Monthly Archives: setembro 2016

O paraíso da reserva ecológica do Castanho
   Mozart  Luna  │     30 de setembro de 2016   │     10:17  │  0

 

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O Sertão de Alagoas continua em alta sendo um dos destinos turísticos nacionais mais procurados, principalmente depois das produções de telenovelas e cinematográficas, que revelaram ao Brasil uma região lidíssima do Nordeste, que até então permanecia desconhecida. Neste contexto Alagoas aprece com destaque, porque os locais mais bonitos do lago de Xingó e dos cânions estão em nosso estado, entre os municípios de Piranhas, Olho D Água do Casado e Delmiro Gouveia.

Nesta região encontramos locais de uma beleza natural única na América Latina, como por exemplo, a reserva ecológica do Castanho, que possui trilhas que nos levam às grutas com pinturas rupestres de oito mil anos atrás, que já mostramos em reportagem aqui em nosso blog.

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Pequeno museu

 

 

A reserva ecológica do Castanho possui também um complexo de ecoturismo, com restaurante, área de lazer e até um pequeno museu com peças que contam um pouco da história da região do Sertão, desde fosseis até pedras de arenito, onde se observa o registro de nossa pré-história. Neste pequeno acervo do Castanho tem também utensílios usados pelos primeiros colonos que chegaram a região, com ferros de passar roupa à carvão, maquinas de costuras antigas, luminárias que acendiam com a utilização de gordura de animais e muito mais.IMG_8768

Passeios

A reserva ecológica do Castanho também oferece roteiros de passeios no lago de Xingó e nos cânions do rio São Francisco, além da prática de esportes radicais, como o rapel nos paredões descendo até o rio.  Uma confortável catamarã está disponível para passeios, como também lanchas e uma plataforma flutuante que serve de base para receber os visitantes.

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Os passeios ocorrem diariamente nos dois horários, mas para isso é preciso realizar a reserva com antecedência pelos telefones que disponibilizamos abaixo. Os passeios de catamarã ocorrem pelo lago de Xingó até o riacho do Talhado em Alagoas. Durante o percurso o guia de turismo realiza explicações sobre a formação geológica da região e diz também como se formou o grande lago de Xingó, onde foi construída uma das maiores hidrelétricas do Brasil.

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O local oferece cenários lindos para se fotografar e também momentos de reencontro com o criador que na gruta de São Francisco de Assis, onde a embarcação faz uma parada para orações. Na plataforma flutuante os visitantes têm a oportunidade de tomar um banho e também praticar o rapel e tomar um banho no rio.

Também existe a opção de visitar o riacho do talhado de canoa. Um lugar muito bonito, que ser formou com o enchimento do lago de Xingó. A canoa passa entre paredões enormes onde a água reflete a luz do Sol, dando ao local um cenário místico, proporcionando lindas fotografias. Uma parte do passeio que não pode se deixar de visitar.

Restaurante

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O passeio pode incluir o almoço, se o visitante optar por isso. O cardápio é o mais variado possível, priorizando a culinária regional, como o feijão verde com farofa, bode assado, carneiro guisado, tilápia na brasa e a tradicional peixada de surubim. Pra beber sucos da época na região como umbu, cajá, laranja, abacaxi, melancia e outros mais. A sobremesa também é diversificada com sorvete de frutas tropicais.

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E a cesta (descanso) está garantida bastando se deitar nas redes disponibilizadas às margens do rio São Francisco, a sombra das algarobas e ao som dos pássaros, que cantam o dia todo no Castanho. Um dia para descansar e meditar sobre as coisas boas que a vida nos proporciona. Bem vamos ficando por aqui e aproveite para fazer logo sua reserva e pegar a estrada. O paraíso do Castanho lhe espera.

Reservas

Site – www.canionsdosaofrancisco.com.br

Email- [email protected]

Telefones – 082 – 98855-1290/98114-7070/99959-1056.

VEJA VÍDEO

 

VJA TRECHO DA GRAVAÇÃO DA NOVELA VELHO CHICO COM DOMINGO MONTAGNER

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MP dá prazo para fim dos lixões
   Mozart  Luna  │     27 de setembro de 2016   │     9:01  │  0

 

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O coordenador do Ministério Público no Agreste, Geraldo Magela Pirauá, declarou que, logo após as eleições municipais no próximo dia 2 de outubro,
será dado aos prefeitos um prazo final para o encerramento dos lixões dos municípios associados ao Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos (Cigres) e pagamento do débito para manutenção do aterro sanitários administrado pela instituição.

O anúncio do prazo final  foi dado depois da visita realizada, pelos promotores de justiça dos municípios consorciados ao Cigres, ao aterro sanitário que foi instalado, entre os municípios de Olho D´Água das Flores e Olivença. A comitiva tinha à frente o coordenador do MP no Agreste, Geraldo Magela que tinha o objetivo dar aos promotores públicos, a oportunidade de conhecer o empreendimento e as condições de seu funcionamento.

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O aterro sanitário está em funcionamento desde junho desse ano e tem capacidade para receber 200 toneladas/dia de resíduos, mas segundo os diretores da empresa OPAs, que faz a operacionalização empreendimento. Dos 19 municípios consorciados somente três estão levando o lixo para o aterro e apenas um paga a contribuição para manutenção, o restante está em débito.

Os municípios que fazem parte do Cigres são: Olho D´Água das Flores, Olivença, Santana do Ipanema, Dois Riachos, Ouro Branco, Major Isidoro, Batalha, São José da Tapera, Pão de Açúcar, Palestina, Senador Rui Palmeira, Maravilha, Cacimbinhas, Carneiros, Jacaré dos Homens, Jaramataia, Monteirópolis, Minador do Negrão e Belo Monte. Dos municípios 19 que assinaram a adesão ao consórcio, apenas dois ainda não conseguiram aprovar a lei de na Câmara de Vereadores.

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Fim dos lixões

O decreto presidencial 7.404/10 e do decreto lei 12.304/10, deu o prazo para agosto de 2015 para o encerramento definitivo de todos os lixões nos municípios brasileiros. O prazo foi concedido para que os gestores se organizassem criando consórcios intermunicipais para instalação dos aterros sanitários.

Entretanto mesmo com um prazo de cinco anos, 80% dos prefeitos não se preocuparam em planejar a organização dos consórcios, nem buscaram recursos para viabilizar a instalação dos aterros sanitários e assim cumprirem a lei.

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Ao contrário disso, os gestores se articularam junto aos deputados e senadores, para tentar empurrar o prazo por mais cinco anos, através de uma Medida Provisória (MP), que foi aprovada pelo Congresso, mas não foi sancionada pela Presidente Dilma Rousseff, deixando os gestores em situação de transgressões da legislação ambiental e passiveis de suas sanções penais.

Muitos prefeitos chegaram a serem notificados nas operações realizadas pela Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) e vão responder como pessoa física, mesmo saindo deixando seus cargos, já que crime ambiental é inafiançável e não prevê fiança, no caso de prisão. Este ano a PFI pretende ser uma das maiores á realizadas, desde que foi criada, recebendo do governo federal todo apoio necessário para o aumento da sua área de atuação e reforço do efetivo, que envolvem vários órgãos público estaduais e federais.

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Nossos pássaros em extinção
   Mozart  Luna  │     25 de setembro de 2016   │     17:24  │  1

CURIÓ

Várias espécies de pássaros em Alagoas estão em extinção e outros já praticamente desapareceram de nossas matas. Essa é a consequência da captura criminosa que vem sendo realizada por parte de pessoas, incentivadas pela procura de colecionadores. Entretanto nada ainda está perdido e ações de fiscalização têm realizadas para coibir a venda de animais silvestres, principalmente em feiras livres no interior.

Uma ação realizadas o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) sob a coordenação do subtenente Pedro conseguiu na manhã desse domingo (25) a apreensão de 112 pássaros silvestres, em operação realizada nas feiras livres de Maribondo e Arapiraca que estavam sendo vendidos. Os criminosos que estavam vendendo os pássaros conseguiram fugir do local ao perceber a chegada da guarnição do BPA. A ação dos policiais foi comandada pelo sargento William, Fernando, Eduardo, Tavares e os cabos Valmon, Aristides, que ainda realizaram diligências para tentar capturar os traficantes de animais silvestres.

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Os traficantes de animais silvestres, segundo a polícia, estão apostando em agir durante os finais de semana e dias feriados nas feiras livres nos municípios do interior, acreditando que a polícia não estará presente. Mas a polícia mantem informantes atentos nas feiras livres que informam a presença desses criminosos. O BPA também disponibiliza um número de telefone para quem desejar realizar denuncias que são: 3315-4325/98833-5379/98808-2793.

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O município de Arapiraca continua sendo o local mais procurado pelos traficantes de animais silvestres para comercializá-los, o que indica que também existem compradores para os animais e que também podem ser presos, ao serem flagrados adquirindo as espécies silvestres.

Muitos pássaros silvestres como o curió, por exemplo, já tida com uma espécie extinta no meio ambiente em Alagoas, devido a sua procurar e alto valor no mercado negro de contrabando de animais silvestre no Brasil. Atualmente o curió, só existe em cativeiros que são legalizados por pessoas autorizadas.

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Pássaros mais procurados

Em Alagoas, o famoso galo da campina vem sofrendo uma perseguição feroz por parte dos traficantes de animais. Nas feiras livres do interior como em Delmiro Gouveia, Mata Grande, Água Branca e Santana do Ipanema, é possível encontrar pessoas comercializando ainda essas espécies silvestres. Alguns desses criminosos se especializaram na captura de pássaros mais raros e chegam a receber “pedidos de encomendas” de colecionadores, alguns inclusive estrangeiros que se disfarçam de ambientalistas, para realizar a biopirataria.

A região do semiárido Nordestino é considerada um verdadeiro berçário para reprodução de várias espécies de animais e pássaros, que procuram a vegetação da caatinga para construir seus ninhos e chocar seus ovos, já que a temperatura local acelera o nascimento das espécies. Isto propicia a ação dos criminosos que buscam nas matas de caatinga os ninhos principalmente à noite. Uma das aves mais procuradas é o papagaio.

Em Alagoas esta espécie está praticamente extinta, mas ainda se podem ver alguns ninhos no Sertão. Algumas fêmeas buscam se esconder em cupinzeiros, que ficam no alto das árvores buscando se esconder não mais dos predadores e sim dos caçadores implacáveis.

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Nas profundezas das águas do Velho Chico
   Mozart  Luna  │     16 de setembro de 2016   │     17:00  │  1

 

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O rio São Francisco possui uma beleza misteriosa fora e dentro das suas águas, que tem tranquilidade e força ao mesmo. Passear pelo Velho Chico exige conhecimento e experiência, já que segundo os índios caetés, o Opará é o rasto da lua, sua parceira, principalmente em noite como nesses dias, onde as águas tornam-se prateadas com o reflexo da luz lunar. Beleza e força, dois componentes que têm atraído homens poderosos para desgraça, como foi Sansão ao ser seduzido por Dalila. Assim é o Opará em sua plenitude, sedutor em suas águas.

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E foi neste misterioso clima que embarcamos em uma reportagem inédita, onde mergulhamos nas águas do São Francisco, penetrando em santuários ecológicos, como o Vale dos Mestres, um lugar onde se pode sentir uma energia mística incrível. Mas nossa impetuosidade foi além, mergulhamos em suas águas e fomos ao fundo do rio, ver as belezas existentes no mundo subaquático do Opará dos caetés.

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Águas turvas e em alguns lugares, com correntezas incríveis e capazes de arrastar qualquer mergulhador experiente. Nossa reportagem começa no riacho do Talhado, um afluente do Velho Chico, que foi inundado com a construção da barragem de Xingó. Nossa primeira parada é na gruta da natividade, onde segundo os guias do rio, estão presentes todos os elementos que formaram a fases geológicas da Terra. Lugar lindo e exótico. Uma gruta cravada no paredão dos cânions, bem na linha d´água, onde a profundidade pode chegar a 200 metros.

Nosso objetivo é buscar mostra a fauna e a flora existente no misterioso Opará (Velho Chico). Para isso voltamos ao Vale dos Mestres onde existem lugares com águas tranquilas para mergulhar e passear no fundo do rio. Nossa lancha chega ao local, mas estranhamento tem problemas no motor que deixa de funcionar e eu pulo da embarcação para puxá-la com uma corda até a margem.

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As águas são tranquilas e transparentes e  dá para ver o fundo do rio com suas  areias douradas. Ao largo uma tensa vegetação verde, chamada cabelo,  um lugar de refúgio de peixes e os cágados d´água. A única apreensão é quanto à presença de piranhas, mas elas só atacam se houver muito “alvoroço” na água, ou alimento como biscoitos ou carne vermelha, com sangue.

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O silêncio presente no Vale dos Mestres é algo ensurdecedor, que só é quebrado com o eco de nossa voz, que ressoa nos paredões em volta.  O Vale dos Mestres é uma concha acústica. Um lugar muito misterioso.

Colocamos nossa mascara de mergulho e partimos para aventura embaixo d´água. Logo de inicio vimos os tucunarés.  Peixe exótico à fauna nativa do Velho Chico. Esses peixes são oriundos do rio Tocantins e foram introduzidos no São Francisco tornando-se uma praga predadora para os peixes nativos, como o surubim e até o delicioso pitu. O desaparecimento desses dois habitantes naturais do Velho Chico se atribui ao tucunaré, que se alimenta dos filhotes do pitu e do surubim.

Mais as agressões ambientais ao Velho Chico têm sido tantas, que nem o predador tucunaré está resistindo. Segundo os pescadores esse “estranho no ninho” tem diminuído sua população no rio. “Tem sido difícil pescar tucunaré”, disse o experiente Lourival do Show da natureza. “Tucunaré era uma praga. Tinha muito, mas vem desaparecendo”, declarou ele.

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O fundo do rio São Francisco foi tomado pelo “cabelo”, uma espécie de alga, que se proliferou bastante com a falta das enchentes provocadas.  “As enchentes limpavam o fundo do rio fazendo um arrastão que deixava o Velho Chico pronto para correr livremente pela sua calha”, disse Eliseu Gomes, conhecido como Leleu da reserva ecológica do Castanho.

Outro conhecedor dos mistérios do fundo do rio é o guia turístico, Adalberto do Candeeiro, filho de caçador e mergulhador experiente. Segundo ele existe nas profundezas do Velho Chico, uma fauna ainda desconhecida, que se desenvolveu, como por exemplo, peixes gigantes que chegam a cinco metros cumprimento. Talvez surubins e pitus que podem chegar a seis quilos.

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Adalberto diz que o melhor horário par pescar, por incrível que pareça é à noite, quando o silêncio e a penumbra e total nas águas. “Podemos ver os olhos dos peixes nas águas, se acendermos uma lanterna”, relata ele.  Mas essa ação só pode ser realizada por pessoas muito experientes e que conheça a área.

Em nosso mergulho no Vale do Mestre podemos constatar a vegetação formada pelo cabelo e a presença dos tucunarés e algumas pirambebas, que são primas da piranha. Entretanto ficamos surpresos é com a grande quantidade de cágados d´água. Muitos ficam em cima das pedras tomando sol, ou nadando entre o “cabelo”.

Mergulhar na água do São Francisco requer cuidado e principalmente acompanhamento de guias locais, que conhecem os locais ideais para realizar essa aventura no fundo do Opará, que vale a pena conhecer pela beleza que existe no local. O difícil é não se apaixonar por esse paraíso formado pelo Velho Chico.

Está reportagem dedicamos ao ator da Rede Globo de Televisão, Domingo Montagear, que foi abraçado pelas águas do fantástico Opará dos índios caetés. Agora o Santo e o Opará são apenas um.  Que Tupã o rebe de braços abertos.

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Usina Leão receberá, depois de 30 anos, o primeiro Mutum-de-Alagoas
   Mozart  Luna  │     13 de setembro de 2016   │     10:03  │  0

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A volta do Mutum-de-Alagoas (Pauxi mitu) à terra dos Marechais está agendada para ocorrer em janeiro de 2017, segundo o presidente do Instituto de Preservação da Mata Atlântica (Ipma), Fernando Pinto. Ele se encontra desde ontem na cidade de Borá, em São Paulo, acompanhado do promotor de justiça Alberto Fonseca, do presidente do Instituto Pauxi Mitu, Antônio Guimarães, e do secretário executivo do Ipma, Gustavo Porongaba. A comitiva foi responsável pela transferência de seis casais de mutum para aquela cidade paulista, onde vão se reproduzir em cativeiro. Toda essa movimentação faz parte da agenda do Programa de Preservação do Mutum-de-Alagoas numa operação que será realizada para trazer de volta ao estado esse alagoano tão ilustre.

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Segundo Fernando Pinto, um viveiro está sendo preparado em uma área da Usina Leão, em Rio Largo, para receber o Mutum-de-Alagoas. Tudo vem sendo minuciosamente preparado para que essa ave tão rara possa voltar a morar na sua terra natal. “Estamos contando com o apoio de todos os associados do Sindicato das Indústrias do Açúcar e do Álcool para essa ação ambiental tão importante”, ressaltou o presidente do Ipma.

Ainda segundo ele, todas as usinas cooperadas já possuem áreas de Reservas Privadas de Preservação Ambiental (RPPM). “Esse é um grande passo para recuperar e preservar muito da nossa fauna e flora”, destacou o ambientalista. Alagoas é um estado que possui ainda uma das maiores áreas de mata atlântica preservada e necessita de mais atenção. Uma das maiores reservas é a mata de Murici, que já chegou a ser acolhida pela WWF e até mereceu atenção especial do príncipe Charles Phillip, da Inglaterra, na década de 90, que fez menção em discurso na ONU sobre a importância dessa reserva alagoana.

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Preparativos

A comitiva está desde a semana passada na missão de fazer os preparativos para o retorno desse alagoano, que desapareceu de nossas matas há mais de 30 anos e está entre as espécies mais raras do mundo. Atualmente, só existem 200 Mutuns-de-Alagoas vivendo em cativeiros, graças à ação do zoobotânico Marcelo Nardelli, que fez o regate de alguns casais em 1976 e os levou para o Rio de Janeiro, conseguindo salvar essa espécie da extinção.

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O Mutum-de-Alagoas, entretanto, continuava sofrendo risco de extinção, dessa vez com o fechamento do viveiro de Nardelli, por uma crise financeira, mas graças a uma ação rápida de ambientalistas, 24 espécies foram levadas para cidade mineira de Contagem, onde ficaram sob a guarda do Instituto de Pesquisa da Vida Selvagem (Crax). A transferência do mutum para terras mineiras foi coroada de sucesso e hoje são mais de 100 espécies vivendo em cativeiro.

 

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