Risco: lagoa se forma sobre o antigo lixão em Jacarecica
   Mozart  Luna  │     3 de julho de 2019   │     18:00  │  0

 

As últimas chuvas que caíram sobre Maceió formaram uma grande lagoa em cima onde ficava o antigo lixão da capital, colocando em risco a frágil estrutura, que serve de tapume no local e até mesmo as vias como a avenida Gustavo Paiva e Josefa de Melo e próximo ao Parque Shopping Maceió em Jacarecica.

O encerramento do antigo lixão, dentro das normas exigidas pela legislação ambiental não foi cumprida, que deveria ter colocando o drenos de gases e monitoramento do chorume que ainda se pode observar que existe na base da montanha formada de lixo.

O encerramento das atividades de um lixão deve ser precedido de um projeto de recuperação ambiental da área. Isso inclui uma investigação geoambiental do lixão e da sua área de influência. Deve ser feito o monitoramento da qualidade do ar, das águas superficiais e subterrâneas. Essas ações ser realizadas pelo tempo que durar o processo de liberação de gases e/ou de chorume.

 

As ações corretivas para áreas degradadas por lixões que encerraram as atividades de vazadouros de resíduos devem seguir as recomendações gerais como delimitação da área, que deve ser cercada completamente para impedir a entrada de animais e pessoas; realização de sondagens para definir a espessura da camada de lixo ao longo da área degradada; limpeza da área de domínio; movimentação e conformação da massa de lixo: os taludes devem ficar com declividade de 1:3 (V:H); cobertura final dos resíduos expostos com uma camada de solo argiloso de 0,50 m de espessura e uma camada de solo vegetal de 0,60 m de espessura sobre a camada de argila.

Segundo os ambientalistas todo lixo que foi armazenado ao longo de quase 60 anos, ainda está embaixo do ponto mais alto que se tornou de Maceió e que está coberto com apenas com uma fina camada de terra e grama.

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