As dicas para visitar o Museu do Louvre
   Mozart  Luna  │     22 de janeiro de 2018   │     10:08  │  0

 

 

O Museu do Louvre, em Paris continua sendo o mais visitado do mundo recebendo mais de 10 milhões de pessoas em 2017, número que se aproxima de toda população de Portugal.

O Museu do Louvre foi instalado no Palácio do Louvre e possui um dos maiores acervos que conta a história da civilização ocidental, desde o Egito até Roma.

Todo material disponível existente é fruto das campanhas militares de Napoleão Bonaparte que mandou seus soldados trazerem tudo que encontrasse de relíquias e tesouros no mundo. Hoje existem intelectuais dos países que tiveram seus bens levados para França, que protestam e desejam ter de volta o que realmente pertence ao seu povo.

Em contrapartida existem aqueles que defendem que na França estão bem guardados e disponíveis para as futuras gerações e longe das garras dos loucos radicais que estão destruindo tudo que existe nos país do Oriente Médio.

E mesmo assim os loucos radicais ameaçam destruir o que existe em locais como o Louvre.

O acesso ao Louvre é cercado de cuidado com a segurança. O primeiro passo para ter acesso ao Museu é comprar o ticket, que pode ser realizado no próprio museu, ou através da internet, que é um pouco mais caro, mas se evita filas.

Para quem compra pela internet o bilhete terá que se buscar em uma banca de revistas, em frente ao museu e depois de mostrar o comprovante do pagamento e pegar o ingresso e ir direto para o museu.

Segurança

Na entrada os turistas são submetidos a uma revista com detectores de metais e as bolsas revistadas. Um forte aparato policial e do exercito francês se faz presente também sempre vigilantes para qualquer movimento suspeito.

Recomendações

O Museu do Louvre é gigante que vai exigir dos muito fisicamente daqueles que realmente desejam ver tudo detalhadamente. Para isso um dia será pouco e será preciso voltar pelo menos mais um dia.

Outra recomendação é com relação a disposição física, já que o Palácio é gigante e com muitas escadas e poucos elevadores disponíveis e difíceis de serem encontrados.

Também recomendamos levar água e lanche, já que dentro do museu é muito caro nos cafés e restaurantes existentes, mas podem comprar sanduíches. Os banheiros são lotados e existe fila para entrar. Vai a dica também para quem esquecer de levar água: existe vendedores na porta do museu oferecendo água e até lanches, muitos são latinos americanos que falam o “portunhol”.

Outra dica é ir de tênis ou um calçado confortável. Não existem cadeiras para sentar no museu, apenas alguns lugares pequenos próximos das janelas, que são disputados por quem deseja descansar. Percorrer o Museu do Louvre é uma verdadeira maratona.

 

Patrimônio

Tudo esse sacrifício vale apenas para ver obras famosas como Mona Lisa a Vitória de Samotrácia e a Vénus de Milo, enormes coleções de peças em pedras Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Pittoni, Giotto e Goya , numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas.

O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.

O Louvre é gerido pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux. É o museu mais visitado do mundo, recebendo 8,8 milhões de visitantes em 2011 e 9,7 milhões de pessoas em 2012.

O primeiro palácio real neste local foi fundado por Filipe II em 1190, como uma fortaleza para defender Paris a oeste contra os ataques dos Vikings. No século seguinte, Carlos V transformou-o num Palácio

As transformações nunca cessaram na sua história, e a antiga fortaleza militar medieval acabaria por se tornar um colossal complexo de prédios, hoje devotados inteiramente à cultura. Dentre as mais recentes e significativas mudanças, desde o lançamento do projeto “Grand Louvre” pelo presidente François Miterrand, estão a transferência para outros locais de órgãos do governo que ainda funcionavam na ala norte, abrindo grandes espaços novos para exposição, e a construção da controversa pirâmide de vidro desenhada pelo arquiteto chinês I. M.Pei no centro do pátio do palácio, por onde se faz agora o acesso principal. O museu reorganizado reabriu em 1989.

 

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