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Começa a época das baleias no mar de Maragogi
   Mozart  Luna  │     4 de agosto de 2016   │     0:49  │  1

 

 

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Hoje, dia 4 de agosto, completamos 30 dias do blog Meio Ambiente e Turismo aqui na Gazetaweb. Por isso reservamos para essa data uma matéria especial, que foi o registro da baleias jurbates no mar de Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas. Coincidentemente, também se inicia hoje o período de acasalamento desses mamíferos exuberantes na costa brasileira. Foi com certeza uma das reportagens que marcaram os meus 25 anos de jornalista.

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Foram 20 dias aguardando o momento ideal para entrar no mar em busca das baleias, que todos  os anos procuram o nosso litoral para se acasalar, entre o período de agosto a outubro. São dezenas de baleias jubartes que cruzam o atlântico todos os anos, passando pela costa brasileira. No Nordeste, um dos pontos mais procurados pelos turistas para ver esses mamíferos maravilhosos é o arquipélago de Abrolhos, no litoral baiano.

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Entretanto, ficamos sabendo, através de pescadores de Maragogi e Japaratinga, que seria possível observar as baleias em nosso litoral, a uma distância razoável, cerca de uma duas horas da praia. E foi aí que embarcamos no barco Filho do Monte 2 rumo ao mar, com a equipe do experiente pescador Ivanildo de Oliveira, também conhecido como Alemão.

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Nossa aventura começou logo cedo, por volta das 5 horas da manhã,  em direção à arrebentação, na passagem entre os arrecifes. O mar balançava o barco moderadamente, o que nos deu no início enjoo, que foi controlado com a ingestão de “Dramin” – medicação usada para evitar esse problema em alto mar.

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Encontramos mais adiante barcos de pesca que tinham saído mais cedo que nós.  Paramos juntos para nos informar sobre as baleias e obtivemos as primeiras informações: “Elas estavam  logo cedo ali, ‘brincando’”, disse um dos pescadores. De imediato, resolvemos continuar rumo ao alto mar, em busca da jubartes.

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O mar, à essa altura, passou a ter uma tonalidade azul escuro e as ondas ficaram mais fortes e altas. O barco balançava agora bastante e logo o enjoo tomou conta dos marinheiros de primeira viagem. Nosso piloto Guinho checava, no equipamento de GPS, o local onde iríamos parar garantir o sucesso da missão.

Por volta das 13 horas, chegamos ao ponto exato,  chamado Cabeço. Os motores foram desligados a 3 milhas da costa. Dava para ver a torre da operadora TIM em Maragogi. Agora tudo dependia da paciência e da disposição física para aguardar as baleias aparecerem.

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Para passar o tempo, começamos a pescar, mas sempre atentos ao mar para avistar as baleias. Os peixes começaram a morder nossa isca. Apenas algumas “mariquitas”, peixes de cor vermelha e olhos grandes e que têm espinhos no dorso, oferecendo risco para quem a pega com a mão sem proteção.

Ela vem chegando

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A expectativa era grande quanto para aparecimento das baleias. Ficamos ali por quase uma hora pescando “mariquitas” e o enjoo era insuportável. Fui o primeiro a vomitar, quando de repente Alemão gritou: “Olha a baleia!”

Todos largaram as linhas de pesca e nossa equipe correu para pegar o equipamento e “mirar”, iniciando as fotos e gravando as imagens daquela enorme barbatana negra, que aflorava na linha d´água. Era uma baleia jubarte fêmea, com seu filhote. Tinha aproximadamente cerca de 30 metros de cumprimento.

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Uma visão maravilhosa, que nos deixou atônitos e extasiados. Uma mistura  de medo e alegria. Logo ligamos o motor do barco, para se aproximar. Mas nem foi preciso a jubarte veio para perto de nós,  como se apresentando junto com o filhote. Uma visão magnífica! Um animal maravilhoso. símbolo da grandiosidade do criador.  Vi ali, no meio daquele mar azul turquesa, diante daquele mamífero magnífico, como somos pequenos.

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Como num clássico do Balé Bolshoi , a mamãe baleia e seu filhote subia e descia no mar, “dançado” para nós. A cena causou grande emoção, até mesmo ao velho e experiente Alemão. A mamãe baleia parecia brincar conosco, passando ao lado do  barco e mergulhando por baixo, saindo do outro lado.

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Manobras que nos deixavam extasiado e também com medo. O filhote não sai de perto da mãe em momento algum. Observamos também que, ao lado da baleia, outros peixes também grandes a acompanhavam. Segundo Alemão, eram as “bicudas”, que acompanham as jubartes em seu percurso pelo Oceano Atlântico.

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Esse foi um espetáculo da natureza e tivemos o privilégio e a exclusividade de ser a primeira equipe de reportagem alagoana a registrar em alto mar a presença e baleias vivas nadando.

Segundo Alemão, a partir daí Maragogi passa a ter mais uma opção de passeio que vai com certeza atrair muitos turistas. “Eu estou pronto para iniciar esse trabalho”, avisa ele, que mora na cidade onde todos o conhecem e que chegou a ser vereador e presidente da Colônia de Pescadores.

A jubarte é conhecida como baleia cantora

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A baleia que vimos é da espécie Jubarte, também conhecida como baleia-cantora, porque emite longos e complexos cantos musicais durante horas (ou até dias), padrões de notas graves que variam de amplitude e frequência repetindo sequências de forma coerente e organizada. As baleias somente cantam durante o período de acasalamento, por isso supõe-se que as canções tenham por finalidade atrair parceiros. Um fato interessante é que a canção, própria de cada baleia, evolui lentamente durante sua vida e nunca volta a uma seqüência de notas já cantada, mesmo anos depois.

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A espécie alimenta-se exclusivamente durante o verão e vive de suas reservas de gordura durante o inverno. É um predador ativo que caça kril, copépodes e peixes em cardumes, como o arenque ( Clupea harengus), o salmão o carapau(Scomber scombrus), o escamudo( Pollachius virens), a arica (Melanogrammus aeglefinus), no Atlântico Norte, seja atacando-os diretamente ou golpeando a água com suas barbatanas para atordoá-los previamente.

A baleia jubarte tem o mais diversificado repertório de métodos alimentícios de todas as baleias.  Sem dúvida, a técnica de pesca mais original da jubarte é a de borbulhas de ar. Esta técnica foi desenvolvida por cerca de 250 indivíduos apenas. Várias baleias formam um grupo que cerca o cardume por baixo e expulsam o ar de seus pulmões, formando uma rede de bolhas que vão forçando o cardume a se concentrar e subir para a superfície. Esta cortina de bolhas serve também para esconder visualmente as baleias até o ataque final, quando estas sobem com a boca aberta, tragando milhares de peixes de uma única vez.

O diâmetro da rede das borbulhas de ar pode alcançar 30 metros.  Algumas baleias assumem a tarefa de criar as bolhas, ao emitir sons, expulsando o ar através de seus espiráculos. Outras mergulham mais em direção ao fundo para forçar os peixes na direção da superfície.

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MP vai notificar prefeitos que não estão enviando o lixo para o aterro sanitário do Sertão
   Mozart  Luna  │     3 de agosto de 2016   │     15:35  │  1

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O Coordenador do Ministério Público no Agreste, Geraldo Magela Pirauá afirmou, após visita ao aterro sanitário do Sertão, disse que os municípios que não estão levando o lixo de suas cidade para o local serão notificados. Os municípios consorciados que estão em débito com o Consórcio Intermunicipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Cigres) serão alertados para que cumpram o compromisso assumido.

Os integrantes do Ministério Público visitaram o aterro sanitário hoje pela manhã, com o objetivo de conhecer a operacionalização do recebimento dos resíduos sólidos das cidades pertencentes ao consórcio.

A comitiva do MP era formada pelo Coordenador do Núcleo do Ministério Público no Agreste, Geraldo Magela Pirauá e pelos promotores de justiça Alberto Fonseca e Lavínia Fragoso, que foram recebidos pelo presidente do Consórcio Intermunicipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Cigres) e prefeito de Monteiropólis, Elmo Medeiros, além dos diretores da empresa OPAS, que operacionaliza o aterro sanitário.

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Após vistoriar a área, observando como está funcionando o serviço de recebimento dos resíduos, o chefe do MP, Geraldo Magela, disse que lamentava o fato de poucos municípios estivessem enviando para o local, o lixo de suas cidades e declarou ainda que será enviada uma comunicação oficial aos gestores desses municípios, determinando que o façam o mais rápido possível para aterro sanitário.

O representante do MP declarou ainda que os prefeitos que não atenderem de imediato ao “convite”, serão penalizados de acordo com o que determina a legislação ambiental, que prevê desde multa à prisão. Ressaltando que crime ambiental é inafiançável.

Geraldo Magela parabenizou aos gestores do Cigres, pelo empreendimento e lamentou que poucos prefeitos estivessem presentes durante a visita.  “É lamentável que um empreendimento desse porte, com capacidade para receber 200 toneladas por dia de resíduos, não esteja sendo utilizado em toda sua plenitude”, disse ele.

Histórico

O aterro sanitário foi construído com recursos do governo federal, oriundos do programa de revitalização do rio São Francisco, já que todos os municípios consorciados pertencem à Bacia Hidrográfica do São Francisco. Os recursos foram liberados através da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf).

O aterro possui 19 hectares, com capacidade de receber cerca de 200 toneladas por dia, durante 22 anos, podendo essa vida útil ser estendida para até 30 anos, com a implantação de novas tecnologias. O empreendimento é administrado pelo Cigres, que contratou a empresa OPAS para operacionalizar o aterro sanitário.

O Consórcio é formado pelos municípios de Olivença, Olho D´Água das Flores, Monteiropolis, Pão de Açúcar, São José da Tapera, Santana do Ipanema, Senador Rui Palmeira, Poço das Trincheiras, Ouro Branco, Maravilha, Carneiros, Palestina, Batalha, Jacaré dos Homens, Cacimbinhas, Major Izidoro e Belo Monte.

Os representantes do MP disseram que será elaborado um relatório da visita, com algumas observações como por exemplo ao processo de coleta seletiva, que ainda não está funcionando, já que o projeto previa essa atividade. Entretanto, segundo os diretores do Cigres  não foi contemplada no orçamento da obra. A sugestão é que os gestores coloquem em funcionamento as chamadas estações de transbordo, para se fazer a coleta seletiva.  IMG_7611

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O descobridor dos sete mares de Maragogi
   Mozart  Luna  │     2 de agosto de 2016   │     22:47  │  0

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O município de Maragogi é hoje o segundo destino turístico de Alagoas e o terceiro do Brasil, ficando atrás apenas das cidades de Gramado e o Rio de Janeiro. Mas para chegar até ai, foi preciso muita a perseverança de algumas pessoas, como os empresários Márcio Vasconcelos, Glênio Pacheco, Latif Daher e o descobridor das galés de Maragogi, Gilberto Laranjeiras, que nos concedeu uma descontraída entrevista.

Giba como é chamado carinhosamente por todos, disse que descobriu Maragogi por volta dos anos 90, precisamente em 1988, quando começou a veranear e terminou comprando um pequeno barzinho localizado na orla. Cansado de viver em Recife e da vida estressante, se mudou definitivamente para Maragogi, onde iniciou sua atividade com o turismo, criando o restaurante Frutos do Mar.

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Galés

Segundo ele, a instalação do hotel Salina em 1987, foi o inicio de tudo. “Os turistas passeavam pelas praias e terminavam parando no meu restaurante para almoçar, ou petiscar” disse ele. “Foi quando iniciei os passeios às famosas galés, levando turistas antes do almoço”, declarou Giba. Segundo ainda ele até aquele momento, apenas os nativos sabiam da existência das piscinas naturais nos arrecifes.

“Eu tinha uma lancha de seis lugares e agreguei ao almoço, o passeio às galés”, disse ele, que foi o primeiro a realizar os passeios turístico para às piscinas naturais de Maragogi. Essa atividade é hoje uma das que mais gera emprego e renda na região Norte e se transformou no cartão postal de Alagoas, para o Brasil e o mundo. Entretanto, de lá para cá, foram muitas as dificuldades já que a cidade não dispunha de infraestrutura, como energia nem água de qualidade, para atender a demanda de turistas.

Giba disse que a energia elétrica só era fornecida até as 22 horas, depois disso a cidade se ficava na escuridão e a iluminação era realizada a luz de candeeiro.  As vias de acesso eram as piores possíveis. Em alguns trechos a praia era a estrada que usava para se chegar a alguns lugares. Na orla, as casas tinham o quintal para o mar, um fato interessante que logo depois foi modificado com a construção da nova orla.

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Chegam as primeiras catamarãs

“A procura pelos passeios às galés cresceu tanto, que tivermos que trazer para cá as primeiras catamarãs. Antes dessas embarcações, o passeio era realizado em lanchas e barcos de pescas”, disse ele. “O crescimento do número de turistas atraiu empresários, que se interessaram em investir também nos passeios”, lembra ele, citando o saudoso amigo Latif Daher. “Um palestino que tinha um coração do tamanho do mundo”, lembra ele, acrescentando, que Latif “era um homem muito bom, que ajudou a muita gente em Maragogi”. Latif trouxe para Maragogi mais catamarãs, que até hoje realizam passeios às galés, consolidando assim os passeios.

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“O preço cobrado na época, pelos passeios, era de ‘mangaba’”, disse ele. Atualmente muitas agências de viagem, já incluem no pacote de viagem, o passeio às galés. “Investimos na melhoria do serviço com treinamento de pessoas e ampliação do restaurante e também no local de embarque”, disse ele, com o orgulho de informar que emprega cerca de 100 pessoas.

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Segundo Giba Laranjeiras, o passeio às galés trouxe também outras atividades, como o mergulho que hoje gera centenas de empregos. “Atualmente temos pessoas que conduzem os turistas dentro d´água para aos mergulhos, além  dos fotógrafos submarinos”, disse ele. O passeio às Gales aqueceu a economia local, com a instalação de lojas que vendem artigos para mergulho e equipamentos com essa fidelidade.

Necessidades

Passados 32 anos do início dos passeios das Gales, Giba Laranjeiras, faz um balanço sobre a situação de infraestrutura no município e diz que falta muito ainda, para transformar Maragogi em um destino internacional. Segundo ele, o município necessita de equipamentos fundamentais para se consolidar no roteiro turístico nacional.

“Precisamos de um terminal rodoviário digno e um centro de convenções, para ser realizar eventos”, disse ele. Segundo ainda Giba Laranjeiras, atualmente muitos turistas, principalmente os conhecidos como mochileiros, desembarcam na rodovia sem um ter um terminal rodoviário para isso.

“Queremos também a instalação de uma escola de turismo, para qualificar a mão de obra que é absorvida pela atividade hoteleira e de restaurante”, disse ainda ele, acrescentando que Maragogi precisa de empreendimentos para movimentar a noite, como boates e casas de show bem estruturadas

Algumas dessas reivindicações foram levadas ao governo, este ano durante o programa Governo Presente. O governador Renan Filho se comprometeu em construir o centro de convenções e entregá-lo para o trade turístico administrar, além do terminal rodoviário. Enquanto não acontece, o “descobridor dos sete mares” vai continuar cobrando.

 

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Aterros sanitários geram emprego e renda
   Mozart  Luna  │     1 de agosto de 2016   │     21:55  │  2

 

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O decreto presidencial número 7.404/10, que determina o fim dos lixões, exige investimentos para a atividade da destinação dos resíduos das cidades. Entre esses investimentos estão a criação de aterros sanitários e a contratação de empresas especializadas nesse tipo de trabalho.

Em Alagoas foi criado o Consórcio Intermunicipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Cigres), o primeiro consórcio intermunicipal para tratar desse tipo de atividade. Ele administra o aterro sanitário localizado entre Olho D´Água das Flores e Olivença, municípios localizados no Sertão do Estado.

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O Cigres tem 17 municípios associados que estão preparando uma logística para realizar a coleta e transporte do lixo para o aterro, operação que requer investimento e preparação de pessoal. E aí que entra a OPAS, empresa especializada neste tipo de atividade.

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Segundo Júnior Fernandes, diretor executivo da OPAS, a empresa atua na operacionalização de aterros sanitários há oito anos. “Nosso pessoal recebe treinamento e capacitação para atuar nesta área, assim como orientações importantes voltadas à necessidade de preservação do meio ambiente”, frisou.IMG_7161

No aterro sanitário, administrado pelo Cigres, a OPAS possui uma equipe treinada, que trabalha no local para receber o lixo dos 17 municípios associados. “Naquela área temos cerca de vinte pessoas, entre engenheiros, administradores e operários”, declarou o diretor, assegurando que uma moderna patrulha mecanizada está à disposição do aterro, realizando o trabalho de acomodação dos resíduos.

 

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL – Junior Fernandes disse ainda que o trabalho da OPAS vai além da operacionalização do aterro sanitário administrado pelo Cigres. “Trabalhamos na perspectiva de gerar multiplicadores da necessidade de se preservar o meio ambiente e tirar do lixo recursos que contribuam para a geração de emprego e renda”, afirmou o diretor.

Em um espaço do aterro sanitário, a empresa instalou um viveiro de mudas de plantas e árvores nativas da região, principalmente as que fazem parte do bioma da caatinga. “Vamos criar um cinturão verde em volta da área do aterro sanitário e também distribuir mudas nas comunidades, começando pelos moradores do povoado Pedrinhas”, garantiu.

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“Em parceria com os moradores, ainda estamos preparando uma área para cultivo de plantas ornamentais, cujo objetivo é gerar emprego e renda”, assegurou.

A OPA também pretende desenvolver um projeto social de apoio à melhor idade nos municípios de Olho D Água das Flores e Olivença. “Vamos criar uma horta comunitária para produzir alimentos orgânicos e voltados ao consumo das pessoas que trabalharem no projeto. Elas ainda poderão comercializar os produtos nas feiras livres da região”.

Ao falar sobre o compromisso da OPAS com o meio ambiente, Júnior assegurou que objetivo é promover a sustentabilidade. “Nossa empresa surgiu da preocupação com o meio ambiente e é por isso temos uma política de responsabilidade social que busca promover a sustentabilidade”, finalizou.

 

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