Rede elétrica da Equatorial é um dos últimos obstáculos para reclassificar aeroporto
   Mozart  Luna  │     6 de outubro de 2019   │     12:00  │  0

Os trabalhos de retirada dos obstáculos que impedem a reclassificação do aeroporto Zumbi dos Palmares, em Rio Largo, continuam sendo realizados, segundo o superintendente da Infraero em Alagoas, Adilson Pereira. “Estamos aguardando que a Equatorial conclua os serviços de adequação da rede elétrica existente, próximo a pista de pouso”, disse ele.

As antenas de comunicação, já foram retiradas e uma delas foi rebaixadas dentro dos padrões exigidos pela Anac e Infraero. As árvores foram podadas e falta apenas algumas pequenas adequações de imóveis que ainda estão causando preocupação, mas que segundo o superintende, serão enquadradas dentro do padrão exigido.

Indagado se ainda em outubro o aeroporto será reclassificado para categoria Delta (D), Adilson Pereira disse que, agora está bem mais perto, já que tudo está sendo realizado, ao contrário dos últimos anos que nada havia sido realizado.

A reclassificação vai possibilitar a instalação de voos internacionais regulares colocando Alagoas no roteiros das operadoras de turismo da Europa e Estados Unidos. Várias companhias aéreas internacionais como a TAP e Air Europa já demonstraram interesse em colocar voos regulares para o aeroporto Zumbi dos Palmares.

Finalmente a novela parece que vai chegar ao fim ainda este ano; pelos menos essas são perspectivas, já que o Governo do Estado acenou em trabalhar na divulgação de Alagoas na Europa, tendo Lisboa em Portugal, como cabeça de ponte aérea.

Diversificar 

A estratégica para consolidar a atividade turística em Alagoas será buscar polos emissores de turismo, que tenham solidez econômica como os países europeus. Atualmente o maior polo emissores internacional é a Argentina, que está em crise financeira ( situação cíclica e  que foi alertada, aqui em nosso bolg, em outubro do ano passado ).

Nossos vizinhos sofrem todo tipo de problemas, que vão desde econômicos e políticos como atualmente no Peru.   Devemos planejar e investir na divulgação no primeiro mundo, onde o turista tem alto poder aquisitivo e não estão suscetíveis aos ventos da instabilidade política e dos golpes de estado.

 

 

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