Monthly Archives: março 2017

Aeroporto Zumbi dos Palmares terá classificação “Delta” para aviões maiores
   Mozart  Luna  │     29 de março de 2017   │     18:03  │  2

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O aeroporto internacional Zumbi dos Palmares, localizado em Rio Largo, deverá conquistar a classificação “Delta” (D), que permite operar regularmente com aeronaves A 330. Estes aviões só pousam atualmente mediante autorização especial da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A notícia foi dada pelo superintendente da Infraero em Alagoas, Adilson Pereira.

Segundo ele os operadores de turismo que necessitar trazer para Alagoas voos com aeronaves A 330 não terão problemas. “Basta entrar em contato conosco aqui na Infraero em Alagoas e providenciaremos a autorização junto a ANAC”, disse ele. Este procedimento deve ser feito de forma paliativa enquanto o processo de mudança de classificação para Delta não for realizado. “Acredito que até junho o nosso aeroporto já terá a classificação desejada pelos operadores europeus de turismo”, disse ele.

A declaração do superintendente da Infraero em Alagoas surge no momento importante, já que operadores de turismo em Portugal (Sunblue Tour Portugal) estão programando descer com voos regulares com grupos de portugueses, no aeroporto de Maceió, a partir do segundo semestre desse ano em parceria com a Transamérica Turismo. Uma das grandes preocupações dos operadores seria a autorização para aterrissar em Maceió, aeronaves de grande porte como o A 330, que são bastante utilizados na travessia do Oceano Atlântico.

A boa notícia também alegrou o trade turístico alagoano que vê torce para que o estado passe cada vez mais a receber turistas europeus. Entretanto outros problemas precisam ser resolvidos urgentemente, como a melhoria das rodovias AL 101 e 105 Norte de acesso a Maragogi, como também reforço no policiamento dos destinos turísticos para tranquilizar os turistas quanto à segurança.

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Oceanário de Lisboa: um projeto para Maceió
   Mozart  Luna  │     26 de março de 2017   │     9:49  │  3

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Oceanário de Lisboa é o maior empreendimento público desse porte no mundo e foi construído para Expo 98, a última exposição mundial do século XX, com o tema “Os Oceanos, um Patrimônio para o Futuro”. Os designs conceitual de arquitetura e de exibição são do arquiteto norte americano Peter Chermayeff. O seu pavilhão lembra um porta-aviões e está instalado num caís rodeado de água.

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Em abril de 2011, a inauguração de um novo edifício, o “Edifício do Mar”, da autoria do arquiteto Pedro Campos Costa, marcou a conclusão do projeto de expansão do Oceanário. As novas instalações aumentaram a oferta da instituição com serviços que reforçam o papel da mesma na promoção do conhecimento dos oceanos. O novo edifício inclui uma área dedicada a exposições temporárias, uma nova área de acolhimento aos visitantes e bilheteiras, um auditório e um restaurante, o “Tejo”.

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Em 18 de dezembro de 2009, o Oceanário atingiu 14 milhões de visitantes. Em 2010 foi visitado por 951.543 pessoas. Em 2012 havia atingido 16 milhões, constituindo-se em uma referência de cultura, lazer, entretenimento e educação no país. Em 2012, recebeu cerca de 900 mil visitantes, cerca de 320 mil portugueses e 600 mil estrangeiros.

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Parcerias

A instituição mantém parcerias com instituições e universidades em projetos de investigação científica e de conservação da natureza. Através do seu Programa de Educação desenvolve ainda, desde junho de 2005, um projeto de responsabilidade social, o “Vaivém Oceanário – Educação Ambiental em Movimento”, com a missão de divulgar o Oceanário pelo país, oferecendo experiências educativas de acesso livre, organizadas a pedido dos municípios. Em fins de maio de 2012, o Vaivém visitou o 100º município.

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Estrutura e acionista

A Sociedade Francisco Manuel dos Santos, maior acionista do grupo Jerônimo Martins, venceu o concurso de concessão do Oceanário. Estado conseguiu um encaixe financeiro de 114 milhões de euros.

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Com uma área total de 20.000 metros quadrados, o Oceanário tem cerca de 7.500.000 litros de água divididos por mais de 30 aquários e 8000 organismos (entre animais e plantas) de 500 espécies diferentes.

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Em seu interior, a principal atração é o aquário central, com 5.000.000 de litros, representando o Oceano Global, onde coexistem várias espécies de peixes como tubarões, braçudas, arraias e atuns e pequenos peixes tropicais. Destacam-se ainda mais quatro diferentes aquários que representam, pela sua riqueza natural em termos de fauna e flora, os habitats marinhos do Atlântico Norte (costa dos Açoes), do Oceano Antártico, do Pacífico temperado (costas rochosas) e do Índico tropical (recife de coral). Separados do aquário central por grandes painéis de acrílico estrategicamente colocados, cria-se a ilusão de estar perante um único aquário.

Atualmente, a exposição permanente celebra a vida na Terra, com uma vasta coleção de seres vivos, evocando a complexa diversidade que habita o oceano global, e o papel deste no equilíbrio e evolução da vida no planeta.

O mascote escolhido do Oceanário de Lisboa é o boneco Vasco (com o mote: “O Vasco é boa onda!”), em referência ao navegador português Vasco da Gama. O “Vasco” encontra-se em dois lugares para “saudar” os visitantes: em frente à entrada principal e na baía em frente ao Oceanário (porto do rio Tejo).

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Oceanário para Alagoas

Alagoas é dos principais destinos turísticos nordestinos e com grandes chances de crescer ainda mais graças ao potencial de belezas naturais e diversidade de cenários. Maceió possui um trecho de litoral único com enseadas e uma barreira de corais rica e fauna marinha. Contudo toda essa  beleza natural poderia contar com mais um atrativo que seria um Oceanário, que já teria sua localização garantida e com uma estrutura praticamente pronta, que seria as fundações do antigo clube alagoainhas, em Ponta Verde, onde já se tem um projeto urbanístico da construção de um mirante panorâmico e um espaço multiuso para instalação de uma feira de artesanato e gastronômico com comidas típicas.

Vale lembrar que no primeiro mandato do então prefeito de Maceió, Cícero Almeida (2004), a Petrobrás, havia apresentado um projeto da instalação de um oceanário no mesmo padrão do que existe em Aracaju, na Praia de Atalaia, mas devido política do “caranguejo” em Alagoas onde os adversários políticos buscam derrubar aqueles que estão subindo, o projeto foi inviabilizado em Brasília.

Segundo técnicos que criaram o oceanário de Aracaju, o empreendimento em Maceió, tem todas as condições necessárias para ser o melhor da América Latina, já que existem as bases do local para instalar o oceanário. O empreendimento iria inclusive atrair o chamado turista regional nos finais de semana incrementando a economia e agregando valor ao turismo em Maceió.IMG_1926

 

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Projeto vai alavancar a atividade turística em Delmiro Gouveia
   Mozart  Luna  │     18 de março de 2017   │     0:05  │  0

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O município de Delmiro Gouveia se prepara para iniciar um grande trabalho de estruturação da atividade turística, com a implantação de um plano especial organizado pela atual gestão do município. O primeiro passo será a construção do Memorial Delmiro Gouveia, que será um dos atrativos do município, que já conta com um museu e dois marcos da história da industrialização de Alagoas, que são a antiga usina hidrelétrica de Angiquinho e a Fábrica da Pedra.

O município fica a cerca de 40 quilometro do único aeroporto que tem condições de receber aeronaves de porte e está localizado no centro da região dos cânions do São Francisco, com facilidade de deslocamento para vários atrativos da região e cidades históricas como Piranhas e Água Branca. Atualmente dois empreendimentos hoteleiros de médio porte estão em fase de conclusão. O município também possui pousadas confortáveis, que já atende aos turistas que vistam a região.

Entretanto o grande atrativo ficará por conta de um projeto de reestruturação de Angiquinho, que se transformará uma grande praça de atrações turísticas. O local atualmente está sob a responsabilidade da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), mas deverá passar para administração da prefeitura de Delmiro Gouveia.

Vale lembrar que o local na década de 70 foi dotado de toda uma estrutura para receber turistas, com estacionamento para ônibus, mirante panorâmico e até  um elevador que descia para a caverna furna do morcego, onde foi construída uma capela em homenagem a Santa Terezinha. No local funciona um museu que conta a história da construção de Angiquinho e uma exposição de artesanato e comidas típicas da região.

A construção de Angiquinho foi um desafio para engenharia da época 1913, sendo praticamente “cravada” nas paredes dos cânions rio São Francisco, onde existia a lendária cachoeira de Paulo Afonso, que foi extinta com a barragem da Chesf. Angiquinho foi a primeira hidrelétrica em funcionamento no Nordeste e a segunda no Brasil. Um marco para o desenvolvimento da região e constitui hoje um monumento nacional.

Como era

Segundo relatos de antigos moradores que residiam em Angiquinho, nas casas construídas por Delmiro Gouveia no inicio do século 20 e pela Chesf nas décadas de 60 e 70. O local era movimentado e tinha uma freqüência muito grande de turistas que iam a Paulo Afonso conhecer o complexo gerador de energia elétrica e aproveitavam para visitar Angiquinho. O projeto teve total apoio dos generais que estavam no comando da Chesf, durante a Ditadura Militar.

Com o passar do tempo, com local foi perdendo espaço na divulgação e também faltava manutenção o que levou ao abandono do local. A Chesf que mantinha lá algumas casas de funcionários mandou demolir todas com o passar do tempo e aposentadoria dos mesmos. O local então passou a sofrer com o vandalismo como o roubo de peças. Obrigando a Chesf a transferir de lá o carrilhão e a placa do Imperador para Ilha do Urubu em Paulo Afonso.

Somente durante a presidência do alagoano Sérgio Moreira, quando presidente da Chesf, Angiquinho sofreu a primeira reforma. Hoje o local ainda está sob a responsabilidade da estatal e encontra-se aberto a visitação pública.

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Comitê de Bacia do rio Coruripe abre inscrições
   Mozart  Luna  │     17 de março de 2017   │     7:12  │  1

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Estão abertas as inscrições para a composição do Comitê de Bacia da Região Hidrográfica do Coruripe (CBHCoruripe), biênio 2017-2019. A publicação do edital do processo eleitoral consta no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (14).

A comissão eleitoral para renovação dos membros da diretoria do CBHCoruripe também está composta e é formada por Alex Gama de Santana, que representa a sociedade civil e Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH); Luzenilto Morais de Brito, usuário de água/Usina Coruripe; João Bosco de Jesus, Prefeitura de Junqueiro; e Gustavo Silva de Carvalho, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh).

Segundo o edital, os componentes nomeados para comissão eleitoral não podem concorrer aos cargos da direção do Comitê. Ainda de acordo com a publicação a nova diretoria do CBHCoruripe terá 26 membros titulares, com seus representantes na suplência.

Desta forma, duas vagas devem ser preenchidas por indicados do Governo de Alagoas; mais duas por representação da Fundação Nacional do Índio (Funai), sendo uma delas direcionada à comunidade indígena presente na região do Coruripe; uma vaga do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs); dez vagas distribuídas para os Poderes Públicos Estaduais e Municipais; seis vagas para usuários de águas da região Hidrográfica; e mais seis vagas para entidades civis de recursos hídricos e das comunidades com sede ou atuação na Região Hidrográfica.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas a partir desta terça-feira e segue até 7 de abril. Para se inscrever, basta procurar a sede do CBHCoruripe, localizado no município de Teotônio Vilela, bem como na Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, no bairro de Jacarecica, em Maceió.

Ao acessar o site www.semarh.al.gov.br e clicar em “Comitês de Bacias”, o interessado em concorrer ao cargo pode ter acesso ao regimento eleitoral, bem como baixar a ficha para se credenciar para eleição do CBHCoruripe.

A eleição para a nova diretoria do Comitê de Bacia da Região Hidrográfica do Coruripe está marcada para ocorrer em 7 de abril, às 9h30, durante uma audiência pública no município de Palmeira dos Índios, no campus da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal). O pleito será presidido pelo
presidente da comissão eleitoral.

Assessoria de comunicação da Semarh – Nigel Santana

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Perigo no rio Paraíba
   Mozart  Luna  │     16 de março de 2017   │     7:00  │  0

IMG_1636O período de seca que se abateu sobre o Vale do Rio Paraíba, nos últimos dois anos proporcionou o crescimento de uma densa vegetação no leito, com árvores com até dois metros de altura no trecho entre Quebrangulo até Atalaia. O prefeito de Quebrangulo, Marcelo Lima (PMDB) alertou para o perigo que representa essa vegetação para cidades no período de chuvas. Essa densa vegetação que ocupa o leito do rio represa a água durante certo momento, ganhando volume e força arrastando logo em seguida tudo as pontes e invadindo a zona urbana das cidades em seu percurso, causando destruição como ocorreu em 2010 em Quebrangulo. O prefeito de Viçosa, Davi Brandão (PSDB) também disse que está bastante preocupado com essa vegetação no leito do rio Paraíba.

 

IMG_1638Segundo ele tem árvores que estão com raízes profundas no leito do rio e que precisam ser retiradas para evitar o represamento das águas no período de chuvas que se aproxima. O prefeito de Quebrangulo, Marcelo Lima, que é também diretor da Associação dos Municípios Alagoas, (AMA) enviou aos órgãos ambientais solicitação de providencias para que a vegetação seja retirada como medida preventiva para evitar uma nova destruição das cidades do Vale do Paraíba. Vale lembrar que a grande enchente ocorrida em 2010 no Vale do Paraíba se deu pelo grande volume de água e os entulhos que a represaram.

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