Ministério do Turismo vai investir R$ 4,8 milhões na urbanização do Rio Manguaba
   Mozart  Luna  │     17 de julho de 2017   │     18:55  │  2

 

Na semana que comemora a memória de Calabar em Porto Calvo, uma boa notícia de serão investidos R$ 4,8 milhões na urbanização do Rio Manguaba. O ministro do turismo, Marx Beltrão, fez o anunciou do investimento durante a abertura da Semana Calabar e a assinatura da ordem de serviço das obras do hospital regional de Porto Calvo.

A urbanização da orla do Rio Manguaba vai beneficiar mais de 100 mil habitantes, entre Porto Calvo e os municípios vizinhos, além de oferecer mais qualidade aos turistas de todas as partes do país que visitam a Costa dos Corais. O equipamento de infraestrutura será mais um atrativo aliado ao cenário da natureza, além de ponto turístico e opção lazer. O Rio Manguaba percorre vários municípios da região Norte e deságua no Oceano Atlântico entre os municípios de Porto .de Pedras e Japaratinga.

Os prefeitos dos municípios de Porto Calvo, Japaratinga e Porto de Pedras, vem estudando um projeto para criação de um roteiro náutico rio, fazendo o mesmo percurso que faziam os colonizadores portugueses que usavam o rio como estrada para desbravar a região e depois transportar os produtos agrícolas como o açúcar para Europa.

 

“Estamos num momento muito positivo com o ministro alagoano Marx na pasta do turismo. Ele vem conseguindo destravar recursos e inserindo Alagoas no cenário nacional. Precisamos de gestores competentes e comprometidos para alavancar o nosso turismo”, disse o prefeito David Pedrosa.

O ministro do Turismo, Marx Beltrão, destacou o fomento para criar novas rotas para os turistas que já conhecem as praias alagoanas e possam ficar mais tempo, visitando outros roteiros em cidades vizinhas, a exemplo de Maragogi, uma das mais visitadas de Alagoas. “Maragogi é a porta de entrada de muitos turistas em Alagoas. O objetivo é integrar um município a outro e fazer com que mais cidades sejam visitadas. Ao mapear um roteiro e diversificar a nossa rota de destino, aumentamos a estada dos turistas no estado.  Movimentando a nossa economia, gerando emprego e renda”, comentou Marx.

Marx também considerou outras demandas de infraestrutura que estão sendo pleiteadas pelos prefeitos da Região Norte, em Brasília, para valorizar atrativos e estruturar os destinos para receber empreendimentos de grande porte e mais turistas nacionais e estrangeiros.

 

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COMENTÁRIOS
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  1. Maria das Graças

    Calabar nunca traiu a pátria, simplesmente porque na época não existia pátria. O que acontecia é que todos queriam a mesma coisa, se apropriar de nossas riquezas. Portugueses, espanhóis e holandeses estavam de olho no que poderiam levar de nossas terras. Calabar observou que os holandeses estavam fazendo muitas benfeitorias nos territórios que eram explorados pelos mesmos, Quem não conhece as pontes que cortam os rios Beberibe e Capibaribe em Recife? Tudo obra dos holandeses. Calabar observou que sob o domínio holandês as colonias teriam melhores chances de se desenvolverem, pois Maurício de Nassau vinha fazendo grandes obras de infraestrutura nos territórios que estavam sob domínio holandês, enquanto que Portugal se preocupava mais em vender nossas riquezas, daí a preferência para que o Brasil ficasse sob domínio do povo holandês.

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  2. Maria das Graças

    Será uma grande oportunidade para alavancar o turismo em Porto Calvo e municípios por onde passa o Rio Manguaba. Porto Calvo necessita de investimentos em meios de hospedagem. O turista que visita nossa cidade não tem hotel para se hospedar e por isso optam por hotéis de Japaratinga quando precisam pernoitar..É necessário promover a indústria do turismo em Porto Calvo. O município tem uma história muita rica e precisa ser melhor aproveitada. Temos como explorar o turismo pedagógico, náutico, rural, entre outros. Temos grande tradição nas festas populares, como carnaval, festas juninas e as festas religiosas. É necessário criar um calendário do turismo local, promover seminários, criar um parque temático e melhorar as condições de infraestrutura.

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