Monthly Archives: outubro 2018

Governador propõe união do Nordeste na promoção do turismo
   Mozart  Luna  │     20 de outubro de 2018   │     10:04  │  0

 

 

O Nordeste possui todas os referencias para ser um produto no mercado internacional do mesmo nível do Caribe, que é vendido como um dos principais destinos turísticos no chamado primeiro mundo. O tema foi abordado na JPA Travel Maket, que está sendo realizado desde do dia 19 em João Pessoa. Quem levantou a questão foi o anfitrião, o Governador Ricardo Coutinho que também apontou a estratégia a ser seguida: pensar o Nordeste como um produto turístico brasileiro único.

Outra colocação realizada por Coutinho e que defendemos a muito tempo aqui em Alagoas é buscar mercados internacionais estáveis como é a Europa. Atualmente as ações de marketing e vendas se limita ao mercado interno, tendo como público alvo as regiões dos estados de São Paulo, Minas Gerais e todo Centro Oeste e Sul do Brasil. Essas ações também se estendem a Argentina e Chile que tem demonstrado um sucesso, mas que assim como toda América Latina suscetível as tempestades políticas e financeira do terceiro mundo, transformando o fluxo em uma gangorra que hora sobe hora desce.

Dentro da estratégia de buscar mercados sólidos, vale destacar o trabalho que vem sendo desenvolvido por empresários do Sertão e do Governo Municipal de Penedo, que vem trabalhando em conjunto em um projeto de venda dos “Caminhos do Imperador”, em Portugal. O objetivo é iniciar um trabalho de prospecção de um fluxo constante de turista europeus, tendo como perspectiva consolidar a atividade  longe de risco das tempestades políticos, que sempre está propenso a América Latina, no caso a Argentina e o Chile, assim como o Brasil.

“Nordeste Único”

A proposta do Governador da Paraíba é trabalhar a promoção de um destino único. Segundo ele os estados nordestinos têm uma grande proximidades entre os pontos turísticos, levando poucas horas de carro dividindo seus diversos atrativos, seja de praia ou cultura. “Unir uma região inteira para vender em conjunto, e não mais competir entre si: este é o sonho do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, para a região Nordeste”, disse Ricardo Coutinho.

No discurso de abertura do JPA Travel Market declarou que o único meio de um destino “tão rico como o Caribe quando se pensa em praias paradisíacas e águas cristalinas” é a unificação. A promoção em conjunto nos países estrangeiros. É tornar uma variedade de destinos em um só: o Nordeste brasileiro. Do mesmo modo que as ilhas do Caribe acabam se vendendo para o mundo – e com sucesso.

“Me parece que falta muito na região uma articulação de seus diversos, diferentes e próximos Estados, para que se crie um produto unificado, um tipo de ‘Nordeste Turismo’. Precisamos acordar para isso!”, enfatizou Ricardo Coutinho. “Não adianta pensar em competir com Pernambuco, com Rio Grande do Norte… Queremos criar um produto só. É só usar o exemplo do Caribe, e os milhões e milhões de turistas que eles atraem todo ano”, declarou ele.

América Latina
“Quase metade dos turistas internacionais do Brasil vem da Argentina. E eles vêm em busca de quê? De praias, é claro! E que lugar melhor para achar isso que no Nordeste?”, disse Coutinho.

Por isso pela primeira vez estavam presentes a JPA Travel Market, uma comitiva de buyers argentinos veio fazer negócios na feira. “A oportunidade está aí. O Nordeste tem que se unir para abocanhá-la”, encerra o governador da Paraíba.

 
E a expectativa do evento era de 3,5 participantes. Desta vez, dentre os participantes aparecem 12 buyers da Argentina, além de agentes de viagens de 25 Estados, que virão em 22 caravanas aéreas e rodoviárias.

O crescimento é observado também no espaço voltado para exposição – 35% maior que no ano passado -, e principalmente no número de expositores internacionais, com aumento de 33% em relação à edição do ano passado.

 

Um dos prováveis motivos disso é o aumento da conectividade para o Nordeste, já que novos voos para o Exterior foram inaugurados nos últimos dois anos a partir da região – entre eles trajetos para Europa, Estados Unidos e América do Sul partindo de Fortaleza (Copa, LatamGol e Air France-KLM), Recife (Azul e Latam) e Salvador (Copa Airlines).

Palestras, fóruns, rodadas de negócios e 12 salas de capacitações fazeram parte da programação do evento. Ao todo, são previstos 123 treinamentos, sendo 40% apenas de destinos internacionais; apenas no pré-agendamento para eles, 2,7 mil inscrições já tinham sido concluídas dias antes do evento.

 

O Nordeste possui todas os referencias para ser um produto no mercado internacional do mesmo nível do Caribe, que é vendido como um dos principais destinos turísticos no chamado primeiro mundo. O tema foi abordado na JPA Travel Maket, que está sendo realizado desde do dia 19 em João Pessoa. Quem levantou a questão foi o anfitrião, o Governador Ricardo Coutinho que também apontou a estratégia a ser seguida: pensar o Nordeste como um produto turístico brasileiro único.

 

Outra colocação realizada por Coutinho e que defendemos a muito tempo aqui em Alagoas é buscar mercados internacionais estáveis como é a Europa. Atualmente as ações de marketing e vendas se limita ao mercado interno, tendo como público alvo as regiões dos estados de São Paulo, Minas Gerais e todo Centro Oeste e Sul do Brasil. Essas ações também se estendem a Argentina e Chile que tem demonstrado um sucesso, mas que assim como toda América Latina suscetível as tempestades políticas e financeira do terceiro mundo, transformando o fluxo em uma gangorra que hora sobe hora desce.

 

Dentro da estratégia de buscar mercados sólidos, vale destacar o trabalho que vem sendo desenvolvido por empresários do Sertão e do Governo Municipal de Penedo, que vem trabalhando em conjunto em um projeto de venda dos “Caminhos do Imperador”, em Portugal. O objetivo é iniciar um trabalho de prospecção de um fluxo constante de turista europeus, tendo como perspectiva consolidar a atividade  longe de risco das tempestades políticos, que sempre está propenso a América Latina, no caso a Argentina e o Chile, assim como o Brasil.

 

“Nordeste Único”

 

 

A proposta do Governador da Paraíba é trabalhar a promoção de um destino único. Segundo ele os estados nordestinos têm uma grande proximidades entre os pontos turísticos, levando poucas horas de carro dividindo seus diversos atrativos, seja de praia ou cultura. “Unir uma região inteira para vender em conjunto, e não mais competir entre si: este é o sonho do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, para a região Nordeste”, disse Ricardo Coutinho.

No discurso de abertura do JPA Travel Market declarou que o único meio de um destino “tão rico como o Caribe quando se pensa em praias paradisíacas e águas cristalinas” é a unificação. A promoção em conjunto nos países estrangeiros. É tornar uma variedade de destinos em um só: o Nordeste brasileiro. Do mesmo modo que as ilhas do Caribe acabam se vendendo para o mundo – e com sucesso.

“Me parece que falta muito na região uma articulação de seus diversos, diferentes e próximos Estados, para que se crie um produto unificado, um tipo de ‘Nordeste Turismo’. Precisamos acordar para isso!”, enfatizou Ricardo Coutinho. “Não adianta pensar em competir com Pernambuco, com Rio Grande do Norte… Queremos criar um produto só. É só usar o exemplo do Caribe, e os milhões e milhões de turistas que eles atraem todo ano”, declarou ele.

América Latina
“Quase metade dos turistas internacionais do Brasil vem da Argentina. E eles vêm em busca de quê? De praias, é claro! E que lugar melhor para achar isso que no Nordeste?”, disse Coutinho.

Por isso pela primeira vez estavam presentes a JPA Travel Market, uma comitiva de buyers argentinos veio fazer negócios na feira. “A oportunidade está aí. O Nordeste tem que se unir para abocanhá-la”, encerra o governador da Paraíba.

 
E a expectativa do evento era de 3,5 participantes. Desta vez, dentre os participantes aparecem 12 buyers da Argentina, além de agentes de viagens de 25 Estados, que virão em 22 caravanas aéreas e rodoviárias.

O crescimento é observado também no espaço voltado para exposição – 35% maior que no ano passado -, e principalmente no número de expositores internacionais, com aumento de 33% em relação à edição do ano passado.

 

Um dos prováveis motivos disso é o aumento da conectividade para o Nordeste, já que novos voos para o Exterior foram inaugurados nos últimos dois anos a partir da região – entre eles trajetos para Europa, Estados Unidos e América do Sul partindo de Fortaleza (Copa, LatamGol e Air France-KLM), Recife (Azul e Latam) e Salvador (Copa Airlines).

Palestras, fóruns, rodadas de negócios e 12 salas de capacitações fazeram parte da programação do evento. Ao todo, são previstos 123 treinamentos, sendo 40% apenas de destinos internacionais; apenas no pré-agendamento para eles, 2,7 mil inscrições já tinham sido concluídas dias antes do evento.

 

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Um aventura até à Foz do São Francisco
   Mozart  Luna  │     18 de outubro de 2018   │     15:00  │  3

IMG_8042A Foz do São Francisco possui um fantasma que já foi o guardião da Foz do rio São Francisco, e que ainda permanece firme, mesmo com os seus 143 anos de idade, enfrentando a força do mar. Trata-se do velho farol de Cotegipe, que foi erguido em 1873, pelo ministro do Império brasileiro, João Maurício Wanderley, o barão de Cotegipe, por ordem do imperador Dom Pedro II.

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O farol é todo em bronze trabalhado manualmente, constituindo em uma obra de arte, que ainda resiste à ação do mar. Sua beleza e imponência é destaque no horizonte para quem esta no rio, ou no mar. O farol de Cotegipe possui seu valor histórico para navegação e também para a população ribeirinha.

Entretanto está abandonado há mais de 20 anos, sendo arrastados para cima e para baixo pelas marés, sem que a nenhuma autoridade solicite providencias para seu resgate. Muitas peças já foram roubadas por vendedores de metais e também colecionadores, que arrancaram sua placa de fabricação e seu brasão.

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Quando funcionava, a luz do farol de Cotegipe serviu para guiar o caminho de milhares de embarcações durante mais de 140 anos. Sua história passa inclusive pela Segunda Guerra Mundial, quando submarinos alemães, os temidos U-Boat, (lobos solitários), aterrorizavam a navegação no Oceano Atlântico. Um deles (U-161) afundou o navio de cargas Itapajé, no litoral Sul de Alagoas, próximo ao distrito de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, em 26 de setembro de 1943.

Os Pescadores mais velhos dizem que esses submarinos alemães chegaram a entrar no rio São Francisco, para se abastecer de água doce. A tripulação aproveitava também para pegar também cocos verdes e frutas da época. Isso ocorria à noite e o farol de Cotegipe era o referencial para eles navegarem, na escuridão sem serem percebidos.

 

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Vista ao Cotegipe

Nossa equipe resolve então ir até o velho farol, para mostrar de perto essa testemunha da história da navegação do rio São Francisco. Somos alertados que o local, onde ele está é perigoso, já que fica bem no encontro das águas do rio com o mar. Nossa impetuosidade nos leva até a presença desse fantasma que faz parte da história do Velho Chico.

Pegamos uma pequena lancha e o piloto é o “Veio”, um jovem de 25 anos que cresceu trabalhando na pesca e pilotando barcos pelo rio São Francisco. Saímos do lado das dunas em Alagoas e cruzamos a Foz. As ondas são altas e sacodem a pequena lança. Depois de vencer a força da maré, nos aproximamos do Farol. Nosso piloto faz uma manobra para darmos uma volta de 360º, em torno daquele monumento de bronze. As ondas são fortes e a nossa embarcação sofre bastante; o perigo de virar em eminente.

Segundo nosso piloto Veio a presença de tubarões na região é comum, já que a Foz despeja muitos nutrientes que atraem várias espécies de peixes. Entre eles os golfinhos, botos e os tubarões. Para quem cai do barco, nas águas na Foz do rio São Francisco, só resta uma direção que é o mar aberto. Quem sobreviver à ação dos peixes volta às praias da região, levado pelas marés.

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Mas graças a Deus nossa missão é concluída com sucesso, mesmo sobre forte tensão, principalmente quanto o nosso cinegrafista se levantou e o barco quase vira. Nosso trabalho foi coroado de sucesso com as imagens captadas. Retornamos ao lado de Alagoas, para realizarmos a reportagem das dunas existente na Foz do Velho Chico.

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Atração turística do passeio à Foz

Hoje o velho farol de Cotegipe é uma atração turística a parte, já que os turistas interessados têm que atravessar de lancha de um lado para o outro da Foz. Essa travessia depende das condições do mar e tem que ser realizada por pilotos de embarcações, com experiência e conhecimento das correntes da Foz do São Francisco.

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Mas o passeio até a Foz oferece outras belezas como o próprio percurso onde passamos pela cidade de Piaçabuçu.  As embarcações ancoradas oferecem uma diversidade de cores. Algumas palhoças erguidas às margens do rio São Francisco nos chama a atenção. Elas são feitas de sapé (taipa) e servem de abrigo para pescadores, que passam a noite lançando suas redes. Esses casebres são utilizados também para guardar os apetrechos de pesca.

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Foz

O trajeto até a Foz dura cerca de uma hora. Ao se aproximarmos, já avistamos no horizonte as imponentes dunas do lado de Alagoas e do outro o velho farol de Cotegipe, testemunha viva de da época, em que o rio vencia a força do Oceano Atlântico, empurrando-o a uma distância de quatro quilômetros da Foz.

A escuna pára em uma enseada na Foz, onde os turistas desembarcam e logo correm para tirar fotos nas dunas. Neste local existia um pequeno povoado, chamado Pontal de Barra de Piaçabuçu, com cerca de 50 casas, uma igreja e algumas ruas. Hoje as dunas cobriram tudo devido à ação dos ventos. Os moradores do Pontal se mudaram para o povoado de Cabeço do outro lado da Foz, em Sergipe; onde foi instalado o farol de Cotegipe por ordem do Imperador Dom Pedro II.

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O povoado do Cabeço também foi destruído, não pelas dunas, mas engolido pelo mar, que avançou sobre o continente, devido à perda da força das águas do rio, com a construção das barragens da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). A única testemunha desse fato é também o velho farol de Cotegipe, permanece firme no mar.

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Dunas

A Foz do rio São Francisco possui uma beleza diferente de tudo que existe. O lado alagoano é o mais bonito e o que oferece mais atrativo. O local faz parte de uma Área de Preservação Ambiental (APA), onde pássaros e tartarugas desovam. Toda região e fiscalizada e monitorada pelo ICMbio e Ima e Ibama.

Vendedores de artesanato e de comidas típicas se instalam todos os dias nas praias, mas sempre fiscalizados pelos ICMbio e também pelos empresários que promovem o passeio, além dos guias de turismo, que buscam conscientizar a todos da importância de preserva o local.

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ASSISTA O VÍDEO

CHEGAR

Para se chegar a Piaçabuçu, saindo de Maceió se utiliza a AL 101 Sul e de Arapiraca as AL 115 101 Sul.  

PASSEIO

 O passeio para Foz do Rio São Francisco sai todos os dias a partir das 10 horas e é realizado por escunas que saem de Piaçabuçu. Uma das empresas que realiza esse passeio é a Maraná, que inclui no passeio o almoço completo.

RESTAURANTE MARANÁ RODOVIA AL 101/ KM 100- CONTATOS – 82- 99321-4526/991250-9749

EMAIL – [email protected]

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Iphan anuncia Parque Regional Histórico no Litoral Norte
   Mozart  Luna  │     17 de outubro de 2018   │     19:17  │  0

O Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Ihpan) propôs a criação de um Parque Regional Histórico no Litoral Norte, envolvendo os municípios de Porto Calvo, Porto de Pedras e Japaratinga, onde há registros de várias batalhas realizadas entre os portugueses, brasileiros e holandeses.

A proposta foi lançada em uma reunião realizada quarta-feira (17) em Porto Calvo com representantes da trade turístico da região, Secretaria de Desenvolvimento e Turismo, prefeituras de Porto Calvo e Maragogi.

Sandro Gama diretor do Iphan fez a apresentação do inventário histórico, existente na região com elementos que justificam a criação do Parque Regional Histórico do Litoral Norte. Segundo ele tudo começa a partir da descoberta do Fortim Bass, na Ilha do Guedes, em Porto Calvo, considerado pela Unesco, como a mais importante descoberta da presença dos holandeses no Nordeste.

“O Fortim de Bass é um dos mais bem preservado e constitui um referencial para outras descobertas que já visualizamos e estamos trabalhando para compor o conjunto do Parque “, afirma Sandro Gama.

Primeiro Passo

O superintendente do Iphan Alagoas, o arquiteto Mário Aloisio, disse que o primeiro passo para criação do Parque Regional Histórico do Litoral Norte é dotar o local, onde está o Fortim Bass, de toda infraestrutura necessária para sua visitação. “A área já foi desapropriada pelo município, que deverá realizar um processo licitatório, ou uma parceira público privada (PPP) para exploração comercial do sitio histórico”, disse ele.

 

O projeto prevê a construção de um mirante elevado de observação do Fortim, melhoria do acesso, a instalação de uma ponte para pedestres e um restaurante e locais de comercialização de lembranças do Fortim. “O objetivo é aproveitar essa grande descoberta histórica e dinamizar a atividade turística. com a geração de emprego e renda em Porto Calvo e os outros municípios”, disse o superintendente do Iphan.

 

Para que os investimentos sejam realizados, segundo Mário Aloisio, é necessário atrair investidores, pois o estado e o municípios não têm condição para administrar um empreendimento desse porte. “O mais viável é passar para uma empresa privada que possa viabilizar o funcionamento desse empreendimento que faz parte do projeto do Parque Regional”, esclareceu ele.

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Turistas reclamam do serviço da balsas no rio Manguaba
   Mozart  Luna  │       │     7:00  │  2

 

O percurso na AL 101 Norte entre Passo do Camaragibe até Japaratinga constitui o chamado “corredor ecológico”. Esse trecho oferece para quem passa uma paisagem lindíssimas de coqueirais, mata atlântica e vastos coqueirais, além da travessia balsa pelo rio Manguaba, entre os municípios de Porto de Pedra e Japaratinga.

 

A travessia também constitui uma atração a parte, como um passeio onde se pode observar as águas calmas do rio Manguaba, mas que precisa se melhorado com a colocação de embarcações mais seguras, horários rígidos e preços mais justos.

O valor cobrando para travessia de um veículo pequeno porte, aumentou 50%. Era R$ 10,00 e foi para R$ 15,00, por um serviço que deixa muito a desejar, principalmente quanto a segurança das embarcações, que são de madeira. As filas nos finais de semana e feriados são enormes e demora da espera pode chegar a uma hora debaixo de um sol forte e sem nenhum abrigo para aguardar.

Na alta estação do turismo, as filas são enormes, segundo os comerciantes que têm pontos de vendas de lanches próximo ao local de embarque e desembarque. “Na temporada o sofrimento dos turistas é grande”, diz um comerciante de Porto de Pedras, que não quis se identificar. “Isso é bom para gente que vende muita água e lanches, mas dá dó ver as crianças que ficam esperando dentro do carro, ou nas calçadas mais de uma hora para embarcar”, relata ele.

“O pior é quando alguma das velhas balsas dão problemas. Ai a demora é maior provocando revolta”, declarou. A fiscalização do serviço quase não ocorre o que proporcionar a precariedade da situação.

Procuramos ouvir a empresa que faz o serviço, mas não conseguimos obter respostas e um funcionários que trabalha em uma das embarcações disse que se investiu nos últimos meses na melhoria do serviço e que se tem buscado ser mais ágil na travessia para evitar a formação das filas.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Penedo desponta no roteiro turístico e cultural neste final de semana
   Mozart  Luna  │     16 de outubro de 2018   │     9:41  │  0

Penedo vem conquistando aos poucos a atenção do Brasil e do mundo graças a beleza arquitetônica, cultura e famosos como Carlinhos Maia, um dos mais acessados Stories do Instagram. Para receber os visitantes uma vasta programação cultural e artística vem sendo realizada para os finais de semana, como o que acontece na próxima sexta-feira (19), às 19 horas no Largo de São Gonçalo com o desfile de apresentação da nova coleção da Pontos e Contos

O tema do evento é “E o conto virou moda” com modelos inspirados na lenda da Pedra de São Tomé, que está na Ilha de São Pedro, no rio São Francisco. Uma história muito interessante que chama a atenção de muitos visitantes. O trabalho foi realizado com a participação das bordadeiras da Casa da Amizade, que confeccionaram as peças à mão. Um trabalho único e primoroso, que deu um toque de beleza, arte e sofisticação aos modelos.

A noite e os passeios

Claro que ir a Penedo na sexta-feira é um convite para passar o final de semana naquela linda cidade dos sobrados. Vários roteiros turísticos existem para quem deseja ir começando pelo sábado de manhã visitando a Igreja Nossa Senhora da Corrente, o Museu Imperial e a Chalé dos Loureiros e depois passear de barco pelas ilhas e prainhas fluviais do rio São Francisco.

À noite as opções são inúmeras como ouvir musica ao vivo as margens do rio no Oratório, dançar um bom Forró no Virgulino, ou simplesmente curtir um visual no mirante do restaurante Príncipe Mauricio de Nassau, saboreando as delicia do São Francisco, além de outras atrações como o barzinho Perto de Casa.

 

Portanto não perca tempo e se programa logo para esse final de semana em Penedo, a cidade mais charmosa de Alagoas.

GALERIA DE FOTOS

 

 

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