cidade.
Esta informação pode ler-se no site da Emirates.

A companhia aérea também garante oferecer benefícios de viagem interessantes para a tripulação de cabine, bem como para os seus amigos e familiares, particularmente vantajosos, uma vez que a crescente rede global da Emirates oferece muitas oportunidades de viagem em todos os continentes.

O dress code dos candidatos pode ler-se no site da Emirates.

Embora não seja necessária nenhuma experiência anterior, há vários critérios a ser considerados, como: os candidatos terem, pelo menos, 21 anos no momento de inscrição e um alcance de braço de 212 cm quando estão em ponta dos pés. Para mais informação acerca dos requisitos para o processo de seleção, bem como salário inicial e benefícios da tripulação de cabine, podem ser encontradas aqui.

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SPU é comunicado de cobrança de pedágio à praia em Porto de Pedras
   Mozart  Luna  │       │     16:40  │  0

 

A acesso à Praia de ,m Porto de Pedras, ainda está cerceado porque uma estrada foi fechada pelo proprietário de uma área em frente ao mar. Para tentar resolver o problema, o prefeito de Porto de Pedras, Henrique Vilela, esteve hoje pela manhã, na Superintendência do Patrimônio da União (SPU),para informar da proibição do acesso da população e turistas à praia.

Segundo ele o município vai representar os proprietários judicialmente, para buscar a garantia do acesso público à Praia de Lages. O prefeito disse ainda, que em entendimento com o SPU, o município vai pavimentar o acesso, assim como sinalizar para os turistas, o que caracteriza uma via pública.

Entretanto o prefeito Henrique Vilela, informou que vem mantendo contato com os proprietários da área para um acordo. Segundo ainda ele trata-se de um terreno de herdeiros e que todos concordaram em se chegar a um entendimento, mas apenas um dos donos está irredutível. “Vamos tentar um acordo amigável para que seja garantido o acesso público a um bem da União”, finalizou.

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Turbulência na América Latina e duvidas sobre as empresas low costs
   Mozart  Luna  │       │     15:08  │  0

 

Os problemas de ordem sociais estão levando a população de vários países da inconstante América Latina às ruas, numa onda de protestos no Chile, Argentina, Bolívia, Peru e Equador. A maioria com problemas econômicos graves devido ao desemprego e recessão forte. O assunto foi tema da 16º Alta Ailiens Leaders Forum que começou em Brasília no domingo (27) e termina hoje terça-feira (29).

O presidente do comitê executivo da Alta e CEO da Copa Airlines, Pedro Heilbron, afirmou que a aviação é uma indústria que sempre tem que lidar com questões externas, e neste com a instabilidade política de alguns países. “Essas questões fazem com que possam haver redução da movimentação de passageiros. Esperamos sempre que essas situações sejam temporárias. Quanto antes há solução, menos impactos são registrados”.

O CEO e diretor-executivo da Alta, Luis Felipe de Oliveira, minimizou afirmando que a América Latina, mesmo com ambientes de instabilidade, registrou crescimento nos últimos 15 anos. “Desejamos que essas questões não afetem o crescimento econômico e social de toda a região”.

Outro assunto importante que também foi debatido é quanto a vinda das companhias aéreas low costs para o Brasil, que segundo o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz se transformou numa pauta pendente entre as promessas de governo. “Segundo um estudo recente que li, as chegadas dessas empresas já significam redução de 23% das tarifas médias dos voos internacionais. Porém parte dos custos estão em seus países de origem”, disse Sanovicz, duvidando que essas empresas possam oferecer preços mais baixos que as que atuam no Brasil atualmente.

Segundo ele, quando essas companhias começarem a operar em voos domésticos, terão que enfrentar todos os desafios das brasileiras. “Em um futuro próximo teremos empresas low costs operando no Brasil, porém ainda não sabemos como será o resultado”, finalizou.

 

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Cobrado pedágio de acesso à praia em Porto de Pedras
   Mozart  Luna  │     28 de outubro de 2019   │     14:04  │  1

 

O proprietário de uma área de acesso à praia da Lages, em Porto de Pedras, cercou o local e segundo depoimentos de moradores e turistas, estaria cobrando pedágio com valores que variam de R$ 2,00 a R$ 10,00. Os moradores estão revoltados porque a estrada tem acesso à praia é usada por toda comunidade e também turistas.

O prefeito Henrique Vilela disse que o dono não apresentou nenhuma autorização judicial, apenas cercou o local e disse que era o dono e passou a cobrar pedágio pelo acesso à praia.

O prefeito disse que vai entrar na justiça, para garantir o direito de ir e vir da população em uma pequena estrada que existe no local há muito tempo. Segundo ele  o ato do proprietário é abusivo e inibidor de um direito constitucional, principalmente por se tratar de aérea do Patrimônio da União.

 

 

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Alta Arline Leaders Fórum reúne executivo da indústria aérea em Brasília
   Mozart  Luna  │       │     9:27  │  0

 

Estão reunidos em Brasília desde ontem executivos da indústria e companhias aéreas, autoridades da aviação civil, integrantes de associações de fornecedores do setor, participando da 16ª edição do Alta Airline Leaders Forum, que começou neste domingo (27) e vai até dia 29. Na pauta estão temas como infraestrutura, regulação e custos de operação e o tema principal é a Competitividade da indústria no cenário atual. O Secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, chegou a falar em revolução no setor.

De acordo com ele, o governo brasileiro tem políticas públicas ousadas para alcançar, em 2025, 200 milhões de passageiros transportados, quando hoje, a marca alcançada é de 100 milhões. “Vamos surpreender a nossa demanda e revolucionar. Já temos avanços importantes como a abertura do capital estrangeiro para as companhias brasileiras e acordos liberalizantes. Chegaremos em 200 cidades atendidas com o transporte aéreo regular. Hoje temos 130 e até o fim do ano, serão 150. O Brasil é um país continental e temos o dever de chegar à todo esse território”, projetou.

Sobre os desafios, o secretário de Aviação Civil anunciou que o governo está fazendo a sexta rodada de concessões de aeroportos, e as privatizações deste ano já renderam R$ 17 bilhões em investimentos. “Entregaremos ainda em 2019 quatro grandes aeroportos: No dia 19 de novembro, será o de Florianópolis, depois virá Porto Alegre, que integram o País com o Mercosul. Ainda tem Salvador e Fortaleza. Este último tem se tornado um hub importante para entradas e saídas para a Europa”, relacionou.

Low cost

Ronei Glanzmann ainda falou sobre a importância de manter os players que já atuam no Brasil, mas também na busca por novos. “Temos quatro companhias estrangeiras de low cost que já começaram a operar no Brasil, voando rotas internacionais. Estamos trabalhando para que as operações de tornem domésticas. Temos um grande espaço para crescimento. Nossos preços são compatíveis com o mercado internacional, mas temos condições de reduzir os valores e chegar a uma verdadeira revolução”.
Ao jornalistas estrangeiros, o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, destacou os principais números recentes do setor aéreo e apresentou os principais desafios atuais. “Os anos de 2002 a 2015 foram marcantes e lançaram a aviação brasileira a novos patamares. Com o programa de liberdade tarifária aliado ao crescimento econômico, chegamos em 2014 para 2015 aos 100 milhões de passageiros. O valor médio do bilhete caiu de US$ 195 para US$ 90. Desde 2015, com a crise na economia, já começamos a registrar uma retomada, que nos leva a manter o foco nos nosso desafios”, ponderou.

Para Sanovicz, a “mãe” de todas as batalhas é o querosene da aviação, que hoje representa um terço do custo da operação. “Um trabalho constante da iniciativa privada junto aos governos estaduais fez com que chegássemos a marca de redução do imposto sobre o combustível em 17 dos 27 Estados da federação”, disse.

Segundo ele, o resultado mais recente é o de São Paulo, que baixou a alíquota de 25% para 12%. Isso já trouxe 490 novas partidas semanais em direção à 38 destinos de 21 estados. “Trocamos tributação por mais serviços. O mesmo aconteceu com Brasília em 2014, que também diminuiu de 25% para 12% e alcançou 290 partidas semanais”.

O presidente da Abear também afirmou que a agenda seguirá com a mesma intensidade em 2020, abordando os custos do querosene, o formato de tributação, o ambiente regulatório e a continuidade do programa de concessão de aeroportos. “Seguiremos adiante com uma pauta importante que é a reformulação do Código de Aviação Civil, que sua atual versão foi feita há muitos anos, ainda na ditadura militar”, finalizou.

Infraestrutura, regulação e custos de operação estão entre os principais assuntos a serem tratados na 16ª edição do Alta Airline Leaders Forum, que começou neste domingo (27) e vai até dia 29 de outubro, em Brasília. Sob o tema ‘Competitividade da indústria no cenário atual’, o evento reúne neste ano, no Brasil, executivos da indústria aérea, representantes de Estado e autoridades da aviação civil, integrantes de associações e fornecedores do setor.

O evento conta com a participação do CEO e diretor-executivo da Alta, Luis Felipe de Oliveira; do presidente do comitê executivo da Alta e CEO da Copa Airlines, Pedro Heilbron; do presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz; e do Secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann.

Presidente do Comitê Executivo da Alta e CEO da Copa Airlines, Pedro Heilbron foi o primeiro a dar boas vindas aos presentes e destacou a importância do evento realizado em Brasília no mercado latino-americano e Caribe. “O Fórum debate importantes temas inerentes à nossa região, e o Brasil tem um posicionamento estratégico na América Latina, e temos visto que os grandes investimentos realizados nos últimos anos continuam para acompanhar o crescimento”, afirmou.

Durante a coletiva que marcou o início do evento, o CEO e diretor-executivo da Alta, Luis Felipe de Oliveira, destacou que fórum é considerado o maior evento da aviação comercial da América Latina e Caribe, e tem sido espaço relevante de diálogo da indústria.

“A Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (Alta) atua como ponto de convergência para o transporte aéreo na região, conectando todos os atores da indústria, promovendo um diálogo internacional e coordenando os esforços para desenvolver uma aviação mais segura, eficiente e sustentável na América Latina e Caribe”, destacou De Oliveira.

Ainda segundo Luis Felipe de Oliveira, o potencial do Brasil é expressivo, assim como as oportunidades de expansão da indústria na região. “O Brasil é o maior mercado da aviação na América Latina e no Caribe, mostrando um crescimento sustentado, com potencial para impulsionar a recuperação econômica do país e vislumbrando oportunidades impressionantes nos próximos anos. Ainda há muitos desafios adiante, mas o panorama é positivo e se espera duplicar o tráfego de passageiros nos próximos 10 anos”, completou.

 

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