Monthly Archives: janeiro 2018

As dicas para visitar o Museu do Louvre
   Mozart  Luna  │     22 de janeiro de 2018   │     10:08  │  0

 

 

O Museu do Louvre, em Paris continua sendo o mais visitado do mundo recebendo mais de 10 milhões de pessoas em 2017, número que se aproxima de toda população de Portugal.

O Museu do Louvre foi instalado no Palácio do Louvre e possui um dos maiores acervos que conta a história da civilização ocidental, desde o Egito até Roma.

Todo material disponível existente é fruto das campanhas militares de Napoleão Bonaparte que mandou seus soldados trazerem tudo que encontrasse de relíquias e tesouros no mundo. Hoje existem intelectuais dos países que tiveram seus bens levados para França, que protestam e desejam ter de volta o que realmente pertence ao seu povo.

Em contrapartida existem aqueles que defendem que na França estão bem guardados e disponíveis para as futuras gerações e longe das garras dos loucos radicais que estão destruindo tudo que existe nos país do Oriente Médio.

E mesmo assim os loucos radicais ameaçam destruir o que existe em locais como o Louvre.

O acesso ao Louvre é cercado de cuidado com a segurança. O primeiro passo para ter acesso ao Museu é comprar o ticket, que pode ser realizado no próprio museu, ou através da internet, que é um pouco mais caro, mas se evita filas.

Para quem compra pela internet o bilhete terá que se buscar em uma banca de revistas, em frente ao museu e depois de mostrar o comprovante do pagamento e pegar o ingresso e ir direto para o museu.

Segurança

Na entrada os turistas são submetidos a uma revista com detectores de metais e as bolsas revistadas. Um forte aparato policial e do exercito francês se faz presente também sempre vigilantes para qualquer movimento suspeito.

Recomendações

O Museu do Louvre é gigante que vai exigir dos muito fisicamente daqueles que realmente desejam ver tudo detalhadamente. Para isso um dia será pouco e será preciso voltar pelo menos mais um dia.

Outra recomendação é com relação a disposição física, já que o Palácio é gigante e com muitas escadas e poucos elevadores disponíveis e difíceis de serem encontrados.

Também recomendamos levar água e lanche, já que dentro do museu é muito caro nos cafés e restaurantes existentes, mas podem comprar sanduíches. Os banheiros são lotados e existe fila para entrar. Vai a dica também para quem esquecer de levar água: existe vendedores na porta do museu oferecendo água e até lanches, muitos são latinos americanos que falam o “portunhol”.

Outra dica é ir de tênis ou um calçado confortável. Não existem cadeiras para sentar no museu, apenas alguns lugares pequenos próximos das janelas, que são disputados por quem deseja descansar. Percorrer o Museu do Louvre é uma verdadeira maratona.

 

Patrimônio

Tudo esse sacrifício vale apenas para ver obras famosas como Mona Lisa a Vitória de Samotrácia e a Vénus de Milo, enormes coleções de peças em pedras Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Pittoni, Giotto e Goya , numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas.

O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.

O Louvre é gerido pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux. É o museu mais visitado do mundo, recebendo 8,8 milhões de visitantes em 2011 e 9,7 milhões de pessoas em 2012.

O primeiro palácio real neste local foi fundado por Filipe II em 1190, como uma fortaleza para defender Paris a oeste contra os ataques dos Vikings. No século seguinte, Carlos V transformou-o num Palácio

As transformações nunca cessaram na sua história, e a antiga fortaleza militar medieval acabaria por se tornar um colossal complexo de prédios, hoje devotados inteiramente à cultura. Dentre as mais recentes e significativas mudanças, desde o lançamento do projeto “Grand Louvre” pelo presidente François Miterrand, estão a transferência para outros locais de órgãos do governo que ainda funcionavam na ala norte, abrindo grandes espaços novos para exposição, e a construção da controversa pirâmide de vidro desenhada pelo arquiteto chinês I. M.Pei no centro do pátio do palácio, por onde se faz agora o acesso principal. O museu reorganizado reabriu em 1989.

 

>Link  

Descoberto “Parque dos Dinossauros” no Sertão
   Mozart  Luna  │     21 de janeiro de 2018   │     5:03  │  1

 

 

 

IMG_7408

 

IMG_7398

O Sertão de Alagoas possui uma diversidade muito grande de roteiros turísticos, como trilhas ecológicas no meio da caatinga, que nos leva a lugares exóticos. Uma delas nos leva ao “Parque dos Dinossauros”.

Nossa aventura começa percorrendo uma trilha em uma das poucas reservas ecológicas do Sertão de Alagoas, conhecida como reserva Ecológica do Castanho. O local vem sendo preservado há 80 anos pela família do ambientalista e empresário de ecoturismo Elizeu Gomes, conhecido como Leleu. A reserva está localizada no município de Delmiro Gouveia, cidade que fica a 300 quilômetros de Maceió.

IMG_7396

Já no caminho, encontramos alguns resquícios do homem pré-histórico. São pedras polidas pelo homem que serviam de ferramentas para o dia a dia dele. São fragmentos da era Paleolítica. Peças cortantes que serviam como faca.

IMG_7325IMG_7328

Espuma, sapos e esqueletos de cobra gigante

No caminho, entre a caatinga, encontramos alguns riachos temporários que acumularam água neste período de inverno e neles ocorre um fenômeno da reprodução da vida na caatinga. Sapos se acasalam nas poças de água e deixam a prova disso. São as chamadas “espumas de sapos”. Na verdade trata-se de pequenos óvulos fecundados, que se transformaram em girinos.

Também encontramos restos de animais mortos durante o período de seca. Observamos um enorme esqueleto de uma cobra, provavelmente de uma jiboia gigante. Segundo Leleu, nosso guia, a cobra deveria ter mais de dois metros de cumprimento.

Entretanto, ao chegar a um local cercado de paredões e uma enorme laje que serve de piso, denominado de “Parque dos Dinossauros”, encontramos no alto um painel, que se destaca pelas pinturas rupestres existentes. As formas são bastante diferentes de outras que encontramos na região e  já catalogadas pelo Ministério da Cultura, através do Instituto do Patrimônio Histórico (IPHAN).

IMG_7336IMG_7337IMG_7400

Descoberta de pinturas

Estas pinturas rupestres encontradas por nós ainda não foram descobertos pelo IPHAN. Elas são formadas por desenhos esféricos com traços em sua volta, cercado de seres humanos e animais, além de sinais que talvez representem as observações dos habitantes da época, sobre o que viam no céu. Os desenhos provavelmente fazem parte de uma sequência de outras pinturas, que o tempo apagou.

Esta área chama atenção também pela existência de enormes buracos com formas arredondadas, cravadas no meio do lajedo, como se fossem pegadas de dinossauros. Por isso o local foi batizado como “parque dos dinossauros”.

FullSizeRender (3)

Será ovos de dinossauros ?

Outra surpresa que nossa equipe teve foi encontrar dois ovos gigantes, dentro de uma gruta. Nossa imaginação foi longe: “Será que são de dinossauros?”. Claro que não. Nosso guia disse que pode ser de aves de rapina, e arrisca dizer que pertence a águias chilenas dos Andes, que nesta época chegam aos Canions do São Francisco para procriar, fugindo do rigor do inverno das Cordilheiras, no Chile. No mesmo local, encontramos também uma massa gelatinosa que exala um terrível mau cheiro, provavelmente fezes de morcegos, que também habitam o local.

Deixamos para trás os ovos gigantes, mas nossa imaginação continua acesa: Será que não são de dinossauros? Afinal de contas, estamos no Parque dos Dinossauros  do Sertão de Alagoas.

 IMG_7350IMG_7348

Canoa enche de água

Chegada a hora de retornar. Para isso, embarcamos em uma canoa a remo, descendo o Rio São Francisco, com destino ao restaurante ecológico do Castanho. No meio do caminho, uma forte chuva caiu inundando nossa canoa e colocando todos em risco. Rapidamente tivemos que improvisar, cortando as garrafas pet que levamos com água para tomar e que, agora, foram transformadas em caneco para retirar a água de chuva do fundo da canoa. Depois de remar uma hora de meia, chegamos a salvo ao restaurante O Castanho, onde pudemos saborear uma deliciosa peixada e petiscar um bode assado.

IMG_7353

A aventura teve momentos de surpresa, alegria e tensão, mas valeu apenas com a descoberta que realizamos. Quem desejar também fazer a trilha é só ligar para o Castanho e agendar para ver um lugar muito diferente, que registra a presença do homem pré-histórico. Garantimos que será um momento incrível, mas requer alguns cuidados como levar água, lanches, sacos para colocar lixo. Outro cuidado é com a vestimenta. Sempre usar roupas leves, mas não dispensar calça comprida e calçados adequados, como botas. O acesso à trilha só é permitido com um guia devidamente treinado e com autorização da administração da reserva ecológica, já que o local é propriedade privada.

Informações

A Reserva Ecológica do Castanho fica localizada em Delmiro Gouveia, a 300 quilômetros de Maceió. O acesso é por meio da AL-220. Existem placas de sinalização nas margens da rodovia.

TELEFONE – 98855-1290/ 98114-7070

Você também pode conhecer mais o local clicando no banner do Castanho

IMG_7398

Nossa equipe de reportagem do Programa Conheça Alagoas, da TV MAR, canal 25 da net, fez uma descoberta arquelógica de pinturas rupestres de oito mil anos, na reserva ecológica do Castanho em Delmiro Gouveia, a 300 quilometros de Maceió, quando fazia uma trilha no local chamado “Parque dos Dinossauros”.

Nossa aventura começa percorrendo uma trilha em uma das poucas reservas ecológicas do Sertão de Alagoas, conhecida como reserva Ecológica do Castanho. O local vem sendo preservado há 80 anos pela família do ambientalista e empresário de ecoturismo Elizeu Gomes, conhecido como Leleu. A reserva está localizada no município de Delmiro Gouveia, cidade que fica a 300 quilômetros de Maceió.

IMG_7396

Já no caminho, encontramos alguns resquícios do homem pré-histórico. São pedras polidas pelo homem que serviam de ferramentas para o dia a dia dele. São fragmentos da era Paleolítica. Peças cortantes que serviam como faca.

IMG_7325IMG_7328

Espuma, sapos e esqueletos de cobra gigante

No caminho, entre a caatinga, encontramos alguns riachos temporários que acumularam água neste período de inverno e neles ocorre um fenômeno da reprodução da vida na caatinga. Sapos se acasalam nas poças de água e deixam a prova disso. São as chamadas “espumas de sapos”. Na verdade trata-se de pequenos óvulos fecundados, que se transformaram em girinos.

Também encontramos restos de animais mortos durante o período de seca. Observamos um enorme esqueleto de uma cobra, provavelmente de uma jiboia gigante. Segundo Leleu, nosso guia, a cobra deveria ter mais de dois metros de cumprimento.

Entretanto, ao chegar a um local cercado de paredões e uma enorme laje que serve de piso, denominado de “Parque dos Dinossauros”, encontramos no alto um painel, que se destaca pelas pinturas rupestres existentes. As formas são bastante diferentes de outras que encontramos na região e  já catalogadas pelo Ministério da Cultura, através do Instituto do Patrimônio Histórico (IPHAN).

IMG_7336IMG_7337IMG_7400

Descoberta de pinturas

Estas pinturas rupestres encontradas por nós ainda não foram descobertos pelo IPHAN. Elas são formadas por desenhos esféricos com traços em sua volta, cercado de seres humanos e animais, além de sinais que talvez representem as observações dos habitantes da época, sobre o que viam no céu. Os desenhos provavelmente fazem parte de uma sequência de outras pinturas, que o tempo apagou.

Esta área chama atenção também pela existência de enormes buracos com formas arredondadas, cravadas no meio do lajedo, como se fossem pegadas de dinossauros. Por isso o local foi batizado como “Parque dos Dinossauros”.

FullSizeRender (3)

Será ovos de dinossauros ?

Outra surpresa que nossa equipe teve foi encontrar dois ovos gigantes, dentro de uma gruta. Nossa imaginação foi longe: “Será que são de dinossauros?”. Claro que não. Nosso guia disse que pode ser de aves de rapina, e arrisca dizer que pertence a águias chilenas dos Andes, que nesta época chegam aos Cânions do São Francisco para procriar, fugindo do rigor do inverno das Cordilheiras, no Chile. No mesmo local, encontramos também uma massa gelatinosa que exala um terrível mau cheiro, provavelmente fezes de morcegos, que também habitam o local.

Deixamos para trás os ovos gigantes, mas nossa imaginação continua acesa: Será que não são de dinossauros? Afinal de contas, estamos no Parque dos Dinossauros  do Sertão de Alagoas.

 IMG_7350IMG_7348

Canoa enche de água

Chegada a hora de retornar. Para isso, embarcamos em uma canoa a remo, descendo o Rio São Francisco, com destino ao restaurante ecológico do Castanho. No meio do caminho, uma forte chuva caiu inundando nossa canoa e colocando todos em risco. Rapidamente tivemos que improvisar, cortando as garrafas pet que levamos com água para tomar e que, agora, foram transformadas em caneco para retirar a água de chuva do fundo da canoa. Depois de remar uma hora de meia, chegamos a salvo ao restaurante O Castanho, onde pudemos saborear uma deliciosa peixada e petiscar um bode assado.

IMG_7353

A aventura teve momentos de surpresa, alegria e tensão, mas valeu apenas com a descoberta que realizamos. Quem desejar também fazer a trilha é só ligar para o Castanho e agendar para ver um lugar muito diferente, que registra a presença do homem pré-histórico. Garantimos que será um momento incrível, mas requer alguns cuidados como levar água, lanches, sacos para colocar lixo. Outro cuidado é com a vestimenta. Sempre usar roupas leves, mas não dispensar calça comprida e calçados adequados, como botas. O acesso à trilha só é permitido com um guia devidamente treinado e com autorização da administração da reserva ecológica, já que o local é propriedade privada.

Informações

A Reserva Ecológica do Castanho fica localizada em Delmiro Gouveia, a 300 quilômetros de Maceió. O acesso é por meio da AL-220. Existem placas de sinalização nas margens da rodovia.

TELEFONE – 98855-1290/ 98114-7070

Você também pode conhecer mais o local clicando no banner do Castanho

>Link  

Porto Calvo reúne milhares de fiéis em louvor a São Sebastião
   Mozart  Luna  │     19 de janeiro de 2018   │     17:41  │  0

Acontece amanhã em Porto Calvo a tradicional procissão em homenagem a São Sebastião, co-padroeiro do município. A expectativa é de que cerca de 20 mil pessoas participem do cortejo da imagem, que está marcado para ocorrer às 17 horas e vai percorrer as principais ruas da cidade.

 

O município mantém essa tradição que tem mais de 100 anos e conta com a participação de milhares de pessoas de todo Estado e também de fora como turistas que são devotos de São Sebastião, como os cariocas, já que ele é padroeiro também do Rio de Janeiro.

 

A festa tem também uma programação musical oferecida pela prefeitura. O prefeito David Pedrosa já havia anunciado a programação no inicio da semana com os shows de Nathan Lokêta e Forró do Muído ocorrem no Centro da cidade a partir das 22h.

 

Segundo o prefeito David Pedrosa, sua administração sempre irá apoiar as manifestações religiosas e culturais, mantendo a tradição da população sem se descuidar das obrigações com as ações de governo. “Já concluímos o pagamento de todos os servidores municipais cumprindo com isso o calendário”, destacou ele.

Turismo

O prefeito disse que sua meta em 2018 é atrair investidores para o município para a atividade turística já que o município tem uma localização geográfica privilegiada com o rio Manguaba que vai até o mar em Porto de Pedras. Segundo ele no próximo ano a perspectiva é se coloque um catamarã realizando passeios entre Porto de Pedras e Porto Calvo, parando no local onde havia um forte holandês.

 

David Pedrosa disse que 2017 foi um ano muito difícil, mas que não deixou de cumprir com seus compromissos de campanha e inicia 2018 com muito trabalho e obras em andamento. “Vamos transformar Porto Calvo em um centro de visitação turística cultural do Litoral Norte”, concluiu ele.

 

>Link  

Conheça o Palácio onde nasceu e morreu D. Pedro I
   Mozart  Luna  │     17 de janeiro de 2018   │     5:22  │  0

 

O Palácio de Queluz em Sintra, guarda parte da história de Portugal e também do Brasil, já que serviu de residência oficial para família real portuguesa e onde nasceu morreu o primeiro Pedro IV e Pedro I no Brasil. O Palácio de Queluz foi construído no do século XVIII e está localizado na cidade de Queluz, no Concelho de Sintra,distrito de Lisboa.

 

Sua riqueza arquitetônica está no seu estilo rococó e é um dos últimos de grandes edifícios erguidos na Europa.  O Palácio de Queluz foi construído como um recanto de verão para D.Pedro de Bragança, que foi o marido de D. Maria I de Portugal, que era sua sobrinha e ele passou a ser assim “rei consorte”.

Serviu como um discreto lugar de encarceramento para a rainha D. Maria I enquanto sua loucura continuou a piorar após a morte de D. Pedro em 1786. Após o incêndio que atingiu o Paládio da Ajuda em 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do príncipe regente português, o futuro D.João VI e de sua família. Permaneceu lá até a fuga da família real para o Brasil em 1807, devido à invasão francesa.

A construção do Palácio iniciou-se em 1747, tendo como arquiteto Mateu Vicente de Oliveira. Apesar de ser muito menor, é chamado frequentemente de “O Versalhes português”. A partir de 1826, o palácio lentamente deixou de ser o predileto pelos soberanos portugueses.

Em 1908, tornou-se propriedade do Estado. Após um grave incêndio em 1934, o qual destruiu o seu interior, o Palácio foi extensivamente restaurado e, hoje, está aberto ao público como um ponto turístico.

Os detalhes

 

Uma das alas do Palácio de Queluz, o Pavilhão de Dona Maria, construído entre 1785 e 1792 pelo arquiteto Manuel Caetano de Sousa é hoje um quarto de hóspedes exclusivo para chefes de Estados estrangeiros em visita a Portugal. Em 1910 foi classificado como Monumento Nacional

A idéia de construção do Palácio de Queluz foi de D. Pedro III no século XVIII. Lá trabalharam os arquitetos portugueses Mateus Vicente e Manuel Caetano de Sousa, e o arquiteto-escultor francês João Batist Robillon. As obras começaram em 1755.

No teatro real deste palácio interveio o arquiteto I. De Oliveira Benevides, vindo essa sala a ser inaugurada em 17 de Dezembro de 1778 (1.º aniversário da coroação da Rainha). Uma das jóias do Palácio de Queluz são os jardins e larga extensão de mata que o cerca.

Queluz serviu de residência sazonal da família real e hoje é um dos grandes centros de visitação turística. Os traços arquitetônicos salientam os estilos barroco, rocorró e neoclássico. A planta do Palácio apresenta vários estilos já existe a  aglutinação de vários núcleos e a fases distintas de construção. Porém, pode-se dizer que o palácio se organiza genericamente em L, enquadrando os jardins por meio de várias salas.

Do lado externo, o palácio abre dois braços curvos. No lado dos jardins, é visível a articulação das várias fachadas de aparato, nomeadamente a que enquadra o Jardim de Neptuno ou Jardim Grande. No piso térreo, merece destaque o corpo central de dois andares, firmado por portas e janelas de sacada. A fachada de cerimônia virada ao Jardim dos Azereiros ou Jardim de Malta, é constituída por três corpos.

Um rio passa dentro dos jardins ( rio Jamor). Para proporcionar o passeio de gôndola foi construído um Canal dos Azulejos, com cerca de 130 metros de comprimento. Quando as comportas do canal eram fechadas, criava-se um plano de água onde era possível passear de barco entre paredes azulejadas, com representações de portos, palácios e outros temas.

 

A chamada Quinta de Queluz, que anteriormente pertenceu ao marques de Castelo Rodrigo, passou para posse real em 1654 e foi incorporada na Casa do Infantado. O palácio começou a ser construído em 1747. Daí até finais do século XVIII o edifício ganhou os contornos que apresenta hoje, nomeadamente com o marcado revestimento azulejar e a construção de suntuosos jardins, a cargo de um arquiteto holandês. No jardim chegou a existir uma pequena praça de touros, que viria a desaparecer.

A primeira fase de construção do jardim terminou em 1786. A água para os lagos e repuxos dos jardins da zona sudoeste era fornecida por dois aquedutos

Em 1794, o palácio tornou-se oficialmente residência oficial da Família Real Portuguesa. Nele nasceu D. Pedro IV de Portugal e Pedro I no Brasil, em 12 de outubro de 1798.

Quando da partida dos reis para o Brasil, em 1807, grande parte do recheio do palácio foi despojado. Em 24 de setembro de 1834, já como rei de Portugal, Pedro IV viria a falecer no mesmo quarto em que nascera. A partir desta data entrou em declínio, até que em 1908 o rei D Manuel II doa o Palácio Fazenda Nacional.

O desnível entre os jardins e o parque perde relevo perante a sequência de terraços e galeria porticada por pares de colunas toscanas, rematada por uma monumental escadaria. No interior, a organização dos compartimentos processa-se em linha. A decoração de algumas salas é digna de realce, sendo constituída por frescos (Sala das Açafatas), revestimento a espelhos, estuque e talhada dourada (Toucador da Rainha, Sala do Trono), parquet de madeiras exóticas (Sala D. Quixote) ou azulejos (Corredor das Mangas). Os jardins são ornamentados por estátuas.

Em 4 de outubro de 1934  Palácio de Queluz sofre um grande incêndio que o destruiu parcialmente. Com exceção do corpo central, a reconstrução da ala norte limitou-se ao piso térreo.

Biblioteca de Arte Equestre

O nobre Diogo de Bragança, o Oitavo Marquês de Marialva, que faleceu em 2012, foi um exímio cavaleiro e especialista em Arte Equestre que, ao longo da sua vida, adquiriu documentos sobre este tema, sendo ele próprio autor de diversas publicações. A valiosa biblioteca que deixou, centrada no núcleo essencial de Arte Equestre, inclui também obras dedicadas à tauromaquia e caça.

É constituída por cerca de um milhar e meio de obras impressas e manuscritas, do século XVI ao século XX, algumas de grande raridade. Cerca de 200 gravuras e estampas originais completam este acervo.

A Parques de Sintra – Monte da Lua, gestora da Escola Portuguesa de Arte Equestre  (EPAE), sediada em Queluz, decidiu adquirir esta coleção em 2014 com o objetivo de a associar à EPAE e ao estudo da Arte Equestre prestando, assim, homenagem a D. Diogo de Bragança.

Inaugurada em 2015, com o nome do seu instituidor, a biblioteca veio enriquecer o acervo do Palácio Nacional de Queluz, residência real que, desde o século XVIII até ao presente, esteve sempre ligada à tradição equestre portuguesa. Os acadêmicos e investigadores, passam a ter acesso a 1 400 títulos (cerca de 2 000 publicações), alguns bastante raros, relacionados com a Arte Equestre. A coleção foi inventariada pela casa leiloeira Cabral Moncada e inclui 800 títulos europeus (entre os quais 16 manuscritos), desde o século XVI ao XX; 294 livros e folhetos dos séculos XIX e XX; 322 livros ilustrados da 2ª metade do século XX; e cerca de 165 gravuras.[2]

ASSISTA A REPORTAGEM ESPECIAL SOBRE O PALÁCIO DE QUELUZ

>Link  

As jóias do turismo escondidas de Pão de Açúcar no Sertão de Alagoas
   Mozart  Luna  │     12 de janeiro de 2018   │     18:12  │  0

 

Pão de Açúcar é um dos municípios do Sertão de Alagoas com grande potencial turístico e cultural, oferecendo bons roteiros de passeio para quem visita a cidade. Um misto de sítios arqueológicos, artesanatos e gastronomia formam a pirâmide de atrativos de Pão de Açúcar.

O município fica a 19 metros acima do nível do mar e é considerada uma das cidades mais quentes da região nordeste e para amenizar a temperatura a cidade recebeu o plantio de árvores e hoje é o 9º município de Alagoas maior área urbana arborizadas.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 90% da zona urbana tem árvores, que são frondosas e podem garantir sombra, ar puro e aquela bela foto de lembrança da sua passagem pelo local. Mas agora vamos dar algumas dicas de roteiros turísticos em Pão de Açúcar começando pela trilha do Pé de Serra.

O melhor de Pão de Açúcar são seus recursos naturais e, além do rio, a cidade é ladeada de serras com trilhas prontas para serem percorridas pelos amantes de aventura: para este público a dica é a trilha no Pé da Serra, com acesso pelo povoado de Impoeiras. Está garantida uma visão panorâmica da cidade e encontros com animais exóticos e outras plantas nativas da região. Uma experiência ímpar!

 

Pedra do Navio

 

Outra opção de turismo de aventura é a trilha até a Pedra do Navio, com acesso pelo povoado Meirus. No caminho, comunidades de remanescentes quilombolas, construções antigas, a figura do tradicional sertanejo, boiadeiro e do vaqueiro, animais e plantas exóticas, uma vista surpreendente e a calmaria que só a natureza preservada pode proporcionar.

Por do Sol

 

Pra quem prefere calma, a dica é curtir o por do sol no Morro do Cavalete, aos pés do Cristo Redentor, com vista para o Rio São Francisco após um dia de lazer na prainha ou nas piscinas naturais. As cores do sol, de cima do morro parecem ganhar mais vida, formato e movimento para quem observa de perto e com atenção.

Espelho da Lua

 

Atrativo natural imperdível, o Espelho da Lua formado sobre as águas do Velho Chico, Jaciobá (primeiro nome do município), é lembrança inesquecível para quem visita Pão de Açúcar. Embora a lua esteja minguante durante a semana da Festa de Reis 2018, certamente ela dará um valor especial a estes festejos em louvor ao Bom Jesus dos Navegantes.

As jóias da Ilha do Ferro .

 

 

Não deixe de visitar os povoados da Ilha do Ferro, onde a natureza se renova em forma de artesanato e obras de arte que são apreciadas por gente do mundo todo.  A Ilha do Ferro é uma referência internacional com relação ao artesanato produzido lá. Tudo começou com Seu Fernando Rodrigues que despertou a criatividade de dezenas de outros artesãos que tiram dos galhos da caatinga obras de artes que hoje estão espalhadas por todo o mundo.

A Ilha do Ferro é um centro de produção cultural único em Alagoas, com artesãos que produzem peças decorativas com características rústicas e exóticas que tem chamado a atenção de críticos de arte de todo mundo.

Sitios arqueológicos

 

Outra dica é conhecer os sítios arqueológicos no povoado de Meirus, onde foram encontradas pinturas rupestres e ossadas de dinossauros e outros seres pré-históricos.

Festa de Reis

 

Com atrações artísticas de primeira qualidade para a festa de reis que se estende até o dia 14 de janeiro, a cidade se completa com recursos naturais de primeira grandeza. Pão de Açúcar tem muito a oferecer aos filhos da terra, seus turistas e visitantes, para que todos possam se alegrar e tenham bem-estar durante sua estada.

 

Não deixe de conhecer outros pontos turísticos, conheça Pão de Açúcar e compartilhe suas melhores lembranças.

 

ONDE COMER E SE HOSPEDAR EM PÃO DE AÇUCAR

 

BARES

 

BAR DO PIABA
Contato: (82) 99933-4294
Endereço: Rua Manoel Rodrigues  (Itororó)

 

BAR DO TAMARINEIRO
Contato: (82) 99927-7891)
Endereço: Avenida Ferreira de Novaes (popular Rua da Frente)

 

BAR DE JOÃO CARDEAL
Contato: (82) 99653-3809

 

BAR DO GEL
Contato: (82) 99975-9064
Endereço: Avenida Ferreira de Novaes (popular Rua da Frente)

 

BAR DO DORGINHO
Contato: (82) 99608-6100
Endereço: Praça São Francisco (COHAB)

 

BAR TOCA DO INDIO
Contato (82) 99626-7367
Endereço: Avenida Ferreira de Novaes (popular Rua da Frente)

 

EMPORIUM BY MADU
Contato: (82) 99617-0818
Endereço: Calçadão da Rua da Frente

 

 

RESTAURANTES E CHURRASCARIAS

 

RESTAURANTE E PIZZARIA ARAXÁ
Contato: (82) 99936-2725 / 99941-1261 / 99954-2846
Endereço: Alto Zeferino

 

RESTAURANTE TONHO BAIXINHO
Contato: (82) 99677-2002
Endereço: Rua Manoel Pereira Filho (popular Rua do Monte)

 

RESTAURANTE BOI NA BRASA
Contato: (82) 99973-2971)
Endereço: Avenida Ferreira de Novaes (popular Rua da Frente)

 

CHURRASCARIA E PEIXARIA DO PINTO
Contato: (82) 99934-1971
Endereço: Avenida Ferreira de Novaes (popular Rua da Frente)

 

CHURRASCARIA POINT TURÍSTICO CRISTO REDENTOR
Contato: (82) 99942-9103
Endereço: Morro do Cavalete (Cristo Redentor)

 

RESTAURANTE O SERTÃO
Contato: (82) 99943-2074
Endereço: Alto Paraíso

 

RESTAURANTE SANTA FÉ
Contato: (82) 99978-1243)
Endereço: Avenida Bráulio Cavalcante (Próximo ao Banco do Brasil)

 

 

BAR E RESTAURANTE

 

TEMPERO DO JAPA
Contato: (82) 99646-2700
Endereço: Avenida Ferreira de Novaes (popular Rua da Frente)

 

BAR E RESTAURANTE DO GORDO
Contato: (82) 99907-1428
Endereço: Às margens do Rio São Francisco (COHAB)

 

COMPLEXO DE BARES BELVEDERE
Contato: (82) 99937-0362
Endereço: Às margens do Rio São Francisco (COHAB)

 

PALOMA
Contato: (82) 99665-7584
Endereço: Às margens do Rio São Francisco (COHAB)

 

 

LANCHONETES

 

LANCHONETE E SORVETERIA COSTA
Contato: (82) 99612-4610
Endereço: Praça Moreno Brandão (Em frente a Igreja Matriz)

 

ETEVALDO LANCHES
Contato: (82) 99965-3619
Endereço: Avenida Ferreira de Novaes (popular Rua da Frente)

 

ESTAÇÃO SABOR LANCHONETE
Contato: (82) 99949-3204
Endereço: Avenida Ferreira de Novaes (popular Rua da Frente)

 

LANCHONETE DEGUSTTE
Contato: (82) 99800-3310
Endereço: Calçadão da Rua da Frente

 

ALAGOAS LANCHES
Contato: (82) 99968-5109
Endereço: COHAB


PASTELARIA DO CARECA
Contato: (82) 99618-9810
Endereço: Praça Moreno Brandão (Em frente à Igreja Matriz)

 

AÇAI MANIA
Contato: (82) 99961-5204
Endereço: Avenida Bráulio Cavalcante (Próximo a Delegacia de Policia)

 

PASTELARIA DO NEMIAS (FEIRA LIVRE)

PASTELARIA DO DONIZETE (FEIRA LIVRE)

PASTELARIA BOM JESUS (FEIRA LIVRE)

CANTINA DA BAHIA (FEIRA LIVRE)

 

PANIFICAÇOES E CONVENIÊNCIAS

 

PANIFICAÇÃO CRISTO REDENTOR
Contato: (82) 99919-4623
Endereço: COHAB

 

PADARIA DO TÉI
Contato: (82) 99937-1212
Endereço: Calçadão da Rua da Frente

 

PANIFICAÇÃO PÃO DE MEL
Endereço: Praça Centenário (Na Rua da Feira)

 

ESQUINA 346
Contato: (82) 99969-7537
Endereço: Avenida Bráulio Cavalcante (vizinho ao calçadão )

 

 

PIZZARIAS

 

PIZZARIA É SHOW
Contato: (82) 99628-2723
Endereço: Praça Moreno Brandão (Em frente a Igreja Matriz)

 

PASSAPORTE E PIZZARIA GEO BURGUER
Contato: (82) 99697-4078
Endereço: Avenida Ferreira de Novaes (popular Rua da Frente)

 

PIZZARIA E SORVETERIA ILA
Contato: (82) 99910-9063
Endereço: Avenida Bráulio Cavalcante (Vizinho a Igreja Matriz)

 

 

POUSADAS

 

PORTA DO SOL
Contato: (82) 99600-2366
Endereço: Avenida Bráulio Cavalcante (Próximo ao mercado do Bruno)

 

POUSADA TONHO BAIXINHO
Contato: (82) 99982-1648
Endereço: Rua Cônego Jasson Solto (Na entrada  da cidade)

 

POUSADA PEQUENO PRINCIPE
Contato: (82) 99956-7681
Endereço: Rua Coronel Antonio Machado (Próximo ao Alto Campo Grande)

 

POUSADA UNIVERSITÁRIA
Contato: (82) 99997-6117
Endereço: Praça Darcy Gomes (Popular Praça da Televisão)

 

POUSADA AVENIDA
Contato: (82) 99919-9519
Endereço: Avenida Bráulio Cavalcante

 

POUSADA DO ABERALDO (ILHA DO FERRO)
Contato: (82) 3624-8026
Endereço: Povoado Ilha do Ferro / Pão de Açúcar-AL

 

 

 

>Link