Monthly Archives: abril 2018

Penedo implanta Programa de valorização da cultura
   Mozart  Luna  │     25 de abril de 2018   │     6:39  │  0

 

Penedo se consolida cada vez mais como destino turístico cultura e artístico em Alagoas, se diferenciando dos demais municípios como opção para o visitante que gosta de sol, mar e cultura, bem característico do público europeu que busca não só praias, mas também conhecimento cultural dos locais que vistam.

Com esse objetivo foi lançado semana passada o Projeto Penedo: a Criança, a Cidade e o Patrimônio. A proposta reúne Instituições para preservação e resgate dos bens material e imaterial de Penedo. O grupo é formado pela Prefeitura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Arquitetônico Nacional (IPHAN), Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e a Universidade de Évora em Portugal.

A proposta busca resgatar, preservar e despertar seu povo para os bens material e imaterial de Penedo, as instituições Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Prefeitura de Penedo e Universidade de Évora (Portugal), criaram o programa –

Os alunos da rede municipal de ensino serão os primeiros a receberem os conhecimentos que o projeto se propõe a divulgar, além dos professores, através de três vertentes que se interconectam:  Educacional, Artística e Patrimonial.

“Vamos revitalizar nossas manifestações culturais, desenvolver pesquisas, resgatar o que é da cidade, lendas, brincadeiras, canções e saberes populares e despertar o sentimento de apropriação em nossas crianças. A revitalização do patrimônio imaterial torna possível especificar e denominar a parcela do currículo local como aquele que olha e dialoga com a cultura local e se diferencia da cultura hegemônica”, explicou a professora da Ufal, Lenira Haddad que também conta com a parceria de dois outros professores da universidade, Marcos Moreira e José Acioli Filho.

Theatro Sete de Setembro, Casa de apresentações culturais pronta para os grande espetáculos 

 

A música

Penedo possui duas tradicionais orquestras filarmônicas:  Musical Penedense e Monte Pio dos Artistas. Ambas com um trabalho social inconteste ao longo de décadas. Dentro do programa – Penedo: A Criança, A Cidade e O Patrimônio -, o município vai ganhar mais uma voltada aos alunos da rede municipal de ensino.

Convento Franciscano recentemente recuperado

O diretor da Orquestra Sinfônica Estudantil Penedense (OSEP), Bruno Maia, já participou de intercâmbio e troca de experiências no Sul do país. Ele destaca a importância da iniciativa para os alunos da cidade. “A Orquestra é sem dúvida, um dos projetos mais audaciosos e empolgantes que a cultura de Penedo já se deparou. Estamos trabalhando muito na implantação deste programa e tenho plena convicção que será de grande importância na formação educacional das nossas crianças”, destacou o diretor Bruno Maia.

Passeios de escunas pelo rio São Francisco e suas praias fluviais

O programa conta com o envolvimento da superintendência do IPHAN em Alagoas, através do superintendente Mário Aluízio, da Ufal, com os professores Marcos Moreira, Lenira Haddad e José Acioli Filho, da Universidade de Évora (Portugal), com as professoras Izabel Bezelga e Assunção Folque, com o presidente da Câmara de Évora (equivale a prefeito no Brasil), Carlos Pinto Sá e com a diretora do Instituto Alentejo (Instituto de Preservação do Patrimônio de Portugal), Ana Paula Amendoeira.

Palácio Municipal sede do Governo 

“Esse projeto vai fazer com que tenhamos uma verdadeira transformação na sociedade penedense. Será uma ação aplicada com as crianças de 0 a 6 anos, onde haverá uma integração delas ao patrimônio material e imaterial, com a música, teatro, folguedos populares, saberes, etc. Queremos que se sintam parte da cidade, tenham amor e respeito pelo seu patrimônio. Não tenho dúvida que o projeto vai transformar nossa Penedo em uma cidade de muita paz, amor e acima de tudo, com as pessoas focadas em crescer, desenvolver e prosperar”, enfatizou o prefeito Marcius Beltrão.

 

Com Assessoria

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Porões de aviões terão áreas de lazer para passageiros
   Mozart  Luna  │     22 de abril de 2018   │     7:16  │  0

 

Uma proposta da Airbus pode revolucionar a forma de viajar com a transformação dos porões dos aviões em áreas de lazer e até pequenos alojamentos para mais conforto dos passageiros em voos mais longos. A proposta vem gerando muita polêmica e também aceitação por parte de quem deseja mais espaço.

O projeto prevê desde largas camas de casal, bares até áreas de lazer para crianças que ficariam soltadas a brincar. Outra vantagem seria para idosos que poderiam caminhar dentro do espaço se levando das dores provocadas pelas longas horas de voos. Agora, em vez de um assento reclinável na cabine do avião, os passageiros poderão escolher um beliche no andar de baixo.

A Airbus elaborou ambientes graças a uma parceria com a empresa de design aeroespacial Zodiac para criar este conceito totalmente inovador, capaz de dar a opção aos passageiros de classe econômica de trocar os bancos apertados por camas e sofás – ou passar algum tempo em mesas de trabalho ou em áreas próprias para as crianças.

O acesso a essas áreas não poderão ser realizado durante a descolagem ou aterragem. A proposta foi apresentada durante a Aircraft Interiors Expo que aconteceu em Hamburgo, juntamente com uma série de outras inovações.

A Airbus apresentou uma maquete das cabines de porão e vários tipos de módulos, incluindo beliches, uma área de recreio com brinquedos para crianças e espaços de trabalho com salas de reunião e mesas. Até uma área com um bar e um centro de atendimento médico está previsto. Não está descartado também no convés inferior um ginásio, ou num restaurante de luxo.

Segundo os diretores da empresa as companhias aéreas vieram até nós para perceberem como poderiam utilizar melhor o espaço das suas aeronaves. Com o uso de um deck inferior, elas também poderão gerar mais receitas sem terem de gastar dinheiro para trocar de aeronave ou adicionar assentos na classe executiva.

A proposta seria em voos de longa distância, a companhia aérea poderia alugar cada um desses espaços a um determinado número de passageiros em diferentes horários ao longo de um voo. Portanto, uma oferta da classe econômica poderá vir com um complemento de uma cama para dormir.

 

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Encontro Internacional dos Cafés Históricos da Europa
   Mozart  Luna  │     21 de abril de 2018   │     10:26  │  0

 

A Europa não produz café, mas possui os estabelecimentos mais charmosos onde é servido esse produto tão consumido em todo mundo. Para consolidar como esses lugares como atrativos turísticos estão ocorrendo em Portugal na cidade Coimbra o primeiro Encontro Internacional de Cafés Históricos da Europa, que começou no dia 20 e vai até hoje (21).

 

O Encontro ocorre paralelamente também a Casa da Escrita e no Café Santa Cruz, e que simultaneamente promoverá reuniões de trabalho onde serão discutidas formas de colaboração e intercâmbio. O Encontro proporcionará momentos de debate em ambiente de tertúlia sobre os cafés enquanto espaços do patrimônio cultural com lugar na história da Europa.

 

Representantes de Café como Les Deux Magots de Paris, o L’Ópera de Barcelona, o Kipos de Chania, o Central de Budapeste ou o Majestic do Porto estão presentes. Esses Cafés são considerados “testemunhas” culturais de décadas de convivência social, tertúlias artísticas e debates políticos.

 

Os Cafés europeus têm sido palco de histórias de romances, política e locais de gravações de produções cinematográficas. As histórias que acolhem, as tradições que preservaram e os desafios a que continuamente respondem, bem como conhecer a forma como se preparam para os permanentes desafios que lhes  levaram os proprietários de Cafés europeus a discutir a classificação desses estabelecimentos como patrimônio cultural do Velho Continente.

 

Pauta

 

Na pauta do Primeiro Encontro Internacional de Cafés Europeus estão temas: A importância dos Cafés na transformação da esfera pública; Os Cafés Históricos e as Redes de Patrimônio Cultural e Os Cafés Históricos como Patrimônio Turístico.

 

Os participantes do evento propõem a criação de uma Rede de Cafés Históricos da Europa, e o estabelecimento de uma Rota Européia dos Cafés Históricos e também incluir como novo Itinerário Cultural do Conselho da Europa e ainda o estabelecer do Dia Europeu do Café Histórico.

 

Participam também nas oficiais nacionais, representantes da Rotas dos Cafés com História de Portugal, Cafés Históricos de Espanha e diversos cafés europeus. Os Cafés Históricos como Patrimônio Cultural é uma iniciativa do Café Santa Cruz, co-organizada com a Associação dos Cafés com História de Portugal (ACH) e a Associação Européia dos Cafés Históricos (EHICA), integrada na 20.ª Semana Cultural da Universidade Coimbra e no Ano Europeu do Patrimônio Cultural.

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Hotel Quality Dunas do Marapé começa operar em julho desse ano
   Mozart  Luna  │     20 de abril de 2018   │     10:54  │  0

 

 

 

O Hotel Quality Dunas do Marapé deverá está em funcionamento em julho desse ano. Será o primeiro do LItoral Sul de grande porte com 100 confortáveis apartamentos.

O hotel está localizado no município de Jequiá da Praia e integrando o Complexo Dunas do Marapé.  O Quality Hotel Dunas de Marapé oferecerá ainda, uma ampla área de lazer. O empreendimento contará também com restaurante, serviços de praia, espaço kids e uma piscina na cobertura.

 

A diretoria da Atlântica se pronunciou dizendo que o hotel faz parte do Complexo Ecológico Dunas de Marapé, conhecido também como Pérola do Sul do Estado, por conta de suas belezas naturais.

O Litoral Sul de Alagoas possui praias lindíssimas e uma excelente rodovia de acesso, além de ser mais próximo de Maceió e do aeroporto Zumbi dos Palmares.

 

 A chegada também de um hotel com bandeira reconhecida internacionalmente como Quality será um marco e um novo capítulo no segmento de hospitalidade em Alagoas. Chegou a hora do Litoral Sul mostrar sua força.

 

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Alerta: um terço da maior barreira de corais morreu com alteração climática
   Mozart  Luna  │     19 de abril de 2018   │     17:05  │  0

O meio ambiente deu seu primeiro alerta para humanidade de que o planeta corre sérios risco climáticos, com a morte de um terço dos corais da Grande Barreira, localizada na Austrália. A informação foi dada através da revista Nature.

A Grande Barreira de Coral da Austrália, património mundial da UNESCO, sofreu um “colapso catastrófico” de corais durante uma vaga de calor em 2016, “uma ameaça à diversidade da vida marinha”.

De acordo com a publicação, um terço dos corais de superfície da Grande Barreira morreu em 2016 devido ao aumento das temperaturas. Património Mundial da UNESCO desde 1981, a Grande Barreira de Coral estende-se ao longo de cerca de 2.400 quilómetros, na costa Leste da Austrália, e é o maior complexo de recifes de coral do mundo.

Australia, Queensland, Great Barrier Reef, Ribbon Reefs, diver and reef sb10064627b-001

A morte destes corais causou mutação de radicais nas misturas de espécies em centenas de recifes individuais.  O estudo refere que os “recifes de coral representam menos de 1% do ambiente marinho da Terra, mas abrigam cerca de 25% da vida marinha”.

“A morte destes corais causou mudanças radicais na mistura de espécies em centenas de recifes individuais”, explicou à agência AFP um dos autores do estudo, Andrew Baird.

A mudança na mistura de espécies e a perda total de corais “tem um impacto sobre todas as criaturas que dependem dos corais para alimentação e habitat”, sublinhou o co-autor Terry Hughes.

Se os países não seguirem a orientação do acordo de Paris tomando medidas ambientais para evitar a elevação da temperatura entre 1,5 e 2 graus Celsius não só a Grande Barreira de Coral da Austrália como outras em todo mundo simplesmente vai desaparecer

The Great Barrier Reef, the world’s largest coral reef, lies in the Coral Sea off northeastern Australia. Near Queensland, Australia WTR094

O estudo apela à proteção dos corais sobreviventes, estimados em cerca de mil milhões, dependentes agora da “melhoria da qualidade da água e pela redução da poluição costeira”.

Se não se limitar a subida da temperatura entre 1,5 graus Celsius e dois graus Celsius – estabelecido no Acordo de Paris -, “a Grande Barreira de Coral corre mesmo o risco de desaparecer”, concluíram os cientistas.

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